scholarly journals Il pessimismo mitteleuropeo: Otto Weininger

2011 ◽  
Vol 2 (1) ◽  
pp. 95
Author(s):  
Fábio Ciraci

Com o presente estudo pretende-se contextualizar a obra e o pensamento do filósofo vienense Otto Weininger, tomando-o no interior da cultura centro-européia. Almeja-se, assim, expor brevemente a formação do pensador austríaco em relação à cultura pessimista da assim chamada finis Austriae. Além disso, pretende-se trazer à luz os aspectos filosóficos fundamentais da sua metafísica do amor sexual, indicando as fontes científicas e literárias que o inspiraram a fim de detectar a tensão moral e religiosa do pensamento filosófico weiningeriano, com base na qual é possível falar de um pessimismo místico, recheado pela prospectiva escatológica. Por fim, objetiva-se confrontar o pensamento de Weininger com aqueles de Arthur Schopenhauer e de Friedrich Nietzsche, destacando os pontos de distância e de diversidade em relação aos dois filósofos.

2020 ◽  
Vol 6 (4) ◽  
pp. 73-82
Author(s):  
Gyula Varga

A tanulmány a XIX. századi filozófus, Arthur Schopenhauer és XIX-XX. század fordulóján élt Otto Weininger filozófus-pszichológus karakterológiáját és nő-képét írja le és hasonlítja össze. A schopenhaueri és a weiningeri filozófia ugyanis meglepő egyezéseket mutat a nő szerepéről az életben, a két nem közötti különbségekről, és a nők alsóbb rendűségéről. Kisebb kitérőkkel –mint például a pszichológia feladata, karakter és nem, a nemi szerepek kettőssége, a nő, mint diametriális lény– képet kapunk a két gondolkodó elméletéről. A tanulmány olyan pszichológiát mutat be, amely a mai pszichológia előtti lélektani próbálkozás volt, és egészen más szemszögből vizsgálta az individuum és a nemek viszonyrendszerét.


2019 ◽  
pp. 37-50
Author(s):  
Gonzalo Zurita Balderas

En este artículo se realiza una exposición de las ideas sobre la naturaleza y la crítica al antropocentrismo presente en la obra de Friedrich Nietzsche (1844-1900). En el primer apartado del texto se revisa el origen de las ideas nietzscheanas sobre la naturaleza y se destacan sus rasgos fundamentales. Para llevar a cabo lo anterior, se contraponen los planteamientos del filólogo alemán con los de Arthur Schopenhauer, señalando las diferencias y similitudes entre ambos pensadores. La segunda sección se aboca a desarrollar la crítica que Nietzsche genera en torno a la falsa noción de centralidad o supremacía que guardaría la humanidad frente a la naturaleza. Finalmente, se proponen vías de investigación futura para ambos temas mediante los problemas propios de la tecnociencia. Palabras claveOntología, hermenéutica, ciencia, ser humano, ética. Referencias Grave, Crescenciano. 1998. El pensar trágico. Un ensayo sobre Nietzsche. México:UNAM-FFyL.Nietzsche, Friedrich. 2010. “La ciencia jovial” en Nietzsche I. España: Gredos.Nietzsche, Friedrich. 2010. “El nacimiento de la tragedia” en Nietzsche II. España:Gredos.Nietzsche, Friedrich. 2010. “Más allá del Bien y del Mal” en Nietzsche II. España:Gredos.Nietzsche, Friedrich. 2011. Obras Completas Vol. 1. España: Tecnos.Nietzsche, Friedrich. 2013. Obras Completas Vol. 2. España: Tecnos.Nietzsche, Friedrich. 2014. Obras Completas Vol. 3. España: Tecnos.Nietzsche, Friedrich. 2016. Obras Completas Vol. 4. España: Tecnos.Safranski, Rüdiger. 2002. Nietzsche: biografía de su pensamiento. España: Tusquets.Schopenhauer, Arthur. 2009. Parerga y Paralipomena. España: Trotta.Spinoza, Baruch. 2000. Ética demostrada según el orden geométrico de lascosas. España: Trotta.Simmel, Georg. 2006. Schopenhauer y Nietzsche. España: Prometeo Ediciones.


2018 ◽  
Vol 2 (1) ◽  
pp. 84-101
Author(s):  
Diogo Prado

Trabalho com o objetivo de refletir acerca da desconstrução do sagrado feita em O evangelho segundo Jesus Cristo, de José Saramago, observando-se como os valores do divino, como a própria imagem de Deus, são retratados na narrativa. Refletir-se-á sobre o envolvimento das personagens José e Jesus para com a vontade do sagrado, percebendo-se o preço e desgaste que idolatrar esse Deus causa. Como base teórica para a análise, usar-se-á dos pensamentos de Arthur Schopenhauer, Friedrich Nietzsche, Sigmund Freud, dentre outros, com a finalidade de demonstrar o processo de desconstrução da suposta “superioridade e perfeição” dos céus, por parte do romance saramaguiano.


Temática ◽  
2017 ◽  
Vol 13 (5) ◽  
Author(s):  
André Boniatti

O estudo aqui apresentado pretende relacionar a obra “Doutor Fausto”, de Thomas Mann, com as ideias filosóficas de Artur Schopenhauer e de Friedrich Wilhelm Nietzsche, demonstrando como a vida do compositor Adrian Leverkhün coaduna com a emancipação do bem e do mal nietzschiana, a partir da metafísica schopenhaueriana, que vê na música (fisicamente) a essência para todas as coisas. Ao compactuar com o demônio, Leverkhün libera sua genialidade e faz-se senhor de seu destino, passando a criar seus próprios valores, assim sofrendo o castigo trágico sobre sua hamartia. Nesse sentido, a relação aqui proposta é capaz de auxiliar no entendimento acerca da arte como princípio motor independente de moralidade ou preconceitos e mesmo de conceitos pré-estabelecidos, tidos como imutáveis, levando-nos a entender o grande teor essencial e primevo das artes: A plena liberdade do espírito, em ato puro.Palavras-chave: Thomas Mann. Nietzsche. Schopenhauer. Fausto. Literatura alemã.


2018 ◽  
Vol 23 (2) ◽  
pp. 172-181
Author(s):  
Diogo Duarte Do Prado

O artigo Guerra e trauma no romance “A última canção da noite”, de Francisco Camacho, têm como objetivo analisar a presença de tais aspectos na narrativa do autor português, refletindo acerca de como a presença da guerra gera traumas em um indivíduo, fazendo com que tenha seus atos conduzidos e sua vida comprometida pelos conflitos. Mais especificamente, em tal ficção, vê-se o personagem Jack Novak, guitarrista de sucesso da banda “The Bitters”, envolvido, por ligações familiares, aos eventos catastróficos da guerra civil da Jugoslávia, na década de 1990, situação a qual ele tenta por um momento se afastar, mas não consegue, afetando-o assim permanentemente, fazendo-o se questionar quanto à própria vida, marcando-o na memória com as cenas aterrorizantes da guerra, característica esta peculiar do trauma. Como base teórica para tal proposta de trabalho, usufruir-se-á da filosofia de Arthur Schopenhauer (1788-1860) e Friedrich Nietzsche (1844-1900), que abordam a temática do homem como propagador da dor e a necessidade que o mesmo sente em entrar em conflito, impondo suas vontades ao outro, respectivamente; da psicanálise de Sigmund Freud (1856-1939), atentando para o comportamento compulsivo e repetitivo do indivíduo traumatizado; a ideia de trauma como resultado da cultura, de uma era pós-catástrofe que nunca passa, apresentadas por Primo Levi (1919-1987) e por Márcio Seligmann-Silva (1964); dentre outros pensadores que corroboram para o desenvolvimento de tais temáticas sobre a guerra e do trauma. 


2017 ◽  
Vol 11 (21) ◽  
pp. 153-172
Author(s):  
Sidnei de Oliveira

Com o ingresso da Viola Caipira na universidade, a possibilidade de um diálogo com a academia pode ser recebida como um período de análises produtivas neste universo. Entretanto, se o diálogo for conduzido apenas pelo viés acadêmico, esquecendo a essência e a história que este instrumento possui na cultura caipira, tal caminho corre um risco antagônico, isto é, a desconstrução da cultura e a representação desta mesma cultura por um viés de publicações acadêmicas. Afirmar a Viola Caipira em seu atual momento como instrumento ainda imerso em seus primórdios, ou seja, no campo, na roça, na vida do caipira, em festejos populares, como se tais manifestações ainda tivessem o mesmo sentido sociológico e filosófico, é o primeiro passo para que sua história seja eternizada como uma simples ferramenta de trabalhos acadêmicos. Este artigo tem como objetivo realizar uma crítica sobre a posição tomada por aqueles que sustentam a ideia de uma cultura da Viola Caipira, do Caipira e do Violeiro ainda imergido na essência desta mesma cultura, a saber, sem o reflexo da cultura do mercado fonográfico como primeiro passo para a representação do que seria esta cultura. Para realizar esta crítica utilizarei alguns nomes, por exemplo: Arthur Schopenhauer e sua obra Über die Universitäts-Philosophie (Sobre a Filosofia Universitária), Friedrich Nietzsche e sua primeira obra publicada Die Geburt der Tragödie (O nascimento da tragédia), entre outros textos clássicos do filósofo Theodor Adorno e do historiador Mário de Andrade. As obras destes quatro nomes têm em comum, além da originalidade, temas relacionados à cultura e à arte, assim como à cultura de mercado, à essência, às críticas à academia, entre outros.


2021 ◽  
Vol 6 (1) ◽  
pp. 158
Author(s):  
Marina Lícia Dos Santos

<p>Esse trabalho tem o objetivo de analisar a importância da música na obra <em>O Nascimento da Tragédia </em>(2003) de Friedrich Nietzsche. Tema essencial na formulação de seu pensamento, na música Nietzsche encontra ferramenta necessária à sua filosofia. Abordar-se-á o papel que a música desempenha nessa obra, a partir de três eixos principais: o caráter dionisíaco da música, a oposição às interpretações de Immanuel Kant e a influência de Arthur Schopenhauer e Richard Wagner no pensamento do jovem Nietzsche. Conclui-se que, a evolução filosófica de Nietzsche faz com que ele entre em franca oposição a Kant e distancie-se de Schopenhauer e Wagner em suas interpretações a respeito da importância da música.</p>


ARHE ◽  
2020 ◽  
Vol 27 (33) ◽  
pp. 243-265
Author(s):  
IVICA KELAM ◽  
LUKA RAŠIĆ

This paper gives a particular overview of reflections on education by two renowned philosophers of West European culture, Arthur Schopenhauer and Friedrich Nietzsche. What links their philosophy of education is the inclination towards the more complete shaping of a man. Nietzsche is a great supporter of Schopenhauer's understanding of philosophy as a philosophy of life. However, while Schopenhauer remained imprisoned in the world of pessimism, Nietzsche overcame the pessimistic view of the world with the image of a creative artist who consistently sets his life in motion, while enjoying his art of living. The thing they have in common is extreme individualism – the understanding of philosophy as the liberation of inner life. Arthur Schopenhauer perceived a man as a being of will that succumbs to laws of nature and the lower levels of humanity – will and passion. Friedrich Nietzsche saw a man as a being of will for power, emphasizing the power of the urgent and irrational one. Schopenhauer gave the pessimistic view of a man who is under the power of an unquenchable lust for life, whereas Nietzsche gave a nihilistic view of the world, in which he advocated demolishing ​​and putting an end to the old values. In Nietzsche's opinion, a nihilist is someone who sees everything as pointless and futile. Arthur Schopenhauer had a significant influence, not only on Friedrich Nietzsche but also on some other great men of his time, who mostly did not support his philosophy in its entirety. Understanding the world in Schopenhauer's way came to life at the end of the 19th century and later, primarily because of Friedrich Nietzsche. This was an era in which social sciences finally began to develop separately, but at the same time complement each other. Due to this interaction, it was possible for Schopenhauer, and through him also for Nietzsche, to have such a significant influence on the European spiritual life.


Author(s):  
Michael Lacewing ◽  
Richard G.T. Gipps

This section of the Handbook consists of five chapters that focus on how psychoanalysis intersects with the history of philosophy. Three themes are examined: philosophical anticipations of psychoanalytic ideas; the clarification of psychoanalytic ideas by situating them in their intellectual context; and alternative approaches to psychoanalytic material provided by philosophers such as Friedrich Nietzsche and Baruch Spinoza. Also considered in this section is how Nietzsche and Arthur Schopenhauer anticipated aspects of Sigmund Freud’s psychoanalytic theory. The first chapter explores Schopenhauer’s conception of mankind’s motivations and his writings on madness, the second deals with Freud’s thinking on sexuality and the sexual drive, and the third describes an implicit concept of an unconscious first made explicit by Friedrich Wilhelm Joseph von Schelling and later deployed to explicate human motivation by Schopenhauer and Nietzsche. The last two chapters discuss sublimation and the solipsistic aspect of Freud’s systematization.


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