scholarly journals Reaproveitamento dos resíduos do Jupati (Raphia taedigera) e sua aplicabilidade na produção de mobiliário

2019 ◽  
Author(s):  
Amanda Paloma Bahia dos Santos ◽  
Elisa Batista Conrado Martins ◽  
Yasmim Mariana Baia Silva ◽  
Ninon Rose Tavares Jardim
Keyword(s):  
Mammalia ◽  
2015 ◽  
Vol 79 (3) ◽  
Author(s):  
Betsy Yaap ◽  
Haley Watson ◽  
William F. Laurance

Abstractis a wetland palm species that occurs in monospecific stands in Central and South America, Africa, and Madagascar. Use of this ecosystem by wildlife is largely unknown. We surveyed


1997 ◽  
Vol 13 (6) ◽  
pp. 783-792 ◽  
Author(s):  
Gerald R. Urquhart

ABSTRACTDisjunctions between Africa and the Neotropics present a puzzle that is key to understanding the biogeography of the diverse floras and faunas of both continents. Many authors have proposed that Raphia taedigera Maur., the sole Neotropical representative of an otherwise African genus, has been introduced to the New World. Paleoecological data from a freshwater swamp in Nicaragua, which yielded R. taedigera pollen dating to 2800 ± 90 y before present (BP) and Raphia seed fragments from 2040 ± 60 BP are presented. These illustrate that Raphia taedigera arrived in the New World before trans-Atlantic trade by humans and thus arrived as a result of a natural phenomenon. The lack of differentiation of R. taedigera from the African sister taxon, R. vinifera, suggests recent separation of the two species (i.e. after the creation of the southern Atlantic Ocean by the splitting of West Gondwana). Other evidence supports dispersal of Raphia by ocean currents. The palm probably arrived from Africa by floating as an individual fruit or on a raft of vegetation. Thus, R. taedigera represents another example of trans-Atlantic dispersal, strengthening the link between the flora and fauna of Africa and the Neotropics.


1998 ◽  
Vol 107 (1) ◽  
pp. 49-60 ◽  
Author(s):  
Judith CARNEY ◽  
Mario HIRAOKA ◽  
Noboru HIDA

Author(s):  
Leyvison R. V. da Conceição ◽  
Carlos E. F. da Costa ◽  
Geraldo N. da Rocha Filho ◽  
Edenir R. Pereira-Filho ◽  
José R. Zamian

2019 ◽  
Vol 12 (1) ◽  
pp. 1-9
Author(s):  
Danielly Caroline Miléo Gonçalves ◽  
Jéssica Ariana de Jesus Corrêa ◽  
João Ricardo Vasconcellos Gama ◽  
Raimundo Cosme de Oliveira Júnior

A florestas secundárias são fonte de recursos florestais para as populações tradicionais. Portanto, o objetivo do estudo é analisar a distribuição espacial da vegetação secundária na APA de Aramanaí e na comunidade de Maguari, na FLONA Tapajós, avaliando o potencial dessas áreas em fornecer espécies uteis, com destaque, a utilização de sementes florestais, para confecção de bijuterias pelos comunitários de Maguari. Foram realizadas entrevistas com os artesãos em Maguari, sobre a utilização de espécies florestais e posteriormente foi analisado a distribuição espacial dessa vegetação através do mapeamento do TerraClass, de uso e cobertura da terra dessas UCs. As principais espécies vegetais apontadas nas entrevistas foram o morototó (Schefflera morototoni (Aubl.) Maguire, Steyerm. & Frodin), o tento vermelho (Ormosia arborea L. /Adenanthera pavonina L.), tento amarelo (Ormosia excelsa Beth), saboneteira (Sapindus saponaria L.), jutaí (Hymenaea courbaril L.), tucumã (Astrocaryum aculeatum G.F.W Meyer) e o caracaxá ou jupati (Raphia taedigera Mart.), destacando o morototó como a semente mais utilizadas por todos os entrevistados. Foi apontado, através do estudo de distribuição espacial, o agrupamento da população do morototó em áreas de vegetação secundárias, que corresponde cerca de 17% das duas UCs, demonstrando que a população da região utiliza as espécies uteis de áreas de vegetação secundária. A vegetação secundária se tornou uma fonte de recursos florestais paras as comunidades inseridas em UCs. Dessarte, é importante para economia das comunidades e ao mesmo tempo, promove a preservação da vegetação primária do desmatamento, sendo uma forma de conservar a floresta e o estoque de recursos para as gerações futuras.


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