Individualized home-based exercise programs for older people to reduce falls and improve physical performance: A systematic review and meta-analysis

Maturitas ◽  
2015 ◽  
Vol 82 (1) ◽  
pp. 72-84 ◽  
Author(s):  
Keith D. Hill ◽  
Susan W. Hunter ◽  
Frances A. Batchelor ◽  
Vinicius Cavalheri ◽  
Elissa Burton
2015 ◽  
pp. 421 ◽  
Author(s):  
Elissa Burton ◽  
Vinicius Cavalheri ◽  
Richard Adams ◽  
Colleen Oakley Browne ◽  
Petra Bovery-Spencer ◽  
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2021 ◽  
Vol 21 (1) ◽  
Author(s):  
Linqian Lu ◽  
Lin Mao ◽  
Yuwei Feng ◽  
Barbara E. Ainsworth ◽  
Yu Liu ◽  
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Abstract Objective We conducted a systematic review and meta-analysis to clarify the effects of different exercise modes (resistance training [RT], whole body vibration training [WBVT], and mixed training [MT, resistance training combined with other exercises such as balance, endurance and aerobic training]) on muscle strength (knee extension strength [KES]) and physical performance (Timed Up and Go [TUG], gait speed [GS] and the Chair Stand [CS]) in older people with sarcopenia. Method All studies published from January 2010 to March 2021 on the effects of exercise training in older people with sarcopenia were retrieved from 6 electronic databases: Pubmed, Cochrane Library, Embase, Web of Science, the China National Knowledge Infrastructure (CNKI), and Wanfang Database. Two researchers independently extracted and evaluated studies that met inclusion and exclusion criteria. Pooled analyses for pre- and post- outcome measurements were performed using Review Manager 5.4 with standardized mean differences (SMDs) and fixed-effect models. Result Twenty-six studies (25 randomized controlled trails [RCTs] and one non-randomized controlled trail) were included in this study with 1191 older people with sarcopenia (mean age 60.6 ± 2.3 to 89.5 ± 4.4). Compared with a control group, RT and MT significantly improved KES (RT, SMD = 1.36, 95% confidence intervals [95% CI]: 0.71 to 2.02, p < 0.0001, I2 = 72%; MT, SMD = 0.62, 95% CI: 0.29 to 0.95, p = 0.0002, I2 = 56%) and GS (RT, SMD = 2.01, 95% CI: 1.04 to 2.97, p < 0.0001, I2 = 84%; MT, SMD = 0.69, 95% CI: 0.29 to 1.09, p = 0.008, I2 = 81%). WBVT showed no changes in KES (SMD = 0.65, 95% CI: − 0.02 to 1.31, p = 0.06, I2 = 80%) or GS (SMD = 0.12, 95% CI: − 0.15 to 0.39, p = 0.38, I2 = 0%). TUG times were significantly improved with all exercise training modes (SMD = -0.66, 95% CI: − 0.94 to − 0.38, p < 0.00001, I2 = 60%). There were no changes in CS times with any of the exercise training modes (SMD = 0.11, 95% CI: − 0.36 to 0.57, p = 0.65, I2 = 87%). Conclusions In older people with sarcopenia, KES and GS can be improved by RT and MT, but not by WBVT. All three training modes improved TUG times, but not improved CS times.


2019 ◽  
Vol 51 ◽  
pp. 48-54 ◽  
Author(s):  
Nicola Veronese ◽  
Brendon Stubbs ◽  
Leonardo Punzi ◽  
Pinar Soysal ◽  
Raffaele Antonelli Incalzi ◽  
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2019 ◽  
Vol 9 (4) ◽  
pp. 539
Author(s):  
Ana Mary Lima Libório ◽  
Genildes De Oliveira Santana ◽  
Maira Carvalho Macêdo ◽  
Mansueto Gomes Neto ◽  
Abrahão Fontes Baptista ◽  
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INTRODUÇÃO: Na medida em que a expectativa de vida aumenta, também são necessárias soluções para melhorar a independência funcional em condições cronicamente alteradas, comuns nas disfunções neurológicas. OBJETIVO: Avaliar o efeito de programas de exercícios domiciliares (PED) sobre prejuízos na atividade de caminhar devido a acidente vascular cerebral (AVC), doença de Parkinson (DP), esclerose múltipla (EM) e mielopatia associada ao HTLV-1 ou paraparesia espástica tropical (HAM/TSP). MÉTODOS: As fontes de dados incluíram PubMed, SciELO, Pedro e Cochrane Library e artigos disponíveis em inglês, português, espanhol, alemão ou francês. Nenhuma restrição de tempo foi aplicada e a seleção foi feita por dois pesquisadores independentes em três etapas. Ensaios clínicos com intervenções dos programas PED para adultos com dificuldades de marcha ou equilíbrio decorrentes das condições neurológicas acima foram incluídos. As variáveis foram velocidade ou distância da marcha, força, equilíbrio, mobilidade, funcionalidade e independência funcional. A qualidade metodológica foi avaliada com a escala PEDro, e uma estratégia PICOS orientou extração de dados. Diferenças das médias ponderadas (DMP), intervalos de confiança de 95% (IC) e heterogeneidade foram avaliadas pelo teste I2 com o programa RevMan 5.3. A GRADE foi aplicada na avaliação da qualidade da evidência. RESULTADOS: O PED foi eficaz na melhora do equilíbrio (DMP 2,8; IC 1,5; 4,1) e da capacidade cardiorrespiratória (DMP 29,3m; IC 8,3; 50,2) para pessoas com AVC. Para pessoas com EM, o PED levou a uma melhora no perfil fisiológico (DMP -1,3; IC -0,5; 2,0) e mobilidade (DMP -3,3; IC -5,1; -1,4). CONCLUSÕES: O PED é eficaz na melhora da atividade de caminhada, desempenho e mobilidade funcional das deficiências neurológicas. Sugerimos a aplicação do PED na saúde pública e o uso de escalas funcionais para comparar a mesma incapacidade em diferentes distúrbios neurológicos.


BMJ ◽  
2001 ◽  
Vol 323 (7315) ◽  
pp. 719-719 ◽  
Author(s):  
R. Elkan ◽  
D. Kendrick ◽  
M. Dewey ◽  
M. Hewitt ◽  
J. Robinson ◽  
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