Lettres d’amour et de destruction entre Sabina Spielrein et Carl Gustav Jung

Topique ◽  
2019 ◽  
Vol n°147 (3) ◽  
pp. 127
Author(s):  
Elif Sever
2015 ◽  
Vol 7 (3) ◽  
pp. 179-193 ◽  
Author(s):  
John Launer

The aim of this article is to give an accurate account of the relationship between Sabina Spielrein and Carl Gustav Jung, based on a close reading of the available documentary evidence. I challenge many of the commonly held assumptions about their relationship. These include the belief that Spielrein was Jung’s first analytic patient, that they had a long and mutually passionate affair, and that Spielrein was the inspiration behind Jung’s conception of the ‘anima’. I argue that there is little evidence for these and a number of other beliefs that have been passed down through successive cultural iterations without careful documentary analysis.


2019 ◽  
Vol 30 ◽  
Author(s):  
Fátima Caropreso

Resumo Tem havido um crescente reconhecimento da originalidade e do caráter pioneiro das propostas teóricas e clínicas da psicanalista russa Sabina Spielrein. No entanto, ainda são poucos os estudos dedicados especificamente à análise de sua teoria. Além de suas publicações, as cartas que Spielrein enviou a Jung entre 1917 e 1918 contêm ricas reflexões teóricas, que contribuem para uma melhor compreensão do seu pensamento e das hipóteses que ela viria a formular nos anos seguintes. Este artigo tem como objetivo analisar os conceitos de subconsciente e de simbolismo que Spielrein apresenta na correspondência com Jung do período mencionado. Procuramos mostrar que, com esses conceitos, a autora dá continuidade à teoria que começara a formular em suas primeiras publicações e tenta integrar suas próprias hipóteses a algumas ideias de Freud e Jung, o que tem como consequência a elaboração de uma teoria original sobre o psiquismo.


2020 ◽  
pp. 54-75
Author(s):  
Shady Dell'Amico
Keyword(s):  

Nel seguente articolo vorrei analizzare filosoficamente in quali termini la psicologiaanalitica di Carl Gustav Jung si ponga come erede della tradizione spirituale occidentale,addirittura come un "cristianesimo post-religioso". Nel farlo vorrei anzitutto evidenziare irapporti fra la tradizione ebraico-cristiana e la psicologia analitica, valutando il peso specificoche Jung attribuisce alla memoria religiosa e alla sua capacità terapeutica di fornire un canale diespressione alle forze agenti nell'uomo. Metterò in luce come lo psichiatra svizzero ritengaopportuna una ri-formulazione dello scenario mitico tradizionale così da offrire una baseimmaginale all'esternazione dei processi psichici dell'occidentale moderno. Cercherò in questomodo di mostrare come per Jung «la perdita delle radici e l'abbandono della tradizionenevrotizzino le masse e le predispongano all'isteria collettiva» (Jung 1982).


2019 ◽  
Vol 21 (1) ◽  
pp. 113-116
Author(s):  
Hannah Proctor
Keyword(s):  

2020 ◽  
Vol 20 (1) ◽  
pp. 113
Author(s):  
Robson Stigar ◽  
Vanessa Roberta Massambani Ruthes
Keyword(s):  
A Priori ◽  

O presente artigo busca analisar a relação de elementos presentes na teoria de Jung sobre a psiqué humana com teorias de filósofos que lhe eram contemporâneos. Em Kant, encon-tramos as referências sobre categorias a priori, que compõem a psiqué huma-na e a forma como essa percebe a realidade. Na obra de Nietzsche vamos encontrar os elementos relacionados a uma natureza comportamental de caráter comunitário, a partir da qual, os indivíduos realizam suas escolhas a partir de categorias presentes em determinado grupo social. Em Darwin, vamos encontrar elementos que nos permitem compreender a existência de formas genéticas basilares, que não são modificadas pelo processo de adaptação da realidade. Por fim, em Freud, vamos encontrar os elementos que fundamentam a existência de outras estruturas da psiqué que convi-vem com a consciência. Com essas análises, pretendemos demonstrar que a psicologia analítica, como fi-cou conhecida a corrente de psicologia de Jung, foi profundamente influencia-da pela filosofia.


Author(s):  
Stephan Atzert

This chapter explores the gradual emergence of the notion of the unconscious as it pertains to the tradition that runs from Arthur Schopenhauer via Eduard von Hartmann and Philipp Mainländer to Sabina Spielrein, C. G. Jung, and Sigmund Freud. A particular focus is put on the popularization of the term “unconscious” by von Hartmann and on the history of the death drive, which has Schopenhauer’s essay “Transcendent Speculation on the Apparent Deliberateness in the Fate of the Individual” as one of its precursors. In this essay, Schopenhauer develops speculatively the notion of a universal, intelligent, supraindividual unconscious—an unconscious with a purpose related to death. But the death drive also owes its origins to Schopenhauer’s “relative nothingness,” which Mainländer adopts into his philosophy as “absolute nothingness” resulting from the “will to death.” His philosophy emphasizes death as the goal of the world and its inhabitants. This central idea had a distinctive influence on the formation of the idea of the death drive, which features in Freud’s Beyond the Pleasure Principle.


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