Das invasões bárbaras à grande beleza: mídia e utopia, embates entre estética e política
Os impasses que caracterizam o contemporâneo podem ser relacionados com a perda do sentido de utopia, marca da modernidade, e afetam o regime estético da arte e da mídia, e levam também a rever o conceito de autonomia, outra potência da modernidade. Motivado pelas teorizações de Jacques Rancière, este ensaio procura testar a rentabilidade de conceitos por ele trabalhados, para pôr em questão as relações entre estética e política, mídia e (pós)utopia, que são dramatizados, por exemplo, nos filmes As invasões bárbaras (2003), do canadense Denys Arcand, e A grande beleza (2013), do italiano Paolo Sorrentino.
2010 ◽
Vol 55
(2)
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2017 ◽
Vol 93
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pp. 187-189
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