scholarly journals Artifleck: The Study of Artifactual Responses to Light Flecks with Inappropriate Leaves

Plants ◽  
2020 ◽  
Vol 9 (7) ◽  
pp. 905 ◽  
Author(s):  
Thomas E. Marler

Methods in sunfleck research commonly employ the use of experimental leaves which were constructed in homogeneous light. These experimental organs may behave unnaturally when they are challenged with fluctuating light. Photosynthetic responses to heterogeneous light and leaf macronutrient relations were determined for Cycas micronesica, Glycine max, and Zea mays leaves that were grown in homogeneous shade, heterogeneous shade, or full sun. The speed of priming where one light fleck increased the photosynthesis during a subsequent light fleck was greatest for the leaves grown in heterogeneous shade. The rate of induction and the ultimate steady-state photosynthesis were greater for the leaves that were grown in heterogeneous shade versus the leaves grown in homogeneous shade. The leaf mass per area, macronutrient concentration, and macronutrient stoichiometry were also influenced by the shade treatments. The amplitude and direction in which the three developmental light treatments influenced the response variables were not universal among the three model species. The results indicate that the historical practice of using experimental leaves which were constructed under homogeneous light to study leaf responses to fluctuating light may produce artifacts that generate dubious interpretations.

Author(s):  
Nicole Salvatori ◽  
Fabrizio Carteni ◽  
Francesco Giannino ◽  
Giorgio Alberti ◽  
Stefano Mazzoleni ◽  
...  

It has been recognized the need to consider some photosynthetic processes in their transient states since those are more representative of the natural environment. The combination of mathematical models with the available data provides a tool to understand the dynamic responses of plants to fluctuating environments and can be used to make predictions on how photosynthesis would respond to unsteady state conditions. Here we present a leaf level system dynamic photosynthetic model based and validated on an experiment performed on two soybean varieties, the wildtype Eiko and the chlorophyll deficient mutant Minngold, grown in constant and fluctuating light conditions. This mutant is known to have similar steady-state photosynthesis compared to the green wildtype, but it is found to have less biomass at harvest. It has been hypothesized that this might be due to an unoptimized response to non-steady state conditions, therefore this mutant seems relevant to investigate dynamic photosynthesis. The model explained well the photosynthetic responses of these two varieties to fluctuating and constant light conditions and allowed to make relevant conclusions on the different dynamic responses of the two varieties. Furthermore, due to its simplicity, the model could provide the basis of an upscaled dynamic model at plant level.


1990 ◽  
Vol 124 (2) ◽  
pp. 175-182 ◽  
Author(s):  
A. Jungk ◽  
C. J. Asher ◽  
D. G. Edwards ◽  
D. Meyer

1998 ◽  
Vol 22 (2) ◽  
pp. 311-317 ◽  
Author(s):  
I. F. Silva ◽  
J. Mielniczuk

Em um Latossolo Roxo de Santo Ângelo (RS), e em um Podzólico Vermelho-Escuro de Eldorado do Sul (RS), ambos com textura argilosa, submetidos o primeiro à exploração com cultivo convencional de trigo (Triticum aestivum L.) e soja (Glycine max L.) e sob setária (Setaria anceps L.), e o segundo à exploração com capim-pangola (Digitaria decumbens L.), siratro (Macroptilium atropurpureum L.), plantio direto com aveia (Avena bizantina L.)/milho (Zea mays L.) e área sem vegetação, foi realizado o presente trabalho durante a safra de verão (1990/1991), com o objetivo de avaliar a estabilidade e a agregação do solo sob diferentes sistemas de cultivo. Constatou-se, nessa avaliação, que as gramíneas perenes por meio do seu sistema radicular tiveram grande efeito na agregação e estabilidade dos agregados do solo e que os teores de carbono orgânico, de ferro e alumínio-oxalato, argila e grau de dispersão tiveram também efeitos na agregação do solo, porém insuficientes para explicar as variações entre o diâmetro médio ponderado dos agregados sob os diferentes sistemas de cultivo.


1998 ◽  
Vol 28 (2) ◽  
pp. 199-204
Author(s):  
Deny Alves Alvarenga ◽  
Pedro Milanez de Rezende ◽  
Messias José Bastos de Andrade ◽  
Luiz Antônio de Bastos Andrade

O presente trabalho foi realizado com o objetivo de avaliar o comportamento da soja [ Glycine max (L.) Merrill ] cultivar Doko e do milho (Zea mays L.) cultivar BR 201 quando consorciados em diferentes sistemas de semeadura. O experimento foi conduzido no ano agrícola 1992/1993. em área experimental da Universidade Federal de Lavras, em Latossolo roxo distrófico, textura argilosa. O delineamento experimental utilizado foi blocos casualizados, com três repetições em esquema fatorial (3x3+4) constituído por três sistemas de consórcio (soja na linha do milho; soja na entrelinha do milho e soja em ambas linha e entrelinha) e três formas de semeadura do milho uma planta a cada 25cm, duas plantas e cada 50cm e quatro plantas a cada 100cm e mais 4 tratamentos adicionais representados pelos monocultivos das três formas de semeadura do milho e a da soja. A cultura do milho não foi influenciada pelos sistemas de semeadura empregados e nem pela presença da cultura da soja em consórcio. A soja consorciada em relação ao monocultivo apresentou maior acamamento e menor rendimento de grãos. Entre os sistemas de consórcio, a semeadura simultânea de soja nas linhas e entrelinhas do milho foi o que proporcionou o maior rendimento de grãos. A eficiência dos sistemas consorciadas sobre o monocultivo foi evidenciado com valor médio da razão de área equivalente (RAE) de 1,40.


2001 ◽  
Vol 36 (2) ◽  
pp. 235-241 ◽  
Author(s):  
Francisco Jorge Cividanes ◽  
José Carlos Barbosa

Procurou-se avaliar os efeitos do plantio direto e da consorciação soja (Glycine max (L.) Merrill) e milho (Zea mays L.) sobre pragas e inimigos naturais. Os tratamentos constituíram um fatorial 3 x 2 (monocultura de soja, monocultura de milho, consorciação soja-milho x plantio direto, plantio convencional), em blocos casualizados. Os insetos foram amostrados pelo método do pano, rede entomológica, procura visual e armadilha de sucção. Entre os insetos-pragas do milho, Maecolaspis assimilis ocorreu em maior número no sistema de plantio convencional; o mesmo ocorreu com os predadores Cycloneda sanguinea e Doru sp. Por outro lado, M. assimilis e o predador Toxomerus sp. foram mais numerosos na monocultura de milho em relação à cultura do milho consorciado com soja. Dos insetos-pragas da soja, destacaram-se pelo maior número Anticarsia gemmatalis e Diabrotica gracilenta, no sistema de plantio convencional, e o mesmo aconteceu com a espécie da família Trichogrammatidae, enquanto as espécies da família Eulophidae foram mais numerosas na soja sob sistema de plantio direto. Na soja consorciada com milho foi maior o número de insetos-pragas Megalotomus sp. e Maecolaspis sp. e dos inimigos naturais Geocoris sp., Lebia concina, Orius sp., Braconidae e Scelionidae.


Sign in / Sign up

Export Citation Format

Share Document