scholarly journals Abordagem Sistêmica da Gestão de Design com foco no Design de Serviços: uma revisão sistemática.

Author(s):  
Larissa Berlato

Atualmente, a economia de serviços é responsável por 78% do PIB dos EUA, 74% do Japão, 69% da Alemanha e 48% da China (WORLD BANK, 2016). Segundo Kotler e Armstrong (1999, p.455) serviço é “toda atividade ou benefício, essencialmente intangível, que uma parte pode oferecer a outra e que não tenha como resultado a posse de bens”. O serviço oferece ao usuário uma experiência (MAGER, 2009) e é uma solução maleável, que requer reações praticamente simultâneas durante o uso, e acontece na presença do usuário, possibilitando a adaptação e cocriação entre partes (BERRY, 1987). A função de Gestão do Design é indispensável à criação de qualquer serviço, pois conta com o trabalho de diversos profissionais e projetos complexos envolvendo inúmeros pontos de contato entre empresa e pessoas (BEST, 2012). Na Gestão de Design, a abordagem sistêmica pode contribuir para visualizar seu ambiente de atuação como um todo, buscar suas relações de interação com o meio, com as pessoas e todos os sistemas com o qual se relaciona (SILVA, 2012). Segundo Cardoso (2013), a contribuição mais significativa que o Design tem a fazer é o pensamento sistêmico; poucas áreas estão habituadas a considerar os problemas de modo tão integrado e comunicante. Nesse contexto, este estudo sugeriu como hipótese de pesquisa, de que forma a Gestão de Design, por meio de uma Abordagem Sistêmica, pode contribuir com o Design de Serviço? Portanto, considera-se que a Gestão de Design, por meio de uma Abordagem Sistêmica, pode potencializar o Design de Serviço. Através de uma revisão de literatura, do tipo sistemática, esta pesquisa buscou verificar a produção acadêmica dos eixos de pesquisa "Abordagem Sistêmica", "Gestão de Design" e "Design de Serviço", para a expansão dos conhecimentos de Design de Serviço e fundamentos para a criação de novos conhecimentos com objetivo de apresentar o cenário do campo de pesquisa acadêmica dos eixos teóricos supracitados, e, com os objetivos específicos de selecionar um portfólio bibliográfico relevante sobre o tema em questão; realizar uma análise de conteúdo dos artigos deste portfólio e identificar os termos recorrentes alinhados com este estudo. O estudo considerou artigos científicos nas bases de dados: Scopus e Web of Science, resultando em um portfólio bibliográfico de 169 artigos encontrados em uma busca que associou os descritores “systemic approach” AND “design management” AND “service design”. Esses resultados foram agrupados e, posteriormente, filtrados, sendo que ao final do processo dez pesquisas foram revisadas e analisadas.Palavras-chave: Gestão de Design. Design de Serviço. Abordagem Sistêmica. Revisão Sistemática.   References Berry, L.L. (1987). Big ideas in Service Marketing. Journal of Services Marketing, 1(1), 5-9. Best, K. (2012). Fundamentos da Gestão do Design. Tradução: André de Godoy Vieira. Porto Alegre: Bookman. Cardoso, R. (2013). Design para um mundo complexo. São Paulo: Cosac Naify. Kotler, P; Armstrong, G. (1999). Princípios de Marketing. Tradução: Vera Whately, revisão técnica: Roberto Meireles Pinheiro. 7.ed. Rio de janeiro: LTC. Mager, B. (2009). Service Design as an Emerging Field. In: S. Miettinen; M. Kivisto; Designing Services with Innovative Methods. Helsink: Helsinki Univesity of Art and Design. Silva, C. S. (2012). Abordagem Sistêmica com foco na Gestão de Design  Sustentável: o caso Nuovo Design. 2012. (Dissertação de Mestrado. Curso de Gestão Estratégica do Design, Departamento de Design e Expressão Gráfica, Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC, Florianópolis, Brasil). Recuperado de: http://www.tede.ufsc.br/teses/PGDE0037-D.pdf The World Bank. Services value added (% of GDP), 2014. Washington, DC: U.S. World Bank national accounts data. Recuperado de http://data.worldbank.org/indicator/NV.SRV.TETC.ZS

Author(s):  
Nguyen Manh Hung

Trong khoảng 10 - 15 năm gần đây, ở Việt Nam đã nổi lên luận điểm rằng: cải cách thể chế kinh tế ngày càng đóng vai trò quan trọng hơn trong tiến trình đổi mới. Khi các nguồn lực như tài nguyên thiên nhiên, lao động giá rẻ và vốn...đã đến giới hạn thì cải cách thể chế trở thành đòi hỏi tất yếu đối với nền kinh tế. Tuy nhiên, đây cũng là thử thách khó khăn của quá trình phát triển. Trên thế giới, nhiều quốc gia chỉ đạt được một phần mục tiêu của cải cách, thậm chí ở một số quốc gia nỗ lực cải cách thể chế lại đẩy nền kinh tế vào những bất ổn không ngừng.  Tiến trình cải cách thể chế kinh tế sẽ khó thể thành công nếu không đi kèm với nỗ lực thiết lập một nền tảng quản trị quốc gia vững mạnh. Từ khóa Quản trị, thể chế, kinh tế thị trường, cải cách References [1] Acemoglu, Daron and James Robinson (2012). Why Nations Fail: The Origins of Power, Prosperity, and Poverty. Random House[2] Acemoglu, Daron, Simon Johnson and James A. Robinson (2001), “The Colonial Origins of Comparative Development: An Empirical Investigation” The American Economic Review Vol. 91, No. 5 (Dec., 2001)[3] Acemoglu, Daron, Simon Johnson and James Robinson (2005). “Institutions as Fundamental Cause of Long run Growth”, Handbook ofEconomic Growth, Volume IA. Edited by Philippe Aghion and Steven N. Durlauf. 2005 Elsevier B.V[4] Asian Development Bank (1995). Governance: Sound Development Management, October 1995;[5] Diễn đàn kinh tế tư nhân Việt Nam 2016: Cơ hội, thách thức và giải pháp. Hà nội,[6] Heritage Foundation (2017). 2017 Index of Economic Freedom,[7] [http://www.heritage.org/index/ranking][8] International Development Association (1998). Additions to IDA Resources: Twelfth Replenishment (IDA12). 23 December 1998; [9] Kasper, Wolfgang and Manfred E Streit (1999). Institutional Economics: Social Order and Public Policy, Edward Elgar. Tr. 41[10] Kaufmann, Daniel; Aart Kraay, Massimo Mastruzzi (2010), The Worldwide Governance Indicators Methodology and Analytical Issues, the World Bank Policy Research Working Paper 5430, September 2010[11] Nguyễn Quang Thuấn (2017). “Cải thiện nền quản trị quốc gia, tạo môi trường thuận lợi thúc đẩy tăng trưởng kinh tế trong giai đoạn tới”, tham luận tại Diễn đàn Kinh tế Việt Nam 2017: Phát huy nội lực, tăng trưởng bền vững, Ban kinh tế trung ương ngày 27/06/2017[12] North, D.C. (1990), Institutions, Institutional Change and Economic Performance, Cambridge and New York: Cambridge University Press.[13] Osborne, S. P. (2006), “The New Public Governance?” Public Management Review, vol. 8, No. 3, pp. 377-388.[14] UNDP (1997). “Governance for Sustainable Human Development” New York; WB (1994). Governance: The World Bank’s Experience. Washington DC; [15] VCCI & USAID (2015). Báo cáo năng lực cạnh tranh cấp tỉnh năm 2015. Hà Nội: Phòng Thương mại và Công nghiệp Việt Nam và Cơ quan Phát triển Quốc tế Hoa Kỳ [16] Wolfensohn, James D. (1999), Address to the Board of Governors (September 28, 1999), the World Bank[17] WB (1992). World Development Report: Governance and Development, Washington DC. [18] WB (1989). Sub-Saharan Africa: From Crisis to Sustainable Growth, Washington DC[19] WB (2016). Ease of Doing Business 2016. Washington DC [20] http://www.doingbusiness.org/data/exploreeconomies/vietnam[21] WB (1997). World Development Report 1997. Washington DC. [22] WB (2017). Worldwide Governance Indicator, [23] http://info.worldbank.org/governance/wgi/index.aspx#reports[24] World Economic Forum (2016). Global Competitiveness Report 2016-2017, Geneva.


Author(s):  
Youssra Ben Romdhane ◽  
Sahar Loukil ◽  
Souhaila Kammoun

The purpose of this chapter is to analyze the effect of FinTech and political incertitude on economic growth through a multiple regression. Thus, the authors employ the method of generalized least square (GLS) with panel data. The sample concerns 21 African countries during (2001-2014-2017). The authors use a wide range of measures from Global Findex Database 2017, the World Bank platform, the World Bank national accounts data, and the OECD National Accounts data files base in the context of Africa. Empirical results show that FinTech is a driver of economic growth unless it is actively used in a developed digital infrastructure. In fact, the authors prove that, when financial technologies are used in both transactions (receive and made digital payment), they significantly contribute to the economic cycle. Passive use like simple consumption actions are not a significant lever for the economy. The principal contribution is to highlight that the active use of financial innovations and not passive one and the developed digital infrastructure do promote economic growth in African countries.


Sign in / Sign up

Export Citation Format

Share Document