Drive for Muscularity and Muscle Dysmorphic Disorders among Male Weight Trainers

2013 ◽  
Vol 15 (2) ◽  
pp. 208-217
Author(s):  
Chiu-Chen Chang
2018 ◽  
Vol 122 (6) ◽  
pp. 2137-2154
Author(s):  
Hong-Yu Liu ◽  
Chiu-Chen Chang ◽  
Diane L. Gill ◽  
Shu-Ching Wu ◽  
Frank J. H. Lu

In considering that body image-related perceptions may be associated with weight trainers’ exercise dependence, the purpose of this study was to examine the (a) relationship between body dissatisfaction and drive for muscularity and (b) drive for muscularity as a mediator of the body dissatisfaction–exercise dependence relationship. In sum, 278 male weight trainers ( Mage =29.03 years, SD = 7.83) residing in a southern city of Taiwan completed scales of body dissatisfaction, drive for muscularity, and exercise dependence. Pearson correlation analysis found that body dissatisfaction, drive for muscularity, and exercise dependence were all correlated. Further, the indirect mediation model with bootstrapping found that drive for muscularity partially mediated the body dissatisfaction–exercise dependence relationship (c path: β = .51, SE = 0.07, p=.001: c′ path: β = .13, SE = 0.80, p = .03). We concluded that male weight trainers’ body image-related perceptions influence exercise behavior and suggested that body image-related perceptions might be considered in studying exercise dependence.


2006 ◽  
Author(s):  
Krista J. Munroe-Chandler ◽  
Kimberley L. Gammage ◽  
Craig R. Hall

2016 ◽  
Vol 22 (2) ◽  
pp. 118-121 ◽  
Author(s):  
Pedro Henrique Berbert de Carvalho ◽  
Fernanda da Costa Oliveira ◽  
Clara Mockdece Neves ◽  
Juliana Fernandes Filgueiras Meireles ◽  
Vinícius Granato Valverdu Lopes ◽  
...  

Introdução: A busca pela "muscularidade" parece estar associada a diversas variáveis que impactam a saúde e a qualidade de vida dos sujeitos. No entanto, há uma carência de estudos sobre o construto, um baixo número de instrumentos de medida específicos para sua avaliação, além de reduzida avaliação de indivíduos do sexo masculino. Objetivo: Avaliar a busca pela "muscularidade" e associá-la a sintomas depressivos, autoestima, comportamentos de risco de transtornos alimentares e ao grau de comprometimento psicológico com o exercício físico. Métodos: Realizou-se um estudo transversal com 246 jovens adultos do sexo masculino. Foram utilizados instrumentos de autorrelato para avaliar a busca pela "muscularidade" (Drive for Muscularity Scale), autoestima (Rosenberg Self-Esteem Scale), sintomas depressivos (Beck Depression Inventory), comportamentos de risco de transtornos alimentares (Eating Attitudes Test-26) e o grau de comprometimento psicológico com o exercício físico (Commitment Exercise Scale). Foi utilizado o teste de associação de Pearson para verificar relação entre as variáveis do estudo e Análise de Regressão Linear Múltipla (forward) para verificação do quanto as variáveis do estudo influenciam na busca pela "muscularidade". Resultados: A busca pela "muscularidade" esteve associada à autoestima (rpearson = 0,13; p < 0,05), aos comportamentos de risco de transtornos alimentares (rpearson = 0,20; p < 0,05) e ao grau de comprometimento psicológico ao exercício (rpearson = 0,62; p < 0,05). O grau de comprometimento psicológico com o exercício explicou 38,4% da variância total da busca pela "muscularidade", 12,3% da insatisfação com a "muscularidade" e 51,0% dos comportamentos orientados para a "muscularidade". Conclusão: A busca pela "muscularidade" está associada à baixa autoestima, aos comportamentos de risco de transtornos alimentares e, em especial, ao grau de comprometimento psicológico com o exercício físico, o que alerta profissionais de saúde sobre os riscos da busca excessiva pelo ideal de corpo hipermusculoso e comportamentos deletérios à saúde decorrentes dessa busca.


2017 ◽  
Vol 23 (1) ◽  
pp. 37-41
Author(s):  
Leonardo de Sousa Fortes ◽  
Santiago Tavares Paes ◽  
Dilson Borges Ribeiro Júnior ◽  
Sebastião de Sousa Almeida ◽  
Maria Elisa Caputo Ferreira

RESUMO Introdução: Parece que a busca pela muscularidade pode ter relação com os transtornos alimentares (TA) em atletas do sexo masculino. Todavia, de acordo com nosso conhecimento, não existem estudos sobre esse tema. Objetivo: Analisar a relação da busca pela muscularidade e estado de humor com os transtornos alimentares nessa população. Métodos: Participaram do estudo 112 competidores de diversas modalidades esportivas, pertencentes a federações do sudeste brasileiro. Utilizou-se o Eating Attitudes Test (EAT-26), Drive for Muscularity Scale (DFM) e a Escala de Humor de Brunel (BRUMS) para avaliar, respectivamente, os comportamentos alimentares de risco de TA, a busca pela muscularidade e o estado de humor. Resultados: Os achados dos modelos de regressão hierárquica não demonstraram relação da busca pela muscularidade (p > 0,05) e do estado de humor (p > 0,05) com os transtornos alimentares. Todavia, os resultados indicaram diferença de busca pela muscularidade em razão das classificações do EAT-26 (p < 0,05), fato que não foi revelado para o estado de humor (p > 0,05). Conclusão: Concluiu-se que tanto o estado de humor quanto a busca pela muscularidade não se relacionaram com os transtornos alimentares em atletas do sexo masculino.


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