scholarly journals ATENDIMENTO BASEADO EM PICS NA UBS: RELATO DE EXPERIENCIA

2021 ◽  
Author(s):  
Vitoria Moreira Rodrigues ◽  
Debora Cristina Freitas Dos Santos
Keyword(s):  

Introdução: Como parte da formação acadêmica a Universidade de Fortaleza (UNIFOR) é vivenciado na Fisioterapia o estágio na Unidade Básica de Saúde (UBS); nesse estágio os alunos são orientados ao atendimento generalizado e cuidados primários. A UBS é local de atendimento primário, ou seja, responsável por primeiro contato com o Sistema Único de Saúde, nesse momento temos a conscientização de doenças, perfil epidemiológico da comunidade. Objetivo: Esse artigo tem o objetivo de relatar uma experiência vivida pela autora correlacionando as Praticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS) e ação direta e primária do Fisioterapeuta na Unidade Básica de Saúde (UBS). Material e Métodos: Foi feita uma avaliação com uma paciente da UBS, onde após uma avalição e exame físico, foi preenchido e dado orientações sobre a Caderneta do Idoso, e em seguida feito a conduta fisioterápica, que foi em média trinta minutos, utilizando Gua Sha para liberação miofascial seguida da técnica ponto pressão para eliminação dos triggers points associados com eletroterapia TENS e por final, acupuntura na orelha. Trata-se de um Estudo Descritivo, do tipo relato de experiência, realizado a partir da vivência da autora enquanto acadêmica da disciplina Estágio Supervisionado I (SUPER I), durante o segundo semestre de 2021, na UBS Maria de Lourdes. Para a construção desse artigo foi-se vivenciado um atendimento na disciplina SUPER I, acompanhado e orientado pelo(a) professor(a) durante o momento da disciplina no UBS, atendimento esse baseado nas PICS, e segue as normas da Resolução nº 466, de 12 de dezembro de 2012. Resultado: A paciente ao retornar para o atendimento á Fisioterapia, ela relatou melhora da sua percepção a dor. Conclusão: Concluímos que a PICS é de extrema importante dentro do atendimento primário pois pode rapidamente promover de forma segura e eficaz a melhora da percepção de dor do paciente, assim como conscientização da forma corporal e educação em saúde pessoal. A aplicação da prática interprofissional se mostrou bastante eficaz para o acompanhamento dos usuários do sistema único de saúde, favorecendo a aplicação dos seus princípios e diretrizes, com destaque para o acompanhamento integral dos pacientes, proporcionando melhorias no processo de promoção à saúde.

2018 ◽  
Vol 17 ◽  
pp. 40-44
Author(s):  
Guang-yong Cai ◽  
Qing-wei Chen ◽  
Li-hong Lin ◽  
Zou-ying Yao

Gua Sha ◽  
2013 ◽  
pp. 21-30
Author(s):  
Arya Nielsen ◽  
Ted J. Kaptchuk
Keyword(s):  

Gua Sha ◽  
2013 ◽  
pp. 39-44
Author(s):  
Arya Nielsen ◽  
Ted J. Kaptchuk
Keyword(s):  
Gua Sha ◽  

2019 ◽  
Vol 184 (11-12) ◽  
pp. e616-e621
Author(s):  
Amy E Rogers ◽  
Joshua Baker ◽  
Anthony Beutler ◽  
Catherine Witkop ◽  
Jeffrey C Leggit

ABSTRACT Introduction Surveillance systems have become a valuable tool to capture epidemiological data at multi-sport events, with findings serving to predict and prevent injury, reduce illness, and guide efficient utilization of medical resources. In 2016, the first injury and illness surveillance tool for the Department of Defense (DoD) Warrior Games was established to inform the required medical footprint. The purpose of this paper is to describe the methods and findings from the 2016 DoD Warrior Games surveillance system, which included a database of injuries and illness. Materials and Methods A total of 245 wounded warrior (WW) athletes were followed over 19 days, to include train-up and competition periods, as they competed for their respective teams of Army, Navy, Air Force, Marines, Special Operations, and United Kingdom. Medical personnel recorded injuries and illnesses treated utilizing a standardized surveillance form and data were entered into a daily tracker to examine patterns or areas for prevention. Reports included sex, age, event discipline, previous injury or illness, reason for presentation, and treatment provided. Results From June 3 to June 21, 2016, 114 individual encounters were recorded on the standard form and entered into the surveillance database. Athletes accounted for 67% of all encounters. Illness accounted for 30.7% of all visits, while injuries accounted for 69.2%. The incident proportion of injuries in athletes was 23.3 injuries per 100 athletes (95% CI 17.6, 30.1) and incident rate of 12.2 injuries per 1000 athlete days. Integrative medicine treatments including acupuncture, osteopathic manipulative treatment (OMT), massage therapy, and gua sha accounted for the largest forms of treatment (31%). Conclusions From the surveillance data, staff levels and treatment supplies can be adjusted. In addition an improved surveillance tool can be created. Continuous surveillance is required to provide information on trends in injury and illness to support prevention strategies.


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