scholarly journals Comparação gráfica entre curvas de índice de sítio para Pinus elliottii e Pinus taeda desenvolvidas no sul do Brasil.

2002 ◽  
Vol 12 (1) ◽  
pp. 143 ◽  
Author(s):  
Helio Tonini ◽  
César Augusto Guimarães Finger ◽  
Paulo Renato Schneider ◽  
Peter Spathelf

Este trabalho teve como objetivos estudar o crescimento em altura dominante para Pinus elliottii e Pinus taeda, mediante comparações entre as curvas de índice de sítio construídas para algumas regiões do estado do Rio Grande do Sul e outros Estados da Federação. Essas comparações indicaram que as curvas feitas por Tonini (2000) para as regiões da Serra do Sudeste e Litoral no estado do Rio Grande do Sul, não apresentaram o mesmo desenvolvimento em relação às curvas feitas por Scolforo e Machado (1988), para os estados do Paraná e Santa Catarina; Brasil (1989a), para a região de Passo Fundo RS, Marcolin (1990), para o Segundo Planalto Paranaense e Selle (1993), para a região de Cambará do Sul. No entanto, o comportamento em relação às curvas de índice de sítio feitas por Brasil (1989b), para a região de São Francisco de Paula mostraram-se semelhantes, havendo somente uma diferença de nível entre estas.

2013 ◽  
Vol 43 (11) ◽  
pp. 1981-1986 ◽  
Author(s):  
Paulo Renato Schneider ◽  
Luiz Ernesto Grilo Elesbão ◽  
Paulo Sérgio Pigato Schneider ◽  
Régis Villanova Longhi

A introdução de espécies florestais de rápido crescimento em áreas com solos arenizados e degradados pode ser uma alternativa tanto para a prevenção como para a minimização desse problema. O trabalho objetivou avaliar o crescimento em altura dominante do Pinus elliottii Engelm. e Pinus taeda L. em relação aos solos arenizados e degradados por ação antrópica, no oeste do estado do Rio Grande do Sul (RS). Para isso, foram selecionadas árvores dominantes em povoamentos com 29 anos de idade, em áreas com dois níveis de degradação, as quais foram abatidas e seccionadas pelo método de Smalian para a obtenção de discos de madeira para a análise dendrocronológica e determinação da altura dominante por idade, no período de 1982 a 2010. Os crescimentos em altura dominante dessas espécies, quando comparados entre si e por nível de degradação do solo, apresentaram tendências diferentes de desenvolvimento no tempo, indicando a presença de polimorfismo das curvas.


2007 ◽  
Vol 17 (3) ◽  
pp. 239 ◽  
Author(s):  
César Martins Andrade ◽  
César Augusto Guimarães Finger ◽  
Cláudio Thomas ◽  
Paulo Renato Schneider

A variação do crescimento anual em diferentes alturas do fuste de Pinus taeda L. foi estudada por meio da análise de tronco em árvores do estrato dominante e médio. Foram coletadas secções transversais ao longo do fuste de 9 árvores-amostra, tomadas na base, à altura do peito (DAP), e após, a cada metro. A amostragem foi constituída de 4 árvores provenientes de Canela, Rio Grande do Sul, em floresta com 17 anos de idade, submetida a um desbaste, e 5 árvores de Ponte Alta do Norte, Santa Catarina, em floresta com 34 anos, submetida a cinco desbastes. Os resultados, expressos na forma percentual do incremento em área basal na posição "i", sobre o incremento em área basal ao nível do DAP, mostraram a forte variação na deposição anual de lenho ao longo do fuste em função da densidade populacional, caracterizando os efeitos da competição e da liberação pela execução do desbaste. Árvores sujeitas à competição mostraram maior crescimento nas partes superiores do fuste, enquanto que árvores sob menor concorrência apresentaram maior crescimento em posições inferiores, facilmente identificadas pela forma e inclinação das curvas de incremento.


2016 ◽  
Vol 24 (0) ◽  
Author(s):  
Mario Tomazello Filho ◽  
João Vicente de Figueiredo Latorraca ◽  
Felícia Miranda Fischer ◽  
Graciela Inez Bonzon de Muñiz ◽  
José Luis Melandri ◽  
...  

RESUMO As árvores de Pinus taeda – introduzidas no Brasil em 1880 e em ensaios experimentais em 1936 – têm sido relacionadas na literatura especializada ao processo de invasão biológica de algumas áreas de campos gerais e de altitude dos estados do Paraná e Santa Catarina, de cerrado no estado de São Paulo, de restinga no estado de Santa Catarina e de pampas no estado do Rio Grande do Sul. Os anéis de crescimento anuais formados no lenho das árvores de Pinus taeda constituem importante ferramenta na avaliação do processo de invasão biológica. Com esse objetivo, no presente trabalho avaliou-se a dispersão espacial-temporal de sementes analisando-se os anéis de crescimento do lenho de árvores de Pinus taeda de plantações e de regeneração natural na região de Faxinal do Céu, estado do Paraná. Os resultados possibilitaram determinar a idade e a taxa de crescimento do tronco das árvores de Pinus taeda de plantações, a data da germinação, a área de dispersão das sementes e a taxa de crescimento das árvores de regeneração natural. Os resultados permitem, da mesma forma, discutir o processo de invasão de árvores de Pinus taeda pela dispersão das sementes em áreas limítrofes às plantações florestais.


2014 ◽  
Vol 44 (9) ◽  
pp. 1561-1567 ◽  
Author(s):  
Paulo Renato Schneider ◽  
Luiz Ernesto Grilo Elesbão ◽  
Paulo Sérgio Pigato Schneider ◽  
Régis Villanova Longhi

Este trabalho foi realizado com o objetivo de estudar o desempenho do Pinus elliottii Engelm. e Pinus taeda L. em áreas arenizadas e degradadas por ação antrópica, na região da fronteira oeste do estado do Rio Grande do Sul. Em povoamentos, foram selecionadas árvores médias, que foram abatidas e seccionadas pelo método de Smalian, a fim de obter discos de madeira para a análise dendrocronológica, para a obtenção do diâmetro por idade. O crescimento em diâmetro, quando comparado entre espécies, apresentou tendências diferentes de níveis de desenvolvimento no tempo. O uso de variáveis dummy no modelo de crescimento permitiu definir uma equação única para estimar o diâmetro em função da idade para ambas as espécies, considerando os níveis de degradação do solo médio e baixo, como variáveis necessárias para estimar o crescimento destas espécies nestes tipos de solos arenizados e degradados.


RENOTE ◽  
2010 ◽  
Vol 8 (2) ◽  
Author(s):  
.. .

Ana Bertoletti De Marchi - Universidade de Passo Fundo Cleuza Alonso - Universidade Federal de Santa Maria Elisa Boff - Universidade de Caxias do Sul Eliseo Reategui - Universidade Federal do Rio Grande do Sul Evandro Alves - Universidade Federal do Rio Grande do Sul Gilse Falkembach - Universidade Luterana do Brasil - ULBRA Janete Sander Costa - Universidade Federal do Rio Grande do Sul Joice Otsuka - Universidade Federal de São Carlos José Valdeni de Lima - Universidade Federal do Rio Grande do Sul Liane Tarouco - Universidade Federal do Rio Grande do Sul Liliana Passerino - Universidade Federal do Rio Grande do Sul Magda Bercht - Universidade Federal do Rio Grande do Sul Marcelo Foohs - Universidade Federal do Rio Grande do Sul Marcus Basso - Universidade Federal do Rio Grande do Sul Maria Cristina Biazus - Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS Marlise Geller - Universidade Luterana do Brasil Patricia Behar - Universidade Federal do Rio Grande do Sul Querte Mehlecke - Faculdades de Taquara-FACCAT/RS Renato Dutra - MicroPower - Educação e Negócios Ricardo Silveira - Universidade Federal de Santa Catarina Roseclea Medina -Universidade Federal de Santa Maria Sidnei Silveira - Centro Universitário Ritter dos Reis - UniRitter Silvia Meirelles Leite - Universidade Federal de Pelotas Simone Conceição - Universidade de Wiscosin - Estados UnidosCoordenação :José Valdeni de Lima - PPGIE Liane Margarida Rockenbach Tarouco - CINTED/UFRGSEliseo Reategui - FACED/PGIE - UFRGS


Author(s):  

Abstract A new distribution map is provided for Sphaeraspis vitis (Philippi) Hemiptera: Coccoidea: Margarodidae Feeds on roots of many plants; seriously damages grapevine (Vitis vinifera), sometimes resulting in plant death. Information is given on the geographical distribution in SOUTH AMERICA, Argentina, Brazil, Maranhao, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Chile, Paraguay, Uruguay, Venezuela.


Author(s):  
D. W. Minter

Abstract C. brasiliensis is described and illustrated. Information on the hosts (Podocarpus elatus, P. lambertii and P. neriifolius), geographical distribution (Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina and São Paulo, Brazil), dispersal and pathogenicity of C. brasiliensis is presented. Symptoms of the disease caused by C. brasiliensis are described.


2000 ◽  
Vol 20 (3) ◽  
pp. 91-96 ◽  
Author(s):  
Daniela I.B. Pereira ◽  
Franklin Riet-Correa ◽  
Silvia L. Ladeira

Vários experimentos foram realizados para demonstrar a participação de Dermatobia hominis na etiologia da lechiguana: (1) Lesões experimentais causadas por larvas da mosca em um bovino foram infectadas com Mannheimia granulomatis. Foram realizadas biópsias em duas lesões produzidas pela larva. Em uma dessas biópsias foi observada linfangite eosinofílica e proliferação de tecido conectivo, similares às encontradas na lechiguana. (2) Com o objetivo de detectar a possível participação de Dermatobia hominis como vetor de Mannheimia granulomatis, foi realizado o estudo bacteriológico de 72 larvas e o mesmo número de exsudatos, provenientes de lesões de Dermatobia hominis, não tendo sido isolada a bactéria em nenhuma oportunidade. (3) Lesões espontâneas da mosca foram infectadas com uma suspensão da bactéria em 9 bovinos, sendo que um dos animais desenvolveu uma lesão de lechiguana 3 meses após a inoculação. (4) Foram estudadas duas lesões fibroproliferativas, clinicamente similares a lechiguana, causadas pela larva de Dermatobia hominis. Histologicamente estas lesões caracterizam-se por proliferação de tecido fibroso com presença de granulomas focais, diferenciando-se da lechiguana por não apresentar linfangite eosinofílica e calcificação de fibras colágenas. O fato de Dermatobia hominis, ocasionalmente, produzir uma reação fibrogranulomatosa, sugere que esta poderia ser a lesão inicial da lechiguana, se infectada por Mannheimia granulomatis. (5 e 6) Dois experimentos foram realizados para detectar se bovinos sadios podem ser portadores de Mannheimia granulomatis. A bactéria não foi isolada de amígdalas de 153 bovinos e a técnica de imunodifusão radial utilizada para a detecção de anticorpos não apresentou sensibilidade suficiente para identificar animais portadores. (7) Foram estudados 17 novos casos da doença, e em todos os casos, as características clínicas e patológicas foram similares às observadas em casos anteriores. Quatorze casos foram provenientes do sul do Rio Grande do Sul, três do Estado de Santa Catarina e um do Paraná.


2012 ◽  
Vol 102 (2) ◽  
pp. 227-238 ◽  
Author(s):  
Ricardo Ott ◽  
Everton Nei Lopes Rodrigues ◽  
Antonio Domingos Brescovit

In this paper seven new species of Latonigena Simon, 1893 are described, including the first descriptions of males of this genus. Latonigena beni sp. nov. is described from Bolivia and Brazil and six species are described exclusively from Brazil: L. colombo sp. nov. from Paraná; L. lami sp. nov. from Paraná and Rio Grande do Sul; L. santana sp. nov., L. sapiranga sp. nov. and L. taim sp. nov. from Rio Grande do Sul; L. turvo sp. nov. from Tocantins, Santa Catarina and Rio Grande do Sul. Latonigena africana Tucker, 1923 is transferred to Trichothyse Tucker, 1923 with basis on the morphological characters.


2016 ◽  
Vol 37 (1) ◽  
pp. 39
Author(s):  
Marília Ribas Machado ◽  
Julio Eduardo Ornelas Silva ◽  
Andressa Sasaki Vasques Pacheco ◽  
Pedro Antônio de Melo

O alcance de resultados satisfatórios na educação a distância demanda o uso eficiente de diversos recursos materiais e intangíveis aliados a uma equipe capacitada para atuar nessa modalidade de ensino. Dessa forma, a pesquisa apresentada neste artigo objetivou analisar o perfil de tutores e coordenadores dos polos de apoio presencial localizados nos estados do Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, cujos cursos de graduação a distância estão sob a tutela da Universidade Federal de Santa Catarina. Para atender ao objetivo, a metodologia englobou a aplicação de questionários aos agentes em análise, propiciando dados quantitativos sobre seus perfis. Os resultados apontam que a maior parcela dos coordenadores e tutores analisados são do gênero feminino, com idades entre 36 e 55 anos, possuindo em sua grande maioria especialização, exercendo as funções de tutor, coordenadores dos polos e de ensino, residindo nas mesmas cidades onde os cursos são ofertados e consideram-se de maneira geral, satisfeitos com suas atribuições.


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