scholarly journals Measures of pediatric function: The Child Health Assessment Questionnaire (CHAQ), Juvenile Arthritis Functional Assessment Report (JAFAR), Juvenile Arthritis Functional Assessment Scale (JAFAS), Juvenile Arthritis Functional Status Index (JASI), and Pediatric Orthopedic Surgeons of North America (POSNA) Pediatric Musculoskeletal Functional Health Questionnaire

2003 ◽  
Vol 49 (S5) ◽  
pp. S5-S14 ◽  
Author(s):  
Susan E. Klepper
1994 ◽  
Author(s):  
Gurkirpal Singh ◽  
Balu H. Athreya ◽  
James F. Fries ◽  
Donald P. Goldsmith

2018 ◽  
Vol 43 (05) ◽  
pp. 375-382 ◽  
Author(s):  
Kirsten Minden ◽  
Martina Niewerth ◽  
Jens Klotsche ◽  
Angela Zink

Zusammenfassung Hintergrund Multizentrische Beobachtungsstudien, wie die Kerndokumentation rheumakranker Kinder und Jugendlicher, und bundesweite Abrechnungsdaten vermitteln Informationen zur Versorgung von Kindern, Jugendlichen und jungen Erwachsenen mit juveniler idiopathischer Arthritis (JIA). Sie gestatten die Art der Versorgung, deren Veränderungen über die Zeit und assoziierte Outcomes sowie Defizite aufzuzeigen. Methoden Basierend auf Daten der Kerndokumentation, der Umfrage der kinderrheumatologischen Fachgesellschaft zu Versorgungsangeboten in 2017 und Publikationen der letzten Jahre wird die Versorgungssituation bei der JIA zusammenfassend dargestellt. Zur Beurteilung der Krankheitslast wurden neben der in der Kerndokumentation erfassten Krankheitsaktivität (beurteilt anhand des klinischen JADAS-10 [juvenile arthritis disease activity score]) die patienten-berichteten Outcomes Funktionsfähigkeit (bestimmt mittels Childhood Health Assessment Questionnaire) und Schmerzen (erfasst mittels numerischer Ratingskala) herangezogen. Ergebnisse Für die Behandlung rheumakranker Kinder und Jugendlicher stehen inzwischen bundesweit über 160 Kinder- und Jugendrheumatologen zur Verfügung. Die Versorgung der jungen Patienten erfolgt überwiegend an Krankenhausambulanzen, die Häufigkeit stationärer Behandlungen ist jedoch zurückgegangen. Die medikamentöse Therapie unterlag erheblichen Änderungen, in 2016 wurden 22% aller JIA-Patienten mit Biologika behandelt, von den Patienten mit systemischer JIA sogar fast 40%. Glukokortikoide und NSAR haben mit zunehmendem Biologikaeinsatz an Bedeutung verloren. Die Krankheitslast war bei den Kindern und Jugendlichen mit JIA in den letzten Jahren rückläufig. Sowohl die durchschnittliche Krankheitsaktivität als auch die Funktionseinschränkungen im Alltag sind zurückgegangen, die mittlere Schmerzstärke der Betroffenen änderte sich über die Zeit jedoch nicht relevant. Schätzungsweise mindestens zwei Drittel der JIA-Patienten werden im Kindes- und Jugendalter fachspezifisch versorgt. Im jungen Erwachsenenalter sind es weniger, was Konsequenzen für die medikamentöse Versorgung der Betroffenen hat. Fazit Mit den heute vorhandenen Versorgungsangeboten und Therapiestrategien lässt sich die Krankheitslast bei den JIA-Patienten erfolgreich reduzieren. Damit Patienten von den neuen Optionen profitieren können, braucht es eine rechtzeitige Erkennung der JIA mit Überweisung und langfristigem Verbleiben in fachspezifischer Betreuung.


1989 ◽  
Author(s):  
Daniel J. Lovell ◽  
Steven Howe ◽  
Edith Shear ◽  
Sandra Hartner ◽  
Gerri McGirr ◽  
...  

2020 ◽  
Vol 10 (2) ◽  
pp. 203
Author(s):  
Fernanda Souza Gonçalves ◽  
Suzana Souza Moreira de Almeida ◽  
Juliana Costa Santos ◽  
Carlos Maurício Cardeal Mendes

INTRODUÇÃO: As crianças que evoluem para cardiopatia reumática passam a conviver com limitações, tornam-se comumente restritas no desempenho de atividade do cotidiano. OBJETIVO Verificar a existência de correlação entre o desempenho no teste de caminhada de seis minutos (TC6M) e do degrau de três minutos (TD3) e a pontuação do  child health assessment questionnaire (CHAQ) em criança com febre reumática. MÉTODOS: Estudo seccional sem grupo de comparação, descritivo e exploratório, realizado com 15 crianças. Foram avaliadas através dos testes submáximos, o TC6M e o TD3 e a avaliação da capacidade física sob a percepção do cuidador foi realizada por meio da aplicação do  CHAQ . RESULTADOS: A média de idade 13,7 anos, desvio padrão 1,9 anos. A maioria dos acompanhantes eram mães, 66,7%, e uma parcela considerável dos cuidadores apresentou baixo nível socioeconômico e de escolaridade. O valor obtido na distância percorrida através do TC6M demonstrou um baixo desempenho, mediana (intervalo interquartil) 420 (101) metros que também foi observado no teste do degrau de três minutos, mediana (intervalo interquartil) 68 (6,5) degraus. Em relação ao questionário CHAQ foi observado ausência de comprometimento da capacidade física diante da percepção dos responsáveis com escore final do questionário de 0,1. A correlação entre o questionário e o teste de caminhada de seis minutos (correlação de Sperman = - 0,21) e, entre o questionário e o teste do degrau de três minutos, (correlação de Sperman = - 0,39). CONCLUSÃO: Não foi encontrada correlação dos testes submáximos, em relação à capacidade física obtida através da percepção dos responsáveis avaliada através do questionário. Esse resultado chama a atenção para a importância do fisioterapeuta inserir na sua prática clínica, nesse perfil de pacientes os testes submáximos.


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