scholarly journals Pluralidad singular: transgresiones de la heteronormatividad en Cosmofobia y Beatriz y los cuerpos celestes de Lucía Etxebarria

Author(s):  
Marcin Kołakowski

Las novelas Beatriz y los cuerpos celestes y Cosmofobia de Lucía Etxebarria están impregnadas de conceptos queer pero no solo por la presencia de personajes gais y de lesbianas, sino que también presentan protagonistas heterosexuales, mujeres en principio, que transgreden las normas del patriarcado y rechazan la dicotomía hetero-homosexual. La narrativa de Etxebarria desvela las insuficiencias de las definiciones tradicionales de género y de roles sexuales. Sobre la base de las aportaciones de estudiosas como Monique Wittig, Christine Delphy, Colette Guillamin, Lucy Irigaray, Adrienne Rich, Gayle Rubin, Moe Meyer, Joanna Mizielińska y Barbara Smith nos proponemos extraer, describir y analizar la función de los signos feministas, lésbicos y queer en las novelas Beatriz y los cuerpos celestes y Cosmofobia.

2020 ◽  
Vol 25 (1) ◽  
pp. 67-76
Author(s):  
Vanessa Ferreira Vieira ◽  
Eurídice Figueiredo

Este artigo tem a proposta de refletir de que maneira a representação de casais lésbicos na literatura contemporânea pode contribuir para desestabilizar o pensamento heterossexual que se sobressai em nossa sociedade. Serão analisados os contos Vó, a senhora é lésbica, Marília acorda e As tias, da obra Amora, de Natalia Polesso (2015). As três narrativas têm como personagens principais casais formados por duas mulheres, as quais vivem juntas há muitos anos e, por isso, podem ser analisadas como exemplo de relacionamento fora do padrão heteronormativo. Servirão de embasamento teórico ao estudo os textos de Monique Wittig (2017), sobre o pensamento straight, de Adrienne Rich (2010), a respeito da existência lésbica, e de Judith Butler (2016), no que tange à questão do feminismo na contemporaneidade. Embora as autoras não concordem em alguns aspectos dessa temática, todas apontam a necessidade de se discutir e se destacar o papel das mulheres lésbicas não apenas no campo literário, mas no mundo acadêmico e social.


Author(s):  
Claudiana Gois dos Santos

A via crucis do corpo, livro publicado em 1974, foi o décimo terceiro livro publicado de Clarice Lispector e seu sétimo de contos. Desta obra, inusitadamente apresentada pela autora como encomendada, emergem pela primeira vez na obra de Lispector personagens (umas mais, outras menos) declaradamente homossexuais. O livro, concebido como erótico, traz amálgamas intertextuais que constroem personagens bastante diversas das habituais da obra clariceana, ainda que com a complexidade habitual. No presente artigo será explorada a emergência deste corpo lésbico na obra da autora, repleta de personagens femininas, bem como a representação destas mulheres na literatura em um contexto repressor de heteronormatividade e misoginia, com o apoio da crítica feminista e de autoras como Monique Wittig e Adrienne Rich. Clarice Lispector, aqui, aparece não apenas como a escritora canônica cultuada, mas como artista que exercita sua linguagem buscando trazer à tona estas personagens tão invisibilizadas (não apenas) na literatura, como forma de deslocamento de um cânone opressor. 


Author(s):  
Patricia Mateo Gallego

Resumen de Transdeseantes: de la heterosexualidad obligatoria al deseo lesbianoPatricia Mateo GallegoEn este artículo nos aproximamos a las teorías de cuatro autoras de referencia ineludible en el pensamiento feminista: Audre Lorde, Adrienne Rich, Monique Wittig y Judith Butler. Todas ellas, y en este trabajo por extensión, se ocuparon de desentrañar la lógica que hace que unos grupos opriman a otros. Más concretamente, la lógica por la que la opresión de los hombres se ejerce sobre las mujeres. Nos referimos a la heterosexualidad obligatoria entendida como una institución política al servicio de un sujeto hegemónico que no desea perder su lugar privilegiado. Especialmente nos aproximaremos a posturas vitales desde las que desestabilizar este modo perverso de mantener a las mujeres en una posición de otredad.This article approaches the theories of four main authors in feminist thought: Audre Lorde, Adrienne Rich, Monique Wittig and Judith Butler. All of them focused �as this article does� on the logic relations that makes some groups oppress others. Specifically, the logic that allows and perpetuates the tyranny exercised by men over women. We refer here to the compulsory heterosexuality that functions as a political institution by which an hegemonic subject preserves his privileged position. Moreover, we approach some personal positions from which it is possible to destabilize that established perverse way of keeping women in a position of otherness.


2018 ◽  
Vol 1 (9) ◽  
pp. 313
Author(s):  
João Pedro Wizniewsky Amaral
Keyword(s):  

<p>Este artigo tem como objetivo discutir a importância do ensino/aprendizagem da leitura como processo de formação do cidadão. Entendo aqui por leitura um processo comunicacional que vai além de apenas decodificar signos linguísticos; ele é basicamente um dialogismo entre vozes, e ainda, um exercício de alteridade. Desse modo, ler é uma atividade <em>sociocultural</em>. A partir da tradição educacional da formação de leitores, no artigo, ressalto ainda a importância de <em>ler como uma mulher</em>, a partir das teorias de Jonathan Culler (1998), e de <em>ler como uma lésbica</em>, a partir de pesquisas de Tania Navarro-Swain (2000), Adrienne Rich (2010) e Monique Wittig (1980). Proponho, por fim, que a formação do leitor deve ser feita através de uma pedagogia que abranja uma leitura <em>queer</em>. Em outras palavras, ler de forma <em>queer</em> é um ato de estranhamento necessário, bem como de acolhimento e de diálogo. Assim, a leitura <em>queer</em> é um ato de resistência e de alteridade, princípios norteadores e inerentes de todo e qualquer processo de leitura que se pretenda inclusivo e democrático.</p><p><strong>Palavras-chave:</strong> leitura; leitura <em>queer</em>; teoria <em>queer</em>.</p>


2009 ◽  
Vol 83 (3) ◽  
pp. 23-26
Author(s):  
Marilyn Chin
Keyword(s):  

2007 ◽  
Vol 61 (2) ◽  
pp. 247-248
Author(s):  
Kate Ince
Keyword(s):  

2017 ◽  
pp. 21-34
Author(s):  
Ana Elisa Ostrovsky ◽  
Julia Marin ◽  
Viviana Miriam Alfonso
Keyword(s):  

El presente trabajo tiene como objetivo abordar desde una perspectiva histórica la presencia de sesgos valorativos en torno a la homosexualidad femenina en nuestra disciplina. Particularmente nos centraremos en desarrollos del psicoanálisis en Argentina desde su institucionalización en 1942 hasta 1955.En primer momento tomaremos la noción de heterosexualidad obligatoria señalada por la teórica feminista Adrienne Rich. Dentro de dicho marco, en un segundo momento nos referiremos estudios sobre la homosexualidad femenina analizando textos fundantes de Freud y sus discípulos. Luego realizaremos algunas puntuaciones acerca de la historia del psicoanálisis en Argentina y expondremos ejemplos del abordaje de la homosexualidad femenina en los años de fundación y consolidación del psicoanálisis institucionalizado (1942-1955). Finalmente reflexionaremos sobre cómo la historia de la disciplina nos permite revisar críticamente los valores que los psicólogos ponemos en juego- en nuestras prácticas y sus importantes consecuencias. 


Signs ◽  
1993 ◽  
Vol 18 (2) ◽  
pp. 392-407 ◽  
Author(s):  
Sidonie Smith

Hypatia ◽  
2016 ◽  
Vol 31 (4) ◽  
pp. 827-843 ◽  
Author(s):  
Sanna Karhu

Although Judith Butler's theorization of violence has begun to receive growing scholarly attention, the feminist theoretical background of her notion of violence remains unexplored. In order to fill this lacuna, this article explicates the feminist genealogy of Butler's notion of violence. I argue that Butler's theorization of violence can be traced back to Gender Trouble, to her discussion of Monique Wittig's argument that the binary categorization of sex can be conceived as a form of discursive violence. I contend, first, that Butler starts to develop her notion of “gender violence” on the basis of her reading of Wittig, and second, that Butler's more recent writings on military violence and the ethics of nonviolence build on her early interpretation of Wittig. On the basis of my reading, I suggest, in contrast to recent criticism, that Butler's later critique of violence is not at odds with but rather expands upon her prior work on violence.


Sign in / Sign up

Export Citation Format

Share Document