scholarly journals SEPSE DECORRENTE DE BACTÉRIAS MULTIRRESISTENTES EM UNIDADES DE TERAPIA INTENSIVA BRASILEIRAS: UMA REVISÃO INTEGRATIVA

2021 ◽  
Author(s):  
Ronald Pinto Costa ◽  
Gabriel Cheles Nascimento Matos ◽  
Gabriel Ângelo Araújo De Souza ◽  
Alcione De Oliveira Dos Santos

Introdução: A sepse é conceituada como uma resposta inflamatória exacerbada do hospedeiro a doenças infecciosas. No Brasil, é considerada a segunda maior causa de mortalidade em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), além de gerar perdas econômicas aos hospitais, referentes ao prolongado período das internações. Pode ser causada por bactérias, vírus, fungos ou protozoários, sendo as bactérias os principais agentes etiológicos. Estas, quando caracterizadas como multirresistentes, resistem à ação de antimicrobianos disponíveis, por meio, por exemplo, de síntese enzimática e alterações na permeabilidade celular, dificultando o tratamento de doenças anteriormente tratáveis. As manifestações incluem variados estágios clínicos, como a síndrome da resposta inflamatória sistêmica, a sepse grave e o choque séptico. Objetivos: Assim, busca-se analisar o acometimento de sepse por bactérias multirresistentes em pacientes internados em UTIs brasileiras. Material e métodos: Para isso, utilizou-se pesquisa bibliográfica, através de ferramentas on-line de busca por artigos científicos em inglês e português, como Google Scholar, PubMed e Scielo, entre os anos de 2012 e 2020. Resultados: Dessa forma, constatou-se que organismos multirresistentes, como as bactérias gram-negativas Pseudomonas aeruginosa e Acinetobacter baumannii, predominam nas UTIs brasileiras. Contudo, o agente infeccioso mais incidente é a bactéria Staphylococus epiderdimis, que gera infecções relacionadas ao uso de cateteres e pode ser transmitida pela equipe de saúde, por localizar-se na pele de pessoas saudáveis. Sendo assim, há riscos aos indivíduos submetidos a procedimentos invasivos, com doenças crônicas ou pacientes hospitalizados por longos períodos. Além disso, o uso indiscriminado de antimicrobianos torna o ambiente suscetível ao aparecimento de microrganismos multirresistentes. Há casos em que a ineficiência de antimicrobianos dificulta o tratamento, podendo evoluir para óbito em 35-45% para casos de sepse grave e 52-65% para o choque séptico, principalmente na região Centro-Oeste do país. Conclusão: Por fim, infere-se que desafios relacionados à propagação de bactérias potencialmente causadoras de infecções em pacientes de UTI são comuns mundialmente. No Brasil, apesar da expressiva incidência de casos de resistência bacteriana, ainda há carência de pesquisas, a fim de efetivar ações sanitárias direcionadas para reduzir a gravidade de casos e índices de pacientes afetados anualmente.

2017 ◽  
Vol 16 (2) ◽  
pp. 167
Author(s):  
Cristiane Coimbra De Paula ◽  
Lisiane Vieira Paludetti ◽  
Walkiria Shimoya-Bittencourt

<p><strong>Introdução</strong>: as unidades de terapia intensiva frequentemente utilizam dispositivos invasivos, como os cateteres, os quais podem desencadear complicações como infecção e outros efeitos colaterais que são de grande importância na terapia clínica. Além disso, os cateteres venosos utilizados principalmente em unidades de terapia intensiva contribuem para disseminação de infecção hospitalar. <strong>Objetivo</strong>: avaliar os microrganismos causadores de infecções em ponta de cateter venoso usado nos pacientes hospitalizados na Santa Casa de Misericórdia de Cuiabá-MT. <strong>Metodologia</strong>: foi realizado um estudo transversal de natureza clínica, incluindo pacientes que tinham cateter venoso e excluídos os pacientes com sonda vesical. Foi utilizada a Técnica Semi quantitativa de Maki para cultivo e após o período de incubação, as placas com crescimento igual ou superior a 15 UFC, foram submetidas à identificação dos microrganismos através de provas bioquímicas. <strong>Resultados</strong>: foram analisadas 1.577 pontas de cateteres no ano de 2008, destas, 297 (18,8%) estavam infectadas, cujos microrganismos de maior prevalência foram em 46 (15,5%) pontas a presença de Escherichia coli, 59 (19,9%) da Pseudomonas aeruginosa, 43(14,5%) da Klebsiella pneumoniae, 42 (14,1%) de Staphylococcus sp coagulase negativa e 20 (6,7%) amostras apresentavam Staphylococcus aureus, dentre outros. Das 177 amostras de ponta de cateter analisadas em 2015, 45 (25,4%) estavam infectadas. Foram encontrados em 13 pontas (28,9%) a presença da bactéria Staphylococcus sp coagulase negativa e 8 (17,8%) da Pseudomonas aeruginosa, 5 (11,1%) da Klebsiella pneumoniae, 5 (11,1%) de Stenotrophomonas maltophilia, 4 (8,9%) de Acinetobacter baumannii <strong>Conclusão</strong>: pacientes internados podem ser expostos a cateteres venosos com significativo grau de contaminação microbiana</p>


2021 ◽  
Vol 42 (1) ◽  
pp. 15
Author(s):  
Carine Rosa Naue ◽  
Maria Ianne Moreira Leite ◽  
Andréa Colombo ◽  
Carine Freitas Silva

O objetivo desse trabalho foi determinar a prevalência e o perfil de sensibilidade das espécies bacterianas isoladas de pacientes internados na UTI de um Hospital Universitário do Sertão de Pernambuco. Foi realizado um estudo retrospectivo através da análise descritiva dos resultados do diagnóstico microbiológico laboratorial do próprio serviço, provenientes de hemoculturas, uroculturas e aspirados traqueais dos pacientes internados na UTI, durante o período de janeiro a junho de 2019. Um total de 394 amostras clínicas foram obtidas, divididas entre hemoculturas; uroculturas e aspirados traqueais, sendo que destas 144 foram positivas para espécies bacterianas. O aspirado traqueal foi o material clínico com maior percentual de culturas positivas (67,4%). A bactéria mais prevalente isolada dos indivíduos na UTI foi Acinetobacter baumannii (22,9%), seguida de Pseudomonas aeruginosa (19,2%), Staphylococcus aureus (16,7%), Klebsiella pneumoniae (15,2%) e Staphylococcus coagulase-negativa (SCN- 8,3%). A maioria das espécies isoladas apresentaram um perfil de sensibilidade reduzido aos fármacos ?-lactâmicos, especialmente ampicilina, penicilina e carbapênemicos, independente da amostra clínica. Os bacilos gram-negativos apresentaram elevada sensibilidade a colistina. As informações deste estudo permitem reconhecer a frequência das espécies bactérias mais isoladas envolvidas em IRAS na UTI e poderão nortear o tratamento das infecções e diminuir a pressão seletiva de bactérias multirresistentes, servindo como modelo assistencial na vigilância bem como no controle das IRAS.


2021 ◽  
Vol 10 (9) ◽  
pp. e5510917688
Author(s):  
Marisa Catarina Mesquita Espíndola ◽  
Cleusa Wanderley de Queiroz Andrade ◽  
Maria Luciana Brasil de Lima Souza ◽  
Renata de Carvalho Gomes Prates ◽  
Mirthes Maria Rodrigues Santana ◽  
...  

As Infecções Relacionadas à Assistência em Saúde são multifatoriais e ocorrem devido a fatores que poderiam ser evitados como, a lavagem inadequada das mãos e o manuseio de materiais. O objetivo deste trabalho foi conhecer o perfil bacteriológico das mãos e telefones celulares da equipe multiprofissional e dos profissionais que frequentam a Unidade de Terapia Intensiva do HU-UNIVASF. Foram analisadas as mãos e aparelhos celulares da equipe multidisciplinar da UTI. A pesquisa foi separada em 3 grupos: grupo 1: mão dominante e/ou aparelho celular de profissionais que compõem a equipe multiprofissional que chegam ao setor para o plantão; grupo 2: mão dominante e/ou aparelho celular de profissionais que compõem a equipe multiprofissional que deixam o setor ao final do plantão e o grupo 3: mão dominante e/ou aparelho celular de profissionais que entram na UTI para realizar alguma atividade. Após a passagem do swab, nas mãos e nos aparelhos celulares, as amostras foram transportadas para o Laboratório onde foi realizada a análise microbiológica. Pode-se observar, nas mãos e nos aparelhos celulares, a incidência das principais bactérias causadoras de infecções hospitalares, são elas: Acinetobacter baumannii, Pseudomonas aeruginosa, Klebsiella pneumoniae, Enterococcus spp. e Staphylococcus aureus. Em relação ao perfil bacteriológico, observa-se que as bactérias isoladas apresentam diferentes perfis de resistência, entre eles, a presença de bactérias multirresistentes. Os profissionais que atuam na UTI do HU-UNIVASF e aqueles que entram para realizar atividades possuem em suas mãos e aparelhos celulares bactérias multirresistentes causadoras de infecções hospitalares que poderão causar infecções cruzadas.


Author(s):  
Fabíola Dresch ◽  
Cynthia De Freitas Birkheuer ◽  
Claudete Rempel ◽  
Mônica Jachetti Maciel

Justificativa e Objetivos: A contaminação de superfícies no ambiente hospitalar pode contribuir para a incidência de infecções hospitalares através da contaminação cruzada por parte dos profissionais da saúde. Assim, o objetivo deste estudo foi descrever, por meio de uma revisão da literatura, os principais microrganismos presentes em superfícies e/ou equipamentos de dois ambientes considerados críticos em unidades hospitalares. Conteúdo: Realizou-se uma revisão sistemática da literatura nas bases de dados indexadas PubMed, Scientific Electronic Library Online (SciELO) e Literatura LatinoAmericana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS), utilizando descritores relacionados ao tema. Foram encontrados 73 trabalhos, porém após aplicação dos critérios de inclusão e exclusão, foram selecionados 14 artigos para a revisão. Em relação aos microrganismos encontrados, Staphylococcus spp., Acinetobacter baumannii, Pseudomonas aeruginosa e Klebsiella pneumoniae foram relatados com maior frequência em ambientes de UTI, local de estudo predominante entre os trabalhos desta revisão. Em sala de cirurgia destacam-se a presença de Staphylococcus coagulase negativa, P. aeruginosa e Streptococcus spp. Conclusão: As bactérias encontradas nas superfícies avaliadas nesta revisão eram, em sua maioria, patógenos relacionados com infecções nosocomiais, e foram relatados com maior frequência em superfícies frequentemente manipuladas pela equipe médica, corroborando para a incidência de contaminação cruzada.


2021 ◽  
Vol 10 (4) ◽  
pp. e39910414198
Author(s):  
Evandro Everson Silva Souza ◽  
Alda Graciele Claudio dos Santos Almeida ◽  
Carlos Dorneles Freire de Souza ◽  
Patrícia de Carvalho Nagliate ◽  
Karen Rocha Borges ◽  
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Introdução: as Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde são tidas como um importante agravo à saúde, por resultar em alta mortalidade, prolongamento da hospitalização, aumento do custo da assistência e favorecimento da seleção e disseminação de micro-organismos multirresistentes. Objetivo: descrever o perfil de resistência microbiana das infecções relacionadas à assistência à saúde de um hospital de doenças infectocontagiosas de uma capital do nordeste brasileiro. Métodos: estudo observacional descritivo, quantitativo e retrospectivo. Pesquisa realizada por meio de coleta de dados no setor de comissão de controle de infecção hospitalar nas fichas de notificações, exames de cultura e teste de sensibilidade antimicrobiana dos pacientes que foram internados nos anos de 2018 e 2019 e desenvolveram infecção durante o período de internação. Resultados: foram analisadas 52 fichas de notificações de infecções relacionadas à assistência à saúde. Identificaram-se seis sítios de infecção: pulmão (26,0), trato urinário (13,0), tegumento (6,0), traqueia (3,0), intra-abdominal (2,0) e sangue (2,0); com destaque para o sistema respiratório: infecções pulmonares foram observadas em 50,0% dos indivíduos. Em nossa pesquisa a maior frequência de resistência observada nas enfermarias foi ceftriaxona (11,0/84,6%), seguida de sulfazotrim (5,0/83,3%) e ampicilina com sulbactam (8,0/80,0%). Enquanto na Unidade de Terapia Intensiva, o maior perfil de resistência foi sulfazotrim (4,0/100%), seguido da ampicilina com sulbactam (9,0/90,0%), piperacilina com tazabactam sódico (9,0/75,0%). Conclusão: os dados obtidos mostram elevada frequência de multirresistência principalmente em bactérias Gram-negativas: Pseudomonas aeruginosa (8,0), seguido de Acinetobacter baumannii (7,0), e da Escherichia gergoviae (5,0).


2021 ◽  
Vol 10 (14) ◽  
pp. e23101421550
Author(s):  
Gabriela Ramos Gonçalves ◽  
Ricardo Santana de Lima ◽  
Kátia Suely Batista Silva ◽  
Katia Regina de Oliveira ◽  
Marcos Duarte Guimarães ◽  
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As infecções hospitalares são um desafio para a saúde pública, pois impactam no prognóstico do paciente e nos custos hospitalares. O objetivo deste estudo foi avaliar a ocorrência e o perfil bacteriano de aspirados traqueais de pacientes internados na Unidade de Terapia Intensiva. Trata-se de um estudo retrospectivo, descritivo e documental, tendo como fonte as planilhas disponibilizadas pelo laboratório de Análises Clínicas do Hospital Universitário. Dos 307 laudos analisados em 2017, 142 estavam positivos, e em 2018 dentre os 319, 213 foram positivos. O micro-organismo de maior ocorrência nos dois anos foi Acinetobacter baumannii, seguido de Pseudomonas aeruginosa, Staphylococcus aureus e Klebsiella pneumoniae. Acinetobacter baumannii apresentou resistência à diversos betalactâmicos, dentre eles o meropenem e o imipenem, e para a ampicilina + sulbactam; sendo sensível a colistina e a tigeciclina. Os isolados de P. aeruginosa de 2017 e 2018 foram resistentes a: meropenem, imipenem, ceftazidima, cefepima, ciprofloxacino e levofloxacino; no entanto, para a piperacilina + tazobactam observou-se resistência nas amostras obtidas em 2018. S. aureus foi resistente a clindamicina, ao sulfametoxazol + trimetoprima e a oxacilina; apresentou sensibilidade a linezolida, tigecliclina e vancomicina. Os isolados de K. pneumoniae demonstraram resistência, dentre outras drogas, ao imipenem, meropenem, piperacilina + tazobactam; por outro lado, foram sensíveis a amicacina e a colistina. As resistências observadas denotam a importância do uso racional dos antimicrobianos e fornecem dados para a criação de protocolos de antibioticoterapia empírica para o tratamento dos pacientes internados na Instituição.


2019 ◽  
Vol 26 (2) ◽  
pp. 136
Author(s):  
Denise Von Dolinger de Brito Röder ◽  
Jessica De Almeida Santos ◽  
Jane Eire Urzedo ◽  
Simone Franco Osme ◽  
Maisa Rodrigues dos Santos ◽  
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Introdução: A internação em Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN) costuma ser prolongada e os neonatos são submetidos a vários fatores de risco, possibilitando a ocorrência de surtos de tempos em tempos apesar das precauções. Objetivo: investigar a ocorrência de surtos bacterianos em uma UTIN de um hospital universitário do interior de Minas Gerais no período de janeiro de 2013 a dezembro de 2017. Métodos: os dados foram coletados a partir dos registros de surtos ocorridos em UTIN disponibilizados nos documentos do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar do hospital, incluindo as fichas de vigilância epidemiológica “National Healthcare Safety Network” - NHSN, memorandos, resultados de exames e registros eletrônicos das descrições dos surtos. Resultados: foram encontrados quatro surtos em um período de cinco anos de estudo. O primeiro surto identificado ocorreu no ano de 2013, por infecção de corrente sanguínea pela bactéria Pantoea agglomerans e envolveu seis neonatos. O segundo ocorreu entre novembro de 2014 e março 2015 onde seis neonatos foram envolvidos e não houve um sítio predominante, sendo o Acinetobacter baumannii o micro-organismo isolado, da mesma forma que o terceiro surto, ocorrido em 2015 por esse mesmo agente, englobando 10 neonatos. O último surto aconteceu no ano de 2016 por Pseudomonas aeruginosa, sendo um surto predominantemente de colonização, onde 13 neonatos foram atingidos. Não houveram surtos no ano de 2017. Conclusão: Após levantamento epidemiológico foram identificados quatro surtos, todos por bactérias Gram-negativas. Os neonatos mais acometidos foram os prematuros e de baixo peso ao nascer. Foram identificados micro-organismos resistentes aos carbapenêmicos que, apesar de poucos, se revelaram como um problema presente no local do estudo. Palavras-Chave: Surto; Infecção Hospitalar; Neonatos.  


2020 ◽  
Vol 2 ◽  
Author(s):  
Karla Karoline Bacellar ◽  
Rejane Kiyomi Furuya ◽  
Jucinay Phaedra Silva Sanches ◽  
Gilselena Kerbauy ◽  
Renata Aparecida Belei ◽  
...  

Objetivo: verificar a associação de características sociodemográficas e clínicas com Pneumonia Associada à Ventilação Mecânica e Pneumonia Hospitalar Adquirida. Método: estudo transversal com dados secundários, obtidos das fichas de notificação das infecções relacionadas à assistência à saúde ocorridas entre janeiro de 2017 e dezembro de 2018 cujas variáveis foram analisadas por estatística descritiva e inferencial Resultados: a Pneumonia Associada à Ventilação Mecânica foi mais frequente em indivíduos entre 18 e 59 anos e a Pneumonia Hospitalar Adquirida em indivíduos com 60 anos ou mais (0,003) Quanto à unidade onde a pneumonia foi diagnosticada, houve maior frequência de Pneumonia Associada à Ventilação Mecânica em Unidade de Terapia Intensiva, Centro de Tratamento de Queimados e Unidade de Terapia Intensiva de Queimados (0,001). As frequências de óbito foram 48 9 nos casos com Pneumonia Hospitalar Adquirida e 69 2 nos casos de Pneumonia Associada à Ventilação Mecânica (0,001 Houve associação significante entre cultura bacteriana e o tipo de pneumonia, sendo que, no grupo Pneumonia Associada à Ventilação Mecânica 76 0 dos pacientes tiverem cultura positiva, comparado a 56 3 no grupo Pneumonia Hospitalar Adquirida (0,001). Os microrganismos mais frequentes foram Acinetobacter baumannii Klebsiella pneumoniae Staphylococcus aureus e Pseudomonas aeruginosa. Conclusão: houve associação estatisticamente significante entre o tipo de pneumonia e idade, sendo a Pneumonia Associada à Ventilação Mecânica mais frequente em jovens, e a Pneumonia Hospitalar Adquirida em idosos Também houve associação significante entre o tipo de pneumonia e a unidade, sendo mais frequente a Pneumonia Associada à Ventilação Mecânica nas Unidades de Terapia Intensiva e Queimados O óbito foi mais frequente nos casos de Pneumonia Associada à Ventilação Mecânica com associação significante.


Author(s):  
Elton Filipe Pinheiro de Oliveira ◽  
Francisca Maria Pereira da Cruz ◽  
Maria Eliane Andrade da Costa ◽  
Diana Nogueira Villa Jatobá ◽  
Aclênia Maria Nascimento Ribeiro ◽  
...  

2016 ◽  
Vol 16 (1) ◽  
pp. 508 ◽  
Author(s):  
Angélica Oliveira Paula ◽  
Ana Karina Marques Salge ◽  
Marinésia Aparecida Prado Palos

Revisión integradora, con el objetivo de analizar las evidencias científicas sobre las infecciones asociadas a la atención en salud (IAAS) en Unidades de Cuidados Intensivos Neonatales (UCIN). Los datos fueron obtenidos a partir de bases de datos electrónica MEDLINE y LILACS, desde 2000 hasta 2015. Se analizaron 36 publicaciones sobre IAAS, con exclusión de las infecciones virales. Los principales microorganismos que causan infecciones hospitalarias son: Staphylococcus (30%), Candida (23,3%), Klebsiella pneumoniae y Pseudomonas aeruginosa (13,3%), Acinetobacter y Serratia marcescens (6,7%), Enterobacter y Enterococcus (3,3%). Entre las causas de septicemia incluyen: Staphylococcus (50%), Candida (30%) y Acinetobacter baumannii (20%). Las IAAS principales en la UCIN se producen por transmisión cruzada de microorganismos de la mano de profesionales de la salud, de las superficies ambientales, equipos y elementos no críticos contaminados. Para la prevención y control de infecciones hospitalarias en la UCIN es necesario formación de los profesionales para adecuada higiene de manos y la limpieza y desinfección de superficies ambientales, equipos y artículos no críticos.


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