Políticas públicas orientadas por dados: Os caminhos possíveis para governos locais

2020 ◽  
Author(s):  
Pablo Cerdeira ◽  
Marcus Mentzingen de Mendonça ◽  
Urszula Gabriela Lagowska

Este texto para discussão aborda alguns estudos preliminares do Projeto “Big Data para o Desenvolvimento Urbano Sustentável” conduzido pela Fundação Getulio Vargas em parceria com o BID, com as cidades de Miraflores (Peru), Montevidéu (Uruguai), Quito (Equador), São Paulo (Brasil) e Xalapa (México) e com o apoio do aplicativo Waze. Este projeto faz parte da Cooperação Técnica Regional RG-T3095 financiada pelo BID, por intermédio do programa de Bens Públicos Regionais, e executado pela FGV. No BID, o estudo foi coordenado pela Divisão de Habitação e Desenvolvimento Urbano e, na FGV, pelo Centro de Tecnologia e Desenvolvimento - CTD, e desenvolvido em parceria com o Centro de Estudos de Política e Economia do Setor Público - CEPESP (Aspectos Institucionais), a Escola de Direito do Rio de Janeiro - FGV Direito Rio (Aspectos Regulatórios) e a Escola de Matemática Aplicada - FGV EMAp (Ciencia de Dados).

2021 ◽  
Author(s):  
Ciro Biderman ◽  
Marcus Mentzingen de Mendonça ◽  
Patricia Alencar Silva Mello ◽  
Cláudia Hiromi Oshiro ◽  
Nathalia Foditsch

Esta monografia aborda alguns estudos preliminares do Projeto “Big Data para o Desenvolvimento Urbano Sustentável” conduzido pela Fundação Getulio Vargas em parceria com o BID, com as cidades de Miraflores (Peru), Montevidéu (Uruguai), Quito (Equador), São Paulo (Brasil) e Xalapa (México) e com o apoio do aplicativo Waze. Este projeto faz parte da Cooperação Técnica Regional RG-T3095 financiada pelo BID, por intermédio do programa de Bens Públicos Regionais, e executado pela FGV. No BID, o estudo foi coordenado pela Divisão de Habitação e desenvolvimento Urbano e, na FGV, pelo Centro de Tecnologia e Desenvolvimento - CTD, e desenvolvido em parceria com o Centro de Estudos de Política e Economia do Setor Público - CEPESP (Aspectos Institucionais), a Escola de Direito do Rio de Janeiro - FGV Direito Rio (Aspectos Regulatórios) e a Escola de Matemática Aplicada - FGV EMAp (Ciência de Dados).


2012 ◽  
Vol 5 (3) ◽  
pp. 4-19
Author(s):  
Sandro Vieira Soares ◽  
Kamille Simas Ebsen ◽  
Elisete Dahmer Pfitscher ◽  
Maria Denize Henrique Casagrande

Esta pesquisa teve por objetivo analisar o perfil acadêmico dos pesquisadores em Ciências Contábeis no Brasil. A metodologia foi classificada como descritiva quanto aos objetivos, com uma abordagem qualitativa. A amostra foi composta por 53 grupos de pesquisa de modo que a fração amostral foi de aproximadamente ¼ da população. A formação em nível de graduação dos pesquisadores foi identificada predominantemente nas áreas de Contabilidade, Administração, Economia e Direito. A formação em nível de mestrado dos pesquisadores foi principalmente nas áreas de Contabilidade, Administração, Engenharia de Produção e Economia. A maioria dos pesquisadores que compôs a amostra se doutorou na área de Contabilidade em instituições brasileiras, principalmente na Universidade de São Paulo – USP, na Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC e na Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ. A maioria dos doutorados foi cursada entre os anos de 1996 e 2010. A análise dos pós-doutorados apontou que a maioria foi desenvolvida em instituições estrangeiras, como, por exemplo, a University of Illinois. Já no Brasil as duas instituições mais procuradas foram a Universidade de São Paulo e a Fundação Getúlio Vargas - FGV/SP. A análise apontou também que a maioria deles foi concluída entre 2001 e 2010.


2002 ◽  
Vol 22 (44) ◽  
pp. 393-423 ◽  
Author(s):  
Roney Cytrynowicz

A partir de uma pesquisa em fontes primárias das instituições centrais associadas à imigração judaica em São Paulo e Rio de Janeiro, este artigo mostra como, durante o Estado-Novo e a Segunda Guerra Mundial, as entidades judaicas funcionaram de forma corriqueira, adaptaram-se às restrições nacionalistas do governo Getúlio Vargas e, muitas vezes, engendraram estratégias sofisticadas para enfrentar a lei e a ideologia. Esta perspectiva de história social e do cotidiano evidencia, portanto, uma leitura distinta daquela que - analisando exclusivamente a lei, a ideologia e o preconceito do regime Vargas - considera que havia um clima de medo e perseguição generalizado entre os imigrantes judeus residentes no País. Este artigo mostra, complementarmente, que 1937-1945 foram anos decisivos para a implantação de uma comunidade etnicamente ativa e para a sedimentação de uma identidade judaico-brasileira.


2011 ◽  
Vol 23 (3) ◽  
pp. 235-249
Author(s):  
Daniela Fernanda Assis Oliveira Spudeit ◽  
Fabiane Führ

O presente artigo propõe uma discussão acadêmico-científica, na qual busca apresentar contribuições relevantes sobre a história e evolução dos sindicatos de bibliotecários, visando revelar a atual situação em que estes órgãos se encontram no Brasil. O movimento sindical, como instrumento de defesa dos direitos dos trabalhadores, vem evoluindo desde o Século XIX e impõe regras e limites para patrões e empregados. No Brasil, o sindicalismo surgiu inicialmente no meio rural e se fortaleceu durante o governo de Getúlio Vargas (1930-1945) e com a Consolidação das Leis do Trabalho, em maio de 1943, impulsionando a criação de sindicatos profissionais. Porém, somente na década de 1980, os sindicatos de Bibliotecários surgiram nos estados de Bahia, Minas Gerais, São Paulo, Paraná e Rio de Janeiro. Os demais sindicatos, nos estados de Maranhão, Santa Catarina, Pará, Amapá e Tocantins foram criados a partir dos anos 2000. Atualmente, existem três sindicatos de bibliotecários ativos, situados em São Paulo, Rio de Janeiro e no Paraná, sendo que existe um no Estado de Santa Catarina em processo de estruturação. Por meio de uma pesquisa bibliográfica e exploratória, conseguiu-se mapear e analisar a situação e a evolução dos sindicatos de bibliotecários atualmente. Percebem-se as dificuldades para estruturação e manutenção destes órgãos no país e a necessidade da participação ativa dos profissionais bibliotecários dentro dos sindicatos para o fortalecimento de sua própria profissão, visando garantir seus direitos e valorização da profissão pela sociedade.


2013 ◽  
Vol 32 (2) ◽  
pp. 189-208 ◽  
Author(s):  
Adriano Codato

O objetivo deste artigo é analisar o regime de intromissão política nos estados por meio do estudo do mecanismo das Interventorias Federais. Focalizamos o período do Estado Novo (1937-1945). Não se examina aqui uma Interventoria específica nem os conflitos específicos entre uma facção da elite política de um estado determinado com os novos comandantes do Estado nacional. O foco, a partir da discussão de evidências selecionadas de vários casos particulares (São Paulo, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas Gerais), coletadas tanto na historiografia do período como no Arquivo Getulio Vargas, está na análise dos principais problemas que a ditadura de Vargas - uma vez indicados os interventores no lugar dos governadores - teve de fazer, face a: i) autonomia político-administrativa dos novos chefes da política local; ii) dificuldade para impor a unidade ideológica do regime ditatorial a todos os agentes políticos; e iii) uma coordenação precária do sistema como um todo, baseada apenas na lealdade pessoal e na conveniência política das partes envolvidas neste arranjo institucional.


2019 ◽  
Vol 22 (1) ◽  
Author(s):  
Anna-Beatriz Sabino ◽  
Pedro Reis-Martins ◽  
Mauricio Carranza-Infante

Resumen La planeación de la movilidad urbana requiere utilización de datos masivos para apoyar la toma de decisiones y realizar proyecciones estratégicas, es así como muchos gobiernos locales no poseen la capacidad para generar los datos necesarios. Sin embargo, empresas privadas como Waze Moovit, Stava y Uber (gestores de aplicativos móviles de movilidad) tienen la capacidad de producir estos datos y, además, han demostrado su disponibilidad para compartirlos y así mejorar las condiciones de la planeación de la movilidad en las ciudades. En América del Sur, Rio de Janeiro, Sao Paulo y Medellín, son casos de ciudades que se convirtieron en ejemplos de innovación en el de uso de datos. Con base en la experiencia de estas ciudades y en encuestas aplicadas con representantes de empresas gestoras de Apps de movilidad y de gobiernos, en este artículo se propone un modelo de tres niveles para el uso de datos en beneficio de la gestión y planeación de la movilidad urbana. El modelo propuesto tiene como objetivo trazar parámetros que ayuden a las ciudades a desarrollar una visión en cuanto al potencial de los datos para generar acciones y políticas públicas de movilidad urbana.  Palabras clave: Apps de movilidad; Big Data; gestión de tráfico colaborativo; movilidad Inteligente; planificación del tránsito; planificación urbana; Smart Cities; transporte;   Abstract Urban mobility planning is included in a global scenario of increasing use of massive data to support decision making. However, many local governments do not have a structure that produces the data necessary to base their strategic projections. At the same time, private companies - such as Waze and Moovit (mobile application mobility managers) - have the ability to produce this data and, in addition, have demonstrated their availability to share them and thus improve planning conditions in cities. Nevertheless, managing this data and using it for the benefit of better urban planning and management is not a simple task. In South America, Rio de Janeiro, Sao Paulo and Medellín have overcome important obstacles in this trajectory and became examples of innovation in the use of data. Based on the experience of these cities - and on surveys conducted with representatives of mobile apps companies and governments -, this article proposes a three-level model for the use of data for the benefit of urban mobility management and planning. The proposed model is in its initial stage and aims to draw parameters that help cities to develop a vision regarding the potential of data to generate actions and public policies of urban mobility. Keywords: Mobility apps; Big data; collaborative traffic management; Smart mobility; traffic planning; urban planification; transport; Smart Cities.   Recibido: septiembre 9 / 2019  Evaluado: noviembre 30 / 2019  Aceptado: diciembre 18 / 2019   Publicado en línea: diciembre de 2019                 Actualizado: diciembre de 2019


Ouvirouver ◽  
2017 ◽  
Vol 13 (1) ◽  
pp. 202
Author(s):  
Silvano Fernandes Baia

Este texto apresenta a transcrição adaptada para artigo de uma palestra proferida a alunos do curso de Música da Universidade Federal de Uberlândia. A palestra expôs uma visão panorâmica da música no Brasil do fim do século XIX às primeiras décadas do século XX, em especial nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo. O artigo identifica quatro vertentes composicionais, abrangendo desde uma linha mais afinada ao romantismo europeu até os compositores/intérpretes populares não letrados musicalmente que começaram a registrar suas invenções após a chegada da gravação mecânica ao Brasil, em 1902. Também localiza os primórdios do nacionalismo na música erudita brasileira, situa o surgimento da corrente do nacionalismo musical no fim dos anos 1920 como uma escola composicional que foi hegemônica até meados dos anos 1960, além de observar a relação dos músicos com o Estado a partir da ditadura de Getúlio Vargas. Enfim, analisa o caráter autoritário do projeto do nacionalismo musical para concluir com a observação de seu aspecto conservador ao cumprir um papel de resistência às técnicas composicionais surgidas na primeira metade do século XX. ABSTRACT This text presents a transcription adapted for paper of a lecture for Music college students at Federal University of Uberlândia. The lecture presented a panoramic view of the music in Brazil between the late 19th Century and the first decades of the 20th Century, especially in the cities of Rio de Janeiro e São Paulo. Four major compositional lines are identified, ranging from those more aligned with European romanticism up until the composers/performers who are musically non-literate, whose inventions started being registered only after the arrival of mechanical recording in Brazil in 1902. The study herein indicates the beginnings of nationalism in Brazilian classical music and the emergence of the stream of musical nationalism in the late 1920's, as a compositional school that was hegemonic until the mid-1960's. It also takes into account the relation between musicians and the State of former president Getúlio Vargas’s dictatorship. It analyses the authoritarian character of the nationalist musical project and in conclusion, refers to its conservative aspect, seeing that it played a role of resistance to new compositional techniques that emerged in the first half of the twentieth century. KEYWORDS Brazilian music; Musical nationalism; History of Brazilian Music


2019 ◽  
Vol 23 (2) ◽  
pp. 198-208
Author(s):  
Barbara Barros Gonçalves Pereira Nolasco ◽  
Moema Rodrigues Brandão Mendes

Este trabalho faz parte de uma série de investigações realizadas acerca do escritor mineiro Mário Matos. Nesta busca mais diligente, estão sendo realizados levantamentos de seus textos publicados em diversos periódicos, desde os primeiros escritos até os que foram produzidos e localizados meses antes de sua morte. O presente artigo, contudo, pretende evidenciar a atuação jornalístico-literária desse autor na Alterosa, antiga revista de grande visibilidade no contexto de Minas Gerais, bem como trazer ao leitor uma apresentação geral da vida literária de Mário Matos. Palavras-chave: Mário Matos. Alterosa. Literatura mineira. Imprensa mineira. Memória. Referências A COMEMORAÇÃO do 6.º aniversa’rio de “Alterosa”. Alterosa, Belo Horizonte, ano VII, n. 65, p. 120, 134, 136, set. 1945.        ALENCAR, Gilberto de. Um “novo” de valor. O Pharol, Juiz de Fora, ano XLVII, n. 307, p. 1, 27 dez. 1912.            ALTEROSA. Alterosa, Belo Horizonte, ano V, n. 39, p. 1, jul. 1943.        ALTEROSA. Alterosa, Belo Horizonte, ano VI, n. 49, p. 1, maio 1944.    ALTEROSA. Alterosa, Belo Horizonte, ano XV, n. 169, p. 96, 01 set. 1953.       ALTEROSA em nova fase. Alterosa, Belo Horizonte, ano XXII, n. 329, p. 1, maio 1960. ANDRADE, Carlos Drummond de. Imagem de escritor mineiro. Correio da Manhã, Rio de Janeiro, ano LXVI, n. 22.619, 1º caderno, p. 6, 30 dez. 1966.         CHAVES, Hermenegildo. Uma alma simples de artista. Alterosa, Belo Horizonte, ano VII, n. 65, p. 142,147, set. 1945.   DANTAS, Paulo. Qual o seu candidato? Alterosa, Belo Horizonte, ano VII, n. 65, p. 92-94, set. 1945. DUARTE, Constância Lima (org.). Dicionário bibliográfico de escritores mineiros. Belo Horizonte: Autêntica, 2010. FECHAMENTO de “Alterosa” decidido pela direção em face do aumento do papel. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, ano LXXIV, n. 305, 1º caderno, p. 16, 27-28 dez. 1964. JURISPRUDÊNCIA MINEIRA. Desembargador Mário Gonçalves de Matos: nota biográfica. Belo Horizonte, a. 53, n. 162, p. 3-5, out.-dez. 2002.  MÁRIO Matos: nota biográfica. Suplemento Literário do Minas Gerais, Belo Horizonte, ano II, n. 70, p. 2, 30 dez. 1967.   MATOS, Mário Gonçalves de. Dicionário da elite política republicana (1889-1930). FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS/CPDOC. Disponível em: <https://cpdoc.fgv.br/dicionario-primeira-republica/5>. Acesso em: 01 abr. 2019. MATOS, Mário. Caçada de onça. Bello Horizonte, Belo Horizonte, n. 101, fev. 1939. Não paginado.   ______. Machado de Assis: o homem e a obra – Os personagens explicam o autor. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1939 (Coleção Brasiliana, 5ª série da Biblioteca Pedagógica Brasileira, vol. 153). 454 p.         ______. O personagem persegue o autor. Rio de Janeiro: “O Cruzeiro”, 1945. 357 p.      ______. Os mortos governam os vivos. Alterosa, Belo Horizonte, ano VII, n. 67, p. 39, nov. 1945. ______. Palavra da musa antiga. Alterosa, Belo Horizonte, ano VII, n. 68, p. 1, dez. 1945. ______. Interpretação do Natal. Alterosa, Belo Horizonte, ano [VIII], n. 68, p. 39,119, dez. 1945. ______. Chico Mendonça, a mulher e o “Balão”. Alterosa, Belo Horizonte, ano VIII, n. 69, p. 39, jan. 1946.    ______. Centenário poético. Alterosa, Belo Horizonte, ano VII, n. 70, p. 39, fev. 1946.  ______. A vida é assim. Alterosa, Belo Horizonte, ano VIII, n. 71, p. 39, mar. 1946.       ______. Soldado Clementino. O Jornal, Rio de Janeiro, ano XXVIII, n. 8.158, 4ª seção (Revista), p. 1,7, 01 dez. 1946. ______. Casa das três meninas. Belo Horizonte: Movimento Editorial Panorama, 1949. 254 p.  ______. Caçada da onça. Alterosa, Belo Horizonte, ano XVI, n. 206, p. 36-39,90, 15 mar. 1955.           MATTOS, Mário. Último bandeirante. Belo Horizonte: Os Amigos do Livro, 1935. 174 p. MOREIRA, Vivaldi. Figuras, tempos, formas. Belo Horizonte: MP, 1966. NOTAS & Novas. O Pharol, Juiz de Fora, ano XLIX, n. 45, p. 1, 22 fev. 1914. O PARLAMENTO mineiro. O Jornal, Rio de Janeiro, ano V, n. 1.397, p. 11, 29 jul. 1923.        OLAVO, Alberto. Último canto da tarde. Belo Horizonte: Os Amigos do Livro, 1938. 224 p.    ______. A poesia abandonou o verso. Alterosa, Belo Horizonte, ano V, n. 40, p. 18,19,146, ago. 1943. ______. Mês de Maria. Alterosa, Belo Horizonte, ano VI, n. 49, p. 41, maio 1944. ______. Soldado Clementino. Alterosa, Belo Horizonte, ano VII, n. 65, p. 39, set. 1945.            ______. O consul Eça de Queiroz. Alterosa, Belo Horizonte, ano VII, n. 66, p. 37, out. 1945.    ______. O exemplo de Judas. Alterosa, Belo Horizonte, ano VIII, n. 72, p. 39,129, abr. 1946.   ______. Maio, mês da rosa e do sonho. Alterosa, Belo Horizonte, ano VIII, n. 73, p. 41, maio 1946. ______. Adeus, meu lar. Alterosa, Belo Horizonte, ano VIII, n. 74, p. 41, jun. 1946. ______. Vitória de princípios. Alterosa, Belo Horizonte, ano VIII, n. 76, p. 33,70, ago. 1946.    ______. Eis a primavera. Alterosa, Belo Horizonte, ano VIII, n. 77, p. 33, set. 1946.       ______. Sorvete, Iáiá. Alterosa, Belo Horizonte, ano VIII, n. 79, p. 33, nov. 1946.          ______. Eterno sonêto de Natal. Alterosa, Belo Horizonte, ano VIII, n. 80, p. 41, p. 41, dez. 1946.       ______. Casamento por anedota. Alterosa, Belo Horizonte, ano IX, n. 81, p. 33, jan. 1947.        ______. Interpretação do carnaval. Alterosa, Belo Horizonte, ano IX, n. 82, p. 33,46, fev. 1947.            OLAVO, Alberto. O ridículo na poesia. Alterosa, Belo Horizonte, ano IX, n. 84, p. 33,57, abr. 1947.    ______. Uma questão de dinheiro. Alterosa, Belo Horizonte, ano XI, n. 105, p. 33,73, jan. 1949.           UMA GRANDE aquisição para o quadro de colaboradores permanentes de Alterosa. Alterosa, Belo Horizonte, ano V, n. 40, p. 114, ago. 1943.


Opus ◽  
2019 ◽  
Vol 25 (3) ◽  
pp. 281
Author(s):  
Geam Gonçalves Aguiar ◽  
Magda De Miranda Clímaco

Waldemar Henrique, compositor paraense, em muitas de suas composições investiu na cultura popular da Amazônia, em sua música, seus mitos e crenças, o que o caracterizou como um compositor regionalista. As primeiras análises de sua trajetória de vida e de sua trajetória musical, no entanto, levaram a considerar que teve oportunidade de dialogar também com os nacionalismos de Mário de Andrade e de Getúlio Vargas. Daí este trabalho ter objetivado investigar como se deu o diálogo do compositor regionalista com os nacionalismos marioandradiano e getulista com os quais teve contato e como estes nacionalismos se evidenciaram em duas canções que compôs: Minha Terra e Uirapuru. Uma canção do início de sua carreira em Belém (PA) e uma canção composta durante a sua residência no Rio de Janeiro, o que possibilitou verificar que já havia sintonizado com os movimentos nacionalistas que ocorriam no eixo Rio/São Paulo, mesmo antes de domiciliar-se nessa região. Levando em consideração este contexto descrito, os processos de interação com diferentes dimensões culturais que Waldemar Henrique efetivou, as análises musicais realizadas e a fundamentação teórica adotada, foi possível estabelecer uma relação de seu trabalho com uma “construção simbólica da nação”. “Construção simbólica da nação” sujeita à transversalidade de diferentes poderes, ao entrecruzamento de um sistema de representações, onde sentidos e significados relacionados a uma cultura popular interagem, diretamente ou não, com intenções e interesses políticos e/ou ideológicos.


2019 ◽  
Vol 1 (33) ◽  
pp. 160-175
Author(s):  
Raimundo Helio Lopes ◽  
Felipe Castanho Ribeiro

O presente artigo procura analisar a mobilização do Governo Provisório durante a Guerra de 1932. Para tanto, nos serviremos do conceito de front interno conforme o entendimento do historiador Roney Cytrynowicz, que o define como a mobilização de toda a sociedade para apoiar o Estado na guerra. Neste sentido, defendemos a hipótese de que o Governo Provisório precisou mobilizar diferentes setores da sociedade com o intuito de assegurar a sua vitória diante do movimento militar irrompido no estado de São Paulo. Cabe ressaltar que a cidade do Rio de Janeiro, enquanto sede administrativa e política do país, serviu como uma vitrine para o resto da nação e que por isso o Governo de Getúlio Vargas precisou garantir a manutenção da ordem, conquistar o apoio da população carioca e consequentemente auferir a sua legitimação. A imprensa, censurada durante a guerra, foi um importante meio de comunicação do governo durante o conflito e foi amplamente utilizada para alcançar os seus objetivos.


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