scholarly journals Ionospheric Modelling using GPS to Calibrate the MWA. II: Regional Ionospheric Modelling using GPS and GLONASS to Estimate Ionospheric Gradients

Author(s):  
B. S. Arora ◽  
J. Morgan ◽  
S. M. Ord ◽  
S. J. Tingay ◽  
M. Bell ◽  
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AbstractWe estimate spatial gradients in the ionosphere using the Global Positioning System and GLONASS (Russian global navigation system) observations, utilising data from multiple Global Positioning System stations in the vicinity of Murchison Radio-astronomy Observatory. In previous work, the ionosphere was characterised using a single-station to model the ionosphere as a single layer of fixed height and this was compared with ionospheric data derived from radio astronomy observations obtained from the Murchison Widefield Array. Having made improvements to our data quality (via cycle slip detection and repair) and incorporating data from the GLONASS system, we now present a multi-station approach. These two developments significantly improve our modelling of the ionosphere. We also explore the effects of a variable-height model. We conclude that modelling the small-scale features in the ionosphere that have been observed with the MWA will require a much denser network of Global Navigation Satellite System stations than is currently available at the Murchison Radio-astronomy Observatory.

Author(s):  
Markel Rico-González ◽  
José Pino-Ortega ◽  
Fabio Y Nakamura ◽  
Felipe Arruda Moura ◽  
Daniel Rojas-Valverde ◽  
...  

The main aim of this work was to review the use of technological tracking methods to assess collective spatial-positioning variables in team sports. Following the Preferred Reporting Items for Systematic Reviews and Meta-Analyses guidelines and PICO design for systematic reviews, study identification was performed in four databases (PubMed, SPORTDiscus, ProQuest Central, and Web of Science). Articles were selected if they focused on player position and technological tracking methods. After duplicate removal, 2194 articles were identified based on the established search criteria, of which 72 articles were selected and analysed. Semi-automatic optic-based systems, Global Positioning System/Global Navigation Satellite Systems, and local positioning systems were used in 60%, 33% and 7% of the studies, respectively. All studies that measured tactical variables by local positioning system technology in team sports used local position measurement technology. Optic-based systems were used more often in the early years to analyse collective tactical behaviour during competition. Later, Global Positioning System/Global Navigation Satellite Systems became more frequent to measure behaviour in team sports during the training process. The possibility of using the same system during competition and training will facilitate the assessment of collective tactical behaviour in team sports.


2007 ◽  
Vol 7 (12) ◽  
pp. 3143-3151 ◽  
Author(s):  
R. Eresmaa ◽  
H. Järvinen ◽  
S. Niemelä ◽  
K. Salonen

Abstract. The ground-based measurements of the Global Positioning System (GPS) allow estimation of the tropospheric delay along the slanted signal paths through the atmosphere. The meteorological exploitation of such slant delay (SD) observations relies on the hypothesis of azimuthal asymmetry of the information content. This article addresses the validity of the hypothesis. A new concept of asymmetricity is introduced for studying the SD observations and their model counterparts. The asymmetricity is defined as the ratio of the absolute asymmetric delay component to total SD. The model counterparts are determined from 3-h forecasts of a numerical weather prediction (NWP) model, run with four different horizontal resolutions. The SD observations are compared with their model counterparts with emphasis on cases of high asymmetricity in order to see whether the observed asymmetry is a real atmospheric signature. The asymmetricity is found to be of the order of a few parts per thousand. Thus, the asymmetric delay component barely exceeds the assumed standard deviation of the SD observation error. However, the observed asymmetric delay components show a statistically significant meteorological signal. Benefit of the asymmetric SD observations is therefore expected to be taken in future, when NWP systems will explicitly represent the small-scale atmospheric features revealed by the SD observations.


2020 ◽  
Vol 8 (4) ◽  
pp. 238
Author(s):  
Crislaine Menezes da Silva ◽  
Paulo De Tarso Setti Júnior ◽  
Daniele Barroca Marra Alves ◽  
João Francisco Galera Monico

O Galileo é a contribuição da União Europeia ao GNSS (ingl. Global Navigation Satellite Systems – Sistemas de Navegação Global por Satélite) e está próximo da declaração da fase operacional completa, que deve ocorrer no final de 2020 ou início de 2021. Este sistema começou a ser concebido na década de 90, após a decisão do governo americano em não permitir que outras nações participassem da construção e manutenção do sistema NAVSTAR – GPS (ingl. Global Positioning System – Sistema de Posicionamento Global). O sistema Galileo é a primeira contribuição civil para o GNSS e foi desenvolvido de forma a ser independente dos outros sistemas nos segmentos espacial, de controle e operacional. Além disso, está sendo desenvolvido para ser interoperável e compatível com os outros GNSS, em especial o GPS. Nos últimos anos, o desenvolvimento do Galileo fez progressos significativos. A constelação atual compreende um total de 26 satélites orbitando a Terra, 22 operacionais, dos quais três pertencentes à primeira geração de satélites de validação de órbita, e a infraestrutura de controle terrestre está em pleno funcionamento.  Para o usuário, são transmitidos sinais em três frequências E1, E5 e E6. Os sinais em E1 e E5 são transmitidos nas mesmas frequências que os sinais GPS L1 e L5 e ambos sistemas usam princípios de modulação equivalentes. Isso é benéfico pois proporciona uma melhor cobertura e maior robustez para usuários que podem utilizar os sistemas de forma combinada. Além disso, o Galileo oferece vários novos serviços específicos, como o serviço aberto, o serviço de alta acurácia e de busca e resgate. Como o sistema Galileo está atualmente em fase final de implantação, faz-se necessário na literatura brasileira, um artigo que trate exclusivamente desse sistema, este artigo apresenta o estado da arte do sistema Galileo (julho de 2020). Resultados iniciais demonstraram que o Galileo tem acurácia comparável ao GPS, no posicionamento por ponto simples.


2015 ◽  
Vol 13 (3/4) ◽  
pp. 487-496 ◽  
Author(s):  
Karl Palmås

This article presents material from a small-scale ethnographic study of a community of windsurfers that use GPS (Global Positioning System) technology to monitor and share their performance online. Following recent debates within Surveillance Studies, these practices are categorised as a form of coveillance. The argument explores the subjectivity produced by the introduction of GPS technology and social media usage in the context of windsurfers. Suggesting that this form of coveillance is yielding a particular consumer culture among its members, the article explores how the GPS-social-media assemblage boosts the desire to consume.


2021 ◽  
Vol 73 (2) ◽  
pp. 646-665
Author(s):  
Isabel Cristina Moraes ◽  
Shanti Nitya Marengo ◽  
Gustavo Luís Schacht ◽  
Débora Santos Passos

O acesso a geolocalização em smartphones e tablets tem apontado seu uso potencial no levantamento de dados georreferenciados e como ferramenta de mapeamento replicável por usuários não-especialistas. O objetivo deste artigo é apresentar a experiência do mapeamento participativo dos territórios de ação das equipes de Estratégia de Saúde da Família (ESF) do município de Santo Amaro (BA) com recursos de GPS/GNSS (Global Positioning System/Global Navigation Satellite System) e imagem de satélite do Google Earth, no aplicativo Map Marker. Neste trabalho, são apresentados os aspectos da percepção e transcrição dos elementos espaciais no processo de digitalização e atualização cartográfica destes territórios.  Foram realizadas oficinas nas 17 unidades básicas de saúde (UBS) a fim de cartografar os territórios de atuação – microáreas - dos 104 Agentes Comunitários de Saúde (ACS). Das 17 UBS, 10 apresentavam algum produto cartográfico. Esses produtos pré-existentes contribuíram para a correspondência espacial entre o território e as imagens de satélite. A identificação das microáreas foi satisfatória, porém, o maior desafio foi a vetorização das poligonais. Apesar disso, em cada equipe houve ao menos um profissional que se destacou e foi capaz de reproduzir a metodologia sem um mediador. O uso das tecnologias geoespaciais aplicadas ao mapeamento em saúde mostrou-se viável para a área de estudo, e reforça a importância do treinamento para a autonomia dos atores sociais e a democratização desses recursos nas estratégias em saúde pública. A obtenção destas bases cartográficas deve subsidiar à espacialização de doenças registradas na atenção básica bem como à gestão de saúde do município.


2018 ◽  
Vol 6 (2) ◽  
pp. 155
Author(s):  
Gabriel Oliveira Jerez ◽  
Daniele Barroca Marra Alves

O GPS (Global Positioning System) e o GLONASS (GLObal NAvigation Satellite System) começaram a ser desenvolvidos ainda no início da década de setenta e são, atualmente, os principais sistemas GNSS (Global Navigation Satellite System) com constelação completa disponível. Apesar de os dois sistemas terem obtido constelações completas em períodos próximos, o GLONASS passou por um longo período de degradação, causada principalmente pela falta de investimentos e lançamentos para substituição de satélites mais antigos. Com isso o uso de dados combinados GPS/GLONASS acabou se tornando inviável já no final da década de noventa, devido à instabilidade do GLONASS. Porém, o sistema passou por um processo de modernização e restabelecimento a partir de 2001, obtendo novamente constelação completa de 24 satélites e cobertura global em 2011. A partir dessa nova realidade, novos estudos se fizeram necessário. Nesse sentido o presente trabalho buscou fazer uma revisão dos principais conceitos relacionados ao sistema, bem como do seu histórico, estrutura, além do seu processo de modernização e algumas perspectivas futuras.


2019 ◽  
Vol 94 ◽  
pp. 01019
Author(s):  
Khomsin ◽  
Ira Mutiara Anjasmara ◽  
Danar Guruh Pratomo ◽  
Wahyu Ristanto

Global Navigation Satellite System called GNSS is a term used for the entire global navigation that already operate or are in the planning for the future. Some of the satellite that can be used are GPS (Global Positioning System) operated by USA, GLONASS (Global Navigation Satellite System) operated by Rusia and BeiDou/Compass operated by China. Many errors and biases that occur when measuring with GNSS in the field. Theoritically, there are some errors and biases that can be eliminated or subtracted by strength of satellite geometric. One factor to get a good satellite geometric is to increase the number of satellites received by receiver. In general, the more number of satellites received, the better the geometric satellites received by receivers. The development of receiver technology is currently able to capture GPS, GLONASS and BeiDou signals at one time. Thus the receiver can receive many satellites and finally the shape of geometric satellite becomes better. HiTarget V30 is one of the latest GNSS technology on the market today. This receiver is capable of receiving GPS signals, GLONASS and BeiDou at one time of observation. This research will compare the accuracy of positioning using GPS, GLONASS and BeiDou satellite.


2010 ◽  
Vol 30 (1) ◽  
pp. 121-129 ◽  
Author(s):  
Thiago M. Machado ◽  
José P. Molin ◽  
Fabrício P. Povh ◽  
José V. Salvi

São inúmeras as aplicações das tecnologias de Global Navigation Satellite System (GNSS), e o sistema mais utilizado é o Global Positioning System (GPS), desenvolvido pelos Estados Unidos. Em aplicações agrícolas, há a necessidade de posicionamento estático e cinemático, com demandas de distintos níveis de acurácia. No entanto, os usuários carecem de informação quanto ao desempenho cinemático de receptores GNSS, sendo disponibilizados apenas dados de desempenho estático, e por essa razão desenvolveu-se um veículo instrumentado para testar metodologia de avaliação do desempenho de receptores GNSS sob condição cinemática, visando a representar operações agrícolas. Foi utilizada instrumentação para coletar os dados sob variação de velocidade e sentido de percurso circular. A partir de ensaio experimental, verificou-se que a metodologia possibilita o cálculo da acurácia e da precisão, necessitando apenas de melhorias nos equipamentos de aquisição de dados em ensaios de longa duração.


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