Quality of Life and Self-Reported Lower Extremity Function in Adults With HIV-Related Distal Sensory Polyneuropathy

2014 ◽  
Vol 94 (10) ◽  
pp. 1455-1466 ◽  
Author(s):  
Mary Lou A. Galantino ◽  
David M. Kietrys ◽  
James Scott Parrott ◽  
Maureen E. Stevens ◽  
Anne Marie Stevens ◽  
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Background Distal sensory polyneuropathy (DSP) is a common complication of HIV disease. Its effects on quality of life (QOL) and function have not been well described. Objective The study objectives were: (1) to compare QOL and lower extremity function in people with HIV-related DSP and people with HIV disease who do not have DSP, (2) to determine the extent to which function predicts QOL, (3) to evaluate the agreement of 2 function scales, and (4) to describe the use of pain management resources. Design This was a cross-sectional survey study with predictive modeling and measurement tool concordant validation. Methods A demographic questionnaire, the Medical Outcomes Study HIV Health Survey, the Lower Extremity Functional Scale (LEFS), the Lower Limb Functional Index (LLFI), and a review of medical records were used. General linear modeling was used to assess group differences in QOL and the relationship between function and QOL. Bland-Altman procedures were used to assess the agreement of the LEFS and the LLFI. Results Usable data for analyses were available for 82 of the 94 participants enrolled. The 67% of participants who reported DSP symptoms tended to be older, had HIV disease longer, and were more likely to receive disability benefits. Participants without DSP had better LLFI, LEFS, and physical health summary scores. In multivariate models, lower limb function predicted physical and mental health summary scores. The LLFI identified participants with a lower level of function more often than the LEFS. Participants with DSP were more likely to use medical treatment, physical therapy, and complementary or alternative treatments. Limitations A sample of convenience was used; the sample size resulted in a low power for the mental health summary score of the Medical Outcomes Study HIV Health Survey. Conclusions Quality of life and function were more impaired in participants with HIV disease and DSP. The LLFI was more likely to capture limitations in function than the LEFS. Participants with DSP reported more frequent use of pain management resources.

2011 ◽  
Vol 18 (2) ◽  
pp. 145-150 ◽  
Author(s):  
Maíra de Menezes Franco ◽  
Flaviane de Oliveira Souza ◽  
Elaine Cristine Lemes Mateus de Vasconcelos ◽  
Maurício Mesquita Sabino de Freitas ◽  
Cristine Homsi Jorge Ferreira

Trata-se de um ensaio clínico prospectivo comparativo que objetivou comparar os efeitos do tratamento com eletroestimulação transvaginal (ET) e do nervo tibial (ENT) sobre a qualidade de vida (QV) e queixas de perda urinária em mulheres com bexiga hiperativa. Participaram 42 pacientes com bexiga hiperativa ou incontinência urinária (IU) mista e foram divididas para tratamento com ET ou ENT. A QV foi avaliada pelo questionário de QV genérico, o Medical Outcomes Study Short Form 36 (SF-36) e um questionário específico para IU, o Incontinence Quality of Life Instrument (I-QOL). Os relatos de perdas urinárias e incômodos ocasionados foram avaliados, respectivamente, por meio do diário miccional de 24 horas e Escala Visual Analógica (EVA). O tratamento foi realizado uma vez por semana, totalizando doze semanas. O grupo da ENT teve melhora significativa em três domínios do I-QOL, na EVA, que avaliou o grau de incômodo causado pela IU e em quatro aspectos do diário miccional. No grupo de ET houve melhora significativa de dois domínios do SF-36, três domínios do I-QOL, na EVA e em quatro aspectos do diário. Houve melhora da QV em ambos os grupos, assim como uma diminuição das queixas de perda urinária, entretanto, o grupo que recebeu ET obteve melhora nos escores em dois domínios do questionário de QV genérico após o tratamento, que teve limitação por aspectos físicos e limitação por aspectos emocionais. O que não ocorreu com o grupo de ENT.


2019 ◽  
Vol 11 (1) ◽  
pp. 186-191
Author(s):  
Camila Zanesco ◽  
Erica De Brito Pitilin ◽  
Maíra Rossetto ◽  
Débora Tavares de Resende e Silva

Objetivo: Caracterizar os pacientes com DRC em tratamento de hemodiálise (HD) de uma clínica do oeste catarinense, suas relações e variáveis sociodemográficas, e, a sua QV. Metodologia: Estudo transversal descritivo, com 116 pacientes com DRC em HD. Para coleta dos dados usou-se questionário sociodemográfico e o intrumento Medical Outcomes Study 36 – Item Short – Form Health Survey (SF-36). Resultados: Houve prevalência da população com idade igual ou > 60 anos, caucasianos (74,77%), do sexo masculino (54,31%), destaca-se a presença de profissões relacionadas a classe média ebaixa e quantidade de anos de estudo reduzidos. Em relação a comorbidades, prevaleceu a Hipertensão Arterial Sistêmica(38,79%). Quanto a QV as limitações por aspectos físicos tiveram menores médias (29,09) e limitações em atividades sociais maior média (73,71). Conclusão: A QV negativa têm repercussões pessoais, familiares e sociais devido ao impacto da doença na rotina de atividades de vida diária dos doentes renais.


2020 ◽  
Vol 25 (8) ◽  
pp. 3153-3162
Author(s):  
Gisele Vilella da Silva ◽  
Denise Ely Bellotto de Moraes ◽  
Tulio Konstantyner ◽  
Heitor Pons Leite

Resumo O objetivo deste artigo é avaliar em que medida o apoio social a famílias de crianças com cardiopatia congênita impacta na qualidade de vida. Estudo transversal com 254 pais de crianças com cardiopatia congênita. Foi realizada entrevista semiestruturada com os pais, utilizando o ecomapa e as escalas de qualidade de vida (World Health Organization Quality of Life Bref) e de suporte social (Medical Outcomes Study). O apoio social teve correlação positiva com a qualidade de vida (r=0,535; p<0,001). O aumento de 10 pontos na escala de suporte social levou ao aumento de 3 pontos no escore total da escala de qualidade de vida (β=0,30; IC95%: 0,23; 0,37). A condição socioeconômica associou-se positivamente com qualidade de vida (β=0,27; IC95%: 0,11; 0,43) e os cuidadores que referiram não ter atividade de lazer (β=-3,27; IC95% -5,55; -1,12) e que estavam em tratamento de saúde (β=-2,86; IC95%: -5,55; -0,17) tiveram menor percepção na qualidade de vida. Consequências negativas à qualidade de vida de cuidadores de crianças com cardiopatia congênita podem ser intensificadas pela falta de atividade de lazer e problemas de saúde. Apoio social e condição socioeconômica adequados são fatores que influenciam positivamente na qualidade de vida destes cuidadores.


2020 ◽  
Vol 29 ◽  
Author(s):  
Sumaya dos Santos Gonçalo ◽  
Elisa Maia de Oliveira Grotti ◽  
Rejane Kiyomi Furuia ◽  
Rosana Aparecida Spadoti Dantas ◽  
Lídia Aparecida Rossi ◽  
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ABSTRACT Objective: to assess the health-related quality of life of patients with a permanent cardiac pacemaker. Method: descriptive, observational, cross-sectional study conducted in the arrhythmia outpatient unit of a university hospital located in the interior of São Paulo, Brazil. The consecutive and non-probabilistic sample was composed of both sexes, older than 29 years old, having a pacemaker for at least one month. Those lacking the cognitive condition to answer the questionnaires, as well as those with dyspnea, weakness, or fatigue at the time the instruments were applied, or with an implantable cardioverter defibrillator, were excluded. The generic instrument Medical Outcomes Study 36 - Item Short-Form Health Survey, composed of 36 questions distributed into eight domains along with the specific instrument Assessment of Quality of Life and Related Events, composed of 20 questions distributed into three domains, were used to assess health-related quality of life. Results: 88 patients participated; most were men, had a partner, and were aged 64.3 (±13) years old on average. The domains from the Medical Outcomes Study 36 that obtained the highest means, that is, were the best-rated, were Social Functioning (78.1; ±26.8) and Emotional Well-Being (68.2; ±23.9), while the lowest means were obtained by Physical Health (48.2; ±41.4) and Physical Functioning (58.5; ±27.9). In regard to the Assessment of Quality of Life and Related Events, the Arrhythmia domain had the highest mean and best quality of life (78.2; ±20.7), while the lowest mean was Dyspnea (71.1; ±26.8). Conclusion: the patients gave the highest health-related quality of life ratings in regard to mental domains and the lowest ratings for the physical domains.


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