scholarly journals TD 2667 -A função do estado no setor de energia nos países da OCDE: equilibrando a segurança energética, a eficiência e a sustentabilidade

2021 ◽  
pp. 1-33
Author(s):  
Maria Bernadete G. P. Sarmiento Gutierrez

As reformas liberalizantes ocorridas nos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e nos países emergentes a partir da década de 1990 no setor de energia reduziram a participação do Estado como proprietário, mas não nas funções de regulação, coordenação e planejamento. Destaca-se também que a transição para uma economia de baixo carbono, impondo-se de forma inequívoca no século XXI, ampliou a agenda do Estado nesse setor, em particular no alcance do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 7: energia acessível e limpa. De forma geral, o Estado ainda permanece como um ator fundamental no setor de energia, na busca da segurança energética, da eficiência e da sustentabilidade. Em um primeiro momento, este trabalho define a racionalidade, a participação e a diversidade da atuação do Estado no setor de energia; ao mesmo tempo, sugere que a participação estatal pode e deve coexistir com o setor privado de forma harmônica e complementar, aumentando a eficiência. Em um segundo momento, explora-se a base de dados da OCDE Indicators of Product Market Regulation (PMR) para o setor de energia. Esses indicadores são analisados à luz das reformas liberalizantes e das estruturas de governança de países selecionados, estabelecendo, assim, uma comparação entre o Brasil e os países da OCDE em termos de propriedade estatal, aspectos regulatórios e liberalização.

Author(s):  
Balázs Égert ◽  
Peter Gal

This chapter describes and discusses a new supply-side framework that quantifies the impact of structural reforms on per capita income in OECD countries. It presents the overall macroeconomic impacts of reforms by aggregating over the effects on physical capital, employment, and productivity through a production function. On the basis of reforms defined as observed changes in policies, the chapter finds that product market regulation has the largest overall single policy impact five years after the reforms. But the combined impact of all labour market policies is considerably larger than that of product market regulation. The paper also shows that policy impacts can differ at different horizons. The overall long-term effects on GDP per capita of policies transiting through capital deepening can be considerably larger than the five- to ten-year impacts. By contrast, the long-term impact of policies coming only via the employment rate channel materializes at a shorter horizon.


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