BRAÇOS DE PROMETEU
O presente artigo consiste em uma tentativa de compreensão de linhas divisórias, pontos de tensão, convergências e disjunções exequíveis entre a apreciação filosófica da técnica no pensamento de José Ortega y Gasset, e os conceitos de antropotécnica aduzidos nas meditações de Peter Sloterdijk e Fabián Ludueña Romandini, problematizando seus respectivos pressupostos e suas possíveis implicações. Conforme conjeturamos, embora tensa e abrasiva, haveria uma linha de continuidade entre a reflexão orteguiana acerca da técnica e a construção do discurso teórico em torno da antropotécnica na filosofia contemporânea, baseada na pressuposição do caráter autoplástico do humano.
2004 ◽
Vol 19
(3)
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pp. 348-351
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