scholarly journals Autotetraploid Coffea canephora and Auto-Alloctaploid Coffea arabica From In Vitro Chromosome Set Doubling: New Germplasms for Coffea

2020 ◽  
Vol 11 ◽  
Author(s):  
Lucimara Ribeiro Venial ◽  
Maria Andréia Corrêa Mendonça ◽  
Paulo Marcos Amaral-Silva ◽  
Guilherme Bravim Canal ◽  
Ana Beatriz Rocha de Jesus Passos ◽  
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2020 ◽  
Vol 11 (2) ◽  
pp. 1410-1424 ◽  
Author(s):  
Amanda Luísa Sales ◽  
Juliana dePaula ◽  
Caroline Mellinger Silva ◽  
Adriano Cruz ◽  
Marco Antônio Lemos Miguel ◽  
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The aim of this study was to investigate the effects of coffee species, roast degree and decaffeination on in vitro probiotic bacterial growth, and to identify the major coffee compounds responsible for such effects.


2017 ◽  
Vol 131 (2) ◽  
pp. 223-231 ◽  
Author(s):  
Natália Arruda Sanglard ◽  
Paulo Marcos Amaral-Silva ◽  
Mariana Cansian Sattler ◽  
Stéfanie Cristina de Oliveira ◽  
Andrei Caíque Pires Nunes ◽  
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2006 ◽  
Vol 28 (3) ◽  
pp. 177-184 ◽  
Author(s):  
Sttela Dellyzete Veiga Franco da Rosa ◽  
Cíntia Guimarães dos Santos ◽  
Renato Paiva ◽  
Patrícia Leonardo Queiroz de Melo ◽  
André Delly Veiga ◽  
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A cafeína, alcalóide conhecido como 1,3,7-trimetilxantina, é encontrada em sementes quiescentes de cafeeiro, perfazendo um total de 1,1 a 1,7% em Coffea arabica L. e 2 a 3% em Coffea canephora Pierre, localizada em sua grande maioria no endosperma, na forma livre no citoplasma das células ou complexada com ácidos clorogênicos. Com função fisiológica em plantas ainda não totalmente esclarecida, a cafeína causa efeito alelopático, seja inibindo a germinação de várias espécies, seja como anti-herbívoro ou como agente pesticida natural. A lenta germinação de sementes de café ainda não foi esclarecida e várias causas são apontadas, como presença do endocarpo, baixa absorção de água e O2, presença de inibidores naturais e balanço hormonal. Embora sugeridos, estudos sobre a inibição de sementes de cafeeiro por ação da cafeína endógena e ou exógena são escassos. Assim, o presente trabalho teve como objetivo estudar o efeito da cafeína exógena sobre a germinação e o desenvolvimento de embriões de Coffea arabica L. e de Coffea canephora Pierre. O experimento foi realizado utilizando-se frutos no estádio cereja das cultivares Rubi e Apoatã IAC-2258. Após desinfestação dos frutos por 30 minutos de imersão em hipoclorito de sódio (2% i.a.) e lavagem por três vezes em água destilada e autoclavada, os embriões foram retirados e inoculados, de modo asséptico, em placas de petri com meio MS 50%, acrescido de sacarose e suplementado com diferentes concentrações de cafeína (0,00; 0,05; 0,10; 0,15; 0,20; 0,25; 0,30 e 0,40%). Os embriões foram mantidos em sala de crescimento a 27 ± 2ºC e densidade de fluxo de fótons de 13µmol.m-2.s-1, durante 23 dias, quando foram avaliados comprimento da parte aérea, comprimento de raiz e massa fresca das plântulas. Cinco dias após o cultivo, foram avaliadas a porcentagem de emissão de radículas e cotilédones, computando-se os embriões com cotilédones abertos e radículas expandidas. O delineamento experimental utilizado foi inteiramente casualizado com seis repetições por tratamento, sendo cada repetição constituída por cinco embriões. Concluiu-se que a germinação e o desenvolvimento in vitro de embriões de Coffea arabica L. e Coffea canephora Pierre são afetados por cafeína exógena. O efeito detrimental da cafeína exógena em embriões de Coffea é maior nas radículas do que nos cotilédones. Embriões de Coffea arabica L. são mais sensíveis aos efeitos negativos da cafeína exógena do que embriões de Coffea canephora Pierre. A cafeína pode contribuir para a lenta germinação de sementes e o lento desenvolvimento de plântulas de cafeeiro.


2022 ◽  
Vol 295 ◽  
pp. 110881
Author(s):  
Wallace de Paula Bernado ◽  
Danilo Força Baroni ◽  
Katherine Fraga Ruas ◽  
Anne Reis Santos ◽  
Sávio Bastos de Souza ◽  
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Bragantia ◽  
1954 ◽  
Vol 13 (unico) ◽  
pp. 247-255 ◽  
Author(s):  
C. A. Krug ◽  
A. Carvalho ◽  
H. Antunes Filho

A variedade laurina, comparada à var. typica de Coffea arabica, se caracteriza por seu menor porte, forma cônica, ramificação mais densa, internódios mais curtos, fôlhas elíticas e menores, flôres de tamanho normal, frutos e sementes menores e afilados na base. Numerosas autofecundações e cruzamentos foram realizados e os resultados obtidos permitiram concluir que os característicos diferenciais da var. laurina são controlados por um par de fatôres genéticos recessivos, sendo as plantas laurina de constituição lrlr. As plantas híbridas (laurina x typica) são perfeitamente normais e no F2 e "backcrosses" com a var. laurina ocorrem plantas normais e laurina, nas proporções esperadas na base de segregação de um par de fatôres genéticos principais. Do cruzamento com a var. murta resultaram plantas murta e normais, indicando que os cafeeiros laurina estudados são portadores dos alelos tt. As hibridações feitas entre os cafeeiros laurina de várias procedências deram apenas plantas laurina, não se tendo, todavia, indicações se as mutações são ou não independentes. Uma única planta resultante do cruzamento com a espécie diplóide Coffea canephora apresenta fõlhas de tamanho intermediário, porém porte normal e brotos de côr bronze, característicos de C. canephora. Embora produza bebida de alta qualidade, o café laurina tem pouco valor comercial, em virtude de sua produção bem menor do que a das linhagens selecionadas da var. bourbon, ora em distribuição pelo Instituto Agronômico.


2002 ◽  
Vol 59 (3) ◽  
pp. 537-542 ◽  
Author(s):  
Roberto dos Anjos Reis Jr. ◽  
Hermínia E. P. Martinez

A crescente exigência de nutrientes, especialmente micronutrientes, pelos cultivares de café vem exigindo uma melhor compreensão da dinâmica desses nutrientes no sistema solo-planta. Com o objetivo de avaliar o efeito de concentrações de Zn (0,4 ; 1,3 e 2,3 mimol Zn L-1) na solução nutritiva sobre o crescimento, produção de matéria seca, eficiência de absorção, translocação e utilização de Zn e P em dois cultivares de café (Coffea arabica cv. Catuaí e Coffea canephora cv. Conilon), foi realizado um experimento sob delineamento inteiramente casualizado com esquema fatorial 3 × 2 (três doses de Zn e dois cultivares) com três repetições. Plantas de café dos dois cultivares estudados foram cultivadas em casa de vegetação, com solução nutritiva completa por 50 dias, após os quais receberam solução nutritiva modificada com três doses de Zn. Aos 114 dias após a transferência para a solução nutritiva modificada, as plantas foram coletadas e separadas em folhas superiores, inferiores, caule e raízes. Foram avaliadas altura do caule, número de ramificações laterais, área foliar, produção de matéria seca e conteúdos de P e Zn nas diversas partes da planta, além das eficiências de absorção, translocação e utilização de P e Zn. A dose 2,3 mimol Zn L-1 proporcionou os maiores valores para as características de crescimento avaliadas, tanto para o cultivar Catuaí, quanto para Conilon. Os maiores conteúdos de Zn observados no Catuaí indicam que este é mais exigente em Zn que o Conilon na fase de mudas. O Conilon apresentou menores eficiências de absorção e translocação e maior eficiência de utilização de Zn, refletindo sua menor demanda por este nutriente. As concentrações de Zn empregadas neste experimento não promoveram interação Zn-P.


Revista CERES ◽  
2011 ◽  
Vol 58 (6) ◽  
pp. 679-684 ◽  
Author(s):  
Adriana Madeira Santos Jesus ◽  
Fabíola Villa ◽  
Ana Carolina da Costa Lara ◽  
Moacir Pasqual
Keyword(s):  

A cultura in vitro é uma técnica controlada que proporciona estudar os processos nutricionais, fisiológicos e bioquímicos de embriões em vários estádios de desenvolvimento. O objetivo foi avaliar a relação entre estádio de desenvolvimento do fruto e concentração de sacarose, no meio, durante o desenvolvimento, in vitro, de embriões de cafeeiro. Frutos de Coffea arabica cv. Acaiá foram colhidos, lavados, desinfestados, seus embriões excisados e inoculados em meio de cultivo MS, com pH ajustado para 5,8. Os tratamentos consistiram em combinação de concentrações de sacarose (0, 15, 30, 60, 90 e 120 g L-1) e estádios de desenvolvimento do fruto (chumbinho, chumbo, verde, verde-cana, cereja e passa). Após a inoculação, os embriões foram incubados em sala de crescimento, a 27 ± 1 ºC, fotoperíodo de 16 horas e 35 µ mol m-2 s-1 de intensidade luminosa. O delineamento experimental utilizado foi inteiramente casualizado, em esquema fatorial 6 x 6, com seis repetições constituídas por quatro tubos cada. Após 60 dias de desenvolvimento, as plântulas foram avaliadas com base no comprimento da parte aérea, massa de matéria fresca total da parte aérea e das raízes. Observaram-se influências das concentrações de sacarose e dos estádios de desenvolvimento do fruto no crescimento e desenvolvimento das plântulas. Resultados satisfatórios para todas as variáveis estudadas foram obtidos com embriões excisados no estádio verde, inoculados em meio de cultivo suplementado com 51 a 70 g L-1 de sacarose.


Antioxidants ◽  
2018 ◽  
Vol 7 (10) ◽  
pp. 143 ◽  
Author(s):  
Rocío Rodríguez-Gómez ◽  
Jérôme Vanheuverzwjin ◽  
Florence Souard ◽  
Cédric Delporte ◽  
Caroline Stevigny ◽  
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Coffee is a beverage widely consumed in the world. The coffee species most commercialized worldwide are Arabica (Coffea arabica) and Robusta (Coffea canephora). Roasted coffee beans are the most used, but coffee leaves are also consumed as infusion in several countries for traditional medicinal purposes. They contain several interesting phenolic antioxidant compounds mainly belonging to chlorogenic acids (CGAs). In the present work, a liquid chromatography-electrochemical detection (LC-EC) method was developed for the determination of three main chlorogenic acid isomers, namely 3-, 4-, and 5-caffeoylquinic acids (CQA), in coffee leaves aqueous extracts. Samples from eight coffee species, namely; Coffea arabica, Coffea canephora, Coffea liberica, Coffea humilis, Coffea mannii, Coffea charrieriana, Coffea anthonyi, and Coffea liberica var. liberica, were grown and collected in tropical greenhouses. Linearity of the calibration graphs was observed in the range from the limit of quantification to 1.0 × 10−5 M, with R2 equal to 99.9% in all cases. High sensitivity was achieved with a limit of detection of 1.0 × 10−8 M for 3-CQA and 5-CQA (i.e., 3.5 µg/L) and 2.0 × 10−8 M for 4-CQA (i.e., 7.1 µg/L). The chromatographic profile of the samples harvested for each Coffea species was studied comparatively. Obtained raw data were pretreated for baseline variations and shifts in retention times between the chromatographic profiles. Principal Component Analysis (PCA) was applied to the pretreated data. According to the results, three clusters of Coffea species were found. In the water sample extracts, 5-CQA appeared to be the major isomer, and some species contained a very low amount of CQAs. Fluctuations were observed depending on the Coffea species and harvesting period. Significant differences between January and July were noticed regarding CQAs content. The species with the best CQAs/caffeine ratio was identified. The LC-EC data were validated by liquid chromatography-high resolution mass spectrometry (LC-HRMS).


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