scholarly journals ASPECTOS FORMATIVOS E SOCIO-CONSTITUTIVOS A PARTIR DA TRÍADE “CORAÇÃO, CABEÇA E MÃOS” EM J. H. PESTALOZZI E NO FILME METRÓPOLIS, DE FRITZ LANG

2020 ◽  
Vol 36 ◽  
Author(s):  
RAFAEL RODRIGO MUELLER ◽  
ANDRÉ CECHINEL ◽  
ISMAEL GONÇALVES ALVES

RESUMO: À luz da nova onda de movimentos nacionalistas que desponta hoje em diversas partes do mundo e também, em particular, no Brasil, este artigo propõe-se a debater comparativamente a dimensão totalizante da célebre tríade formativa do pedagogo alemão Johann Heinrich Pestalozzi, “coração, cabeça e mãos”, bem como a sua reapropriação posterior no filme Metrópolis, de Fritz Lang. Para realizar a aproximação entre a proposta de Pestalozzi e o filme de Lang, o presente artigo divide-se em dois momentos fundamentais, voltando-se, primeiramente, para a concepção teórica da tríade “coração, cabeça e mãos”, e, a seguir, para a análise de Metrópolis, enfatizando a sua releitura da tríade formativa aqui em pauta. O que se espera mostrar, em linhas gerais, é tanto o uso conservador a que se submete a fórmula de Pestalozzi quanto a possibilidade de sua reapropriação parcial ou integral para naturalizar desigualdades e censurar o desejo de debatê-las, gesto característico de nosso tempo.

Communication ◽  
1994 ◽  
Vol 15 (1) ◽  
pp. 113-122
Author(s):  
Yves Laberge
Keyword(s):  

2017 ◽  
Vol 22 (29) ◽  
pp. 190
Author(s):  
Pedro Molina-Siles
Keyword(s):  

<p>La productora de la película <em>Metrópolis</em>, dirigida por Fritz Lang en 1927, recurrió a tres grandes escenógrafos para que, a través de sus dibujos, dieran forma a esa arquitectura protagonista indiscutible del film. Una arquitectura con grandes influencias arquitectónicas y urbanísticas que no dejó indiferente a nadie. En este artículo nos centramos en el análisis de los primeros dibujos que presentaron estos escenógrafos, su traslación a los decorados, la demostración de que estos son algo mas que un fondo escénico y el impacto que generaron, no solo en la arquitectura venidera sino también en la imagen de la ciudad del futuro que el cine nos depararía mas adelante.</p>


2018 ◽  
Vol 11 (1) ◽  
pp. 27-46
Author(s):  
Carlos Zúñiga Nieto

This article explores the popularization of the concept of sentimental boyhood during the anticolonial insurrections in the Ten Years’ War (1868– 1878) and the Caste War (1847–1901) in Cuba and the Yucatán Peninsula in the early 1870s. The concept was popularized as childhood advocates articulated a uniquely Mexican emotional standard in the process of child-rearing, promoting the individual cultivation of honor, the management of anger, and the use of fear as discipline. Beginning in the 1870s, Mexican educators popularized theories of boyhood drawing on European notions of boyhood, including work by Jean-Jacques Rousseau and Johann Heinrich Pestalozzi. While educators promoted Rousseau’s and Pestalozzi’s “sentimental notions of boyhood” in rural Yucatán, pedagogues in Mexico City advocated the use of fear to instill obedience among boys.


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