scholarly journals Olinta Ariosa Morales: precursora de la bibliotecología y las bibliotecas en Cuba

Author(s):  
Miriam Caridad Ruíz García ◽  
Luis Ernesto Paz Enrique ◽  
Cándida Judith Guerra Miranda
Keyword(s):  

Olinta Ariosa Morales constituye una personalidad relevante en el ámbito bibliotecológico cubano. Tuvo una amplia labor al frente de varias responsabilidades que moldearon la estructura que posee la bibliotecología contemporánea cubana. Ante la ausencia de investigaciones dedicadas a la personalidad, se planteó como objetivo establecer las contribuciones realizadas a la bibliotecología cubana por la Dra. Olinta Ariosa Morales. La investigación se clasificó como histórica y se desarrolla desde una perspectiva cualitativa. Se seleccionó el método biográfico para su implementación. Para la obtención de resultados se emplearon métodos en los niveles teórico y empírico, fundamentalmente la historia de vida. Destacó el empleo de la técnica de la entrevista a profundidad, la cual fue aplicada a colegas, familiares y estudiosos de la vida de Olinta. Se obtiene como principales conclusiones que una vez graduada de Doctora en Filosofía y Letras, Olinta trabajó como auxiliar de bibliotecario en la Universidad Central “Marta Abreu” de Las Villas. Entre los años 1959 – 1999 Olinta se desempeñó como bibliotecaria y directiva en diversas instituciones, dentro de las que destaca su nombramiento como directora de la Biblioteca Nacional “José Martí” de Cuba. Fue la primera presidenta de la directiva de Asociación Cubana de Bibliotecarios. En honor a toda su labor en el ámbito de la bibliotecología se instaura en Cuba el 14 de abril como Día del Bibliotecario Escolar en honor al nacimiento de Olinta y en 2004 se crea el “Premio Nacional Olinta Ariosa Morales” para reconocer a los bibliotecarios escolares.

2011 ◽  
Author(s):  
Mellissa Fernanda Gomes da Silva ◽  
Samuel de Souza Neto
Keyword(s):  

2011 ◽  
Vol 1 (56) ◽  
pp. 95 ◽  
Author(s):  
Franco Ferroarotti
Keyword(s):  

<p><em>El trabajo da argumentos de fondo que legitiman a los métodos cualitativos como estrategias privilegiadas para el estudio de lo social, en forma particular en el caso de las historias de vida; uno de los argumentos centrales es que el hombre no es un dato sino un proceso, el cual actúa en forma creativa en su mundo cotidiano, es decir, lo social implica una historicidad. Un segundo argumento es el de la necesaria vinculación entre texto y contexto, en el que este último implica reconocer su sentido evocativo y re-creativo, elementos que implican la posibilidad de la autopercepción del individuo-sujeto de la historia de vida en su vinculación experiencial con el ambiente con textual. La relación entre texto y contexto la realiza el individuo como parte de su proceso vivencial en tanto que agente histórico. Las historias de vida tienen, finalmente, la capacidad de expresar y formular lo vivido cotidiano de las estructuras sociales, formales e informales, de ahí su aporte fundamental a la investigación social.</em></p>


2012 ◽  
Vol 35 (4) ◽  
pp. 1016
Author(s):  
Lilian Conceição Guimarães de Almeida ◽  
Ceci Vilar Noronha
Keyword(s):  

Este estudo buscou compreender as dimensões da vulnerabilidade à violência interpessoal contra mulheres vivendo com HIV/Aids, atendidas em serviços de referência para pessoas soropositivas da Bahia. A investigação foi orientada pela abordagem qualitativa, a qual se revelou fundamental para a compreensão do objeto de estudo, centrada no paradigma interpretativo, hermenêutico. As técnicas de coleta de dados foram a observação, registrada em um diário de campo, a análise documental e a entrevista semiestruturada gravada eletronicamente e transcrita na íntegra. Foram entrevistadas 32 mulheres que viviam com HIV/Aids e estavam sendo atendidas em dois serviços de referência dos municípios de Salvador e Santo Antônio de Jesus. A coleta de dados foi realizada no período de dezembro/2008 a setembro/2009. O corpus do estudo foi organizado e tratado com o auxílio da técnica de análise de conteúdo e interpretado com o uso de referências que abordavam a temática. A partir da análise do conteúdo das entrevistas emergiram três sub-temas: (Des)cobrindo a condição sorológica; práticas sexuais e reprodutivas de mulheres antes e após a soropositividade e; vulnerabilidade à violência interpessoal na dinâmica das relações sociais vivenciadas por mulheres. Os resultados revelaram que a história de vida das mulheres soropositivas é dividida, por uma linha imaginária, em um momento antes e outro depois do diagnóstico. As características sociodemográficas e as relações desiguais de gênero que as mulheres mantinham com seus parceiros afetivo-sexuais foram identificadas como condições que interferiram na vulnerabilidade delas à infecção. As agressões fizeram parte do cotidiano das mulheres e puderam ser consideradas como uma causa e uma consequência da infecção pelo HIV/Aids, contudo nem sempre as violências sofridas foram percebidas como tal pelas mulheres, que estavam envolvidas em um contexto relacional afetivo-sexual. Após o diagnóstico, além da violência física, psicológica, sexual e verbal, as mulheres também vivenciaram medos, culpas, estigmas, autoagressões e rupturas nos seus relacionamentos. A sorologia interferiu na maneira como as mulheres lidavam com a sexualidade, pois, após a infecção, algumas apresentaram diminuição da libido e recusaram-se a manter práticas sexuais. Tais condutas contribuíram para a ocorrência de violência entre os parceiros afetivo-sexuais. Nesse contexto, o empoderamento das mulheres é fundamental para que elas interrompam os ciclos de violência e construam outro panorama social, no qual a violência e as desigualdades cedem o lugar à paz e à cidadania plena. Além disso, para a melhoria da assistência a saúde das mulheres vivendo com HIV/Aids, é preponderante ouvi-las, para que, de acordo com suas necessidades, mudanças possam ser implementadas na reorganização das práticas de saúde.


Author(s):  
Cláudia Rodrigues
Keyword(s):  

A Cidade do Porto é, no fim do século XIX, início séc. XX, campo urbano da consubstanciação da sociedade burguesa, apresentando-se, nomeadamente no palco da sua nova ‘Baixa’, como cidade de grande vigor político, público, cultural, comercial, económico, urbano. A ambiência do espaço urbano da Baixa é, nesse tempo, marcada por uma constelação de desenvolvimentos em vários planos urbanos, navega-se aqui no plano do espaço urbano do Porto com contornos públicos, em particular na sua Baixa. Passeia-se fugazmente, numa primeira parte, pelo espaço da cultura, da boémia, do passeio, do encontro e do recreio na Baixa do Porto, entrando-se, numa segunda parte, no seu espaço público e na sua expressão festiva, resistente e resiliente. Contempla-se a cidade como uma caixa de ritmos que contam e cantam a sua actualidade e o seu passado, propondo-se aqui contribuir para a exploração da história de vida da cidade, em jeito de anamnese do espaço urbano na Baixa do Porto. Que ritmos quotidianos e excepcionais do/no espaço urbano do Porto, marcam este momento de consolidação de uma Baixa moderna? Num momento da vida da cidade de excepcional manifestação popular e resistência? Numa Baixa onde o entretenimento é enfatizado, institucionalizando-se na designada ‘cidade do trabalho’, o café, o teatro, o cinema, o salão, o passeio, o jardim? De quem é, como é produzido, e onde pára o espaço urbano desta Baixa? Eis as questões que motivam e norteiam esta passeata ao espaço público e/ou lúdico na/da Baixa de um Porto ‘moderno’.


Author(s):  
Jeffrey Lawrence

This chapter focuses on a paradigmatic misencounter between an American experiencer and a Latin American reader. Examining an implicit debate about the sources of Walt Whitman’s poetry and vision of the Americas, I argue that Waldo Frank, one of the twentieth century’s main literary ambassadors from the US to Latin America, positioned Whitman as the representative US writer whose antibookish experiential aesthetics could serve as a model for “American” writers both in the North and in the South. I show how Frank’s framework provided a foil for Borges’s idiosyncratic view that Whitman’s poetry about America derived entirely from his readings of European and US writers. Although much of the best scholarship on Whitman’s reception in Latin America has concentrated on poets like José Martí and Pablo Neruda, who adapted Whitman’s naturalism, I contend that Borges’s iconoclastic portrait of Whitman as a reader profoundly influenced a range of anti-experiential literary theories and practices in Latin America.


Sign in / Sign up

Export Citation Format

Share Document