Epibionts Associated with the Nesting Marine Turtles Lepidochelys olivacea and Chelonia mydas in Jalisco, Mexico: A Review and Field Guide

2011 ◽  
Vol 52 (2) ◽  
pp. 221 ◽  
Oryx ◽  
2004 ◽  
Vol 38 (2) ◽  
pp. 203-208 ◽  
Author(s):  
Linda K. Barnett ◽  
Craig Emms ◽  
Alpha Jallow ◽  
Anna Mbenga Cham ◽  
Jeanne A. Mortimer

This paper reports the first systematic survey of the marine turtles of the 80 km of Gambian coastline, and brings together new data and all past records and reports of marine turtles in The Gambia. Green turtles Chelonia mydas are the most abundant turtles and this is the only species so far observed nesting in The Gambia, with peak nesting between August and October. Although 75% (60 km) of The Gambian coastline appears to be suitable for turtle nesting, most nesting activity is confined to the southern coastline. Offshore foraging habitat is apparently extensive. Strandings of green turtles, olive ridley turtles Lepidochelys olivacea, leatherback turtles Dermochelys coriacea and hawksbill turtles Eretmochelys imbricata have been recorded, but we were unable to find evidence for loggerhead turtles Caretta caretta. Threats are mainly of human origin, and include illegal harvesting of eggs, juveniles and adults, as well as mortality as fisheries bycatch, including trawling. One stranded green turtle apparently had fibropapilloma disease. The major threat to nesting habitats is erosion and unregulated development of the coast for tourism. Marine turtles are fully protected under Gambian law. Other national efforts to conserve turtles in The Gambia are described and assessed.


2021 ◽  
Vol 8 (2) ◽  
Author(s):  
Caroline Solazzo ◽  
Jean Soulat ◽  
Timothy Cleland

Tortoiseshell is a proteinaceous material derived from the scutes of marine turtles, and was shaped into an abundance of objects, especially luxurious items, at its peak in the seventeenth and eighteenth century. It has continued to be used even after the advent of plastics and remains one of the main causes of illegal poaching of marine turtles, in particular the hawksbill turtle Eretmochelys imbricata . Tortoiseshell is made of structural proteins, of which the most abundant are known as β-keratins, or ‘corneous beta-proteins' (CBPs), a family of short proteins containing a central structure in β-sheets. There are, however, few CBP sequences of marine turtles in protein databases. The scutes of the five main species of marine turtles ( Chelonia mydas , Caretta caretta, Eretmochelys imbricata , Lepidochelys olivacea and Lepidochelys kempii ) were analysed by proteomics, using nano-liquid chromatography-Orbitrap-mass spectrometry to generate peptidic markers for species identification. A total of 187 marker sequences were identified, the large majority of them obtained from automated de novo sequencing. The sequences were classified into peptides A to F: A to D at the N-terminus and central region that forms the β-pleated sheets, E1–4 for a variable region of glycine-repeats region and F at the C-terminus. The markers were tested against a set of combs discovered in various archaeological sites of modern period in France, successfully identifying hawksbill turtle and highlighting patterns of degradation in archaeological tortoiseshell.


Author(s):  
Monica Brick Peres ◽  
Rafael de Almeida Magris ◽  
Katia Torres Ribeiro

É com grande satisfação que apresentamos a primeira validação científica do conjunto de avaliações conduzidas pelo ICMBio, neste número “Avaliação do Estado de Conservação das Tartarugas Marinhas”. Trata-se de uma avaliação para as populações em território brasileiro de espécies que ocorrem globalmente e, segundo a UICN (2001), essas avaliações são consideradas “avaliações regionais” Parabenizamos Maria Ângela Marcovaldi (TAMAR/ICMBio), coordenadora de táxon e Alexsandro Santos (Fundação Pró-TAMAR), ponto focal para o grupo, pelo intenso trabalho refletido nos cinco artigos a seguir. Não existem avaliações consistentes sem o trabalho, a disponibilidade e o entusiasmo dos especialistas para disponibilizar e sintetizar o conhecimento sobre cada espécie, tornando-o coletivo. Após a avaliação do estado de conservação das espécies segue-se o processo de revisão que se concentra-se na verificação de coerência entre informações científicas trazidas e a categoria proposta, bem como na clareza da informação consolidada para aplicação dos critérios. Esse formato atende a orientação da UICN de validação por profissionais não envolvidos nas análises. Por isso, agradecemos aos revisores anônimos pela dedicação à essa tarefa. As próximas páginas deste número contam que as tartarugas, originalmente tão abundantes na costa brasileira, foram quase totalmente dizimadas nos últimos cem anos, o que levou à avaliação das cinco espécies como ameaçadas de extinção, em diferentes categorias: a tartaruga- verde (Chelonia mydas), avaliada como “Vulnerável”; a tartaruga-cabeçuda (Caretta caretta) e a tartatura-oliva (Lepidochelys olivacea) como “Em Perigo”; a tartaruga-de-pente (Eretmochelis imbricata) e a tartaruga-de-couro (Dermochelys coriacea) como “Criticamente em Perigo”. Quando a equipe do TAMAR começou a trabalhar no final da década de 70, muitos pescadores jovens jamais tinham visto um filhote de tartaruga... Na época, o principal impacto era o consumo humano de carne e ovos de tartaruga. O trabalho dedicado e qualificado do Projeto TAMAR ao longo de 30 anos transformou essa realidade no Brasil. O consumo humano de tartarugas marinhas, diferente das tartarugas continentais, praticamente não existe mais. O aumento gradual do número de ninhos nas principais áreas de desova são a prova da mudança de costumes, que não se deu em um esquema de repressão, mas a uma adesão da população ao programa de conservação com atividades que incluem alternativas de renda e intenso envolvimento nas atividades de manejo de praia. Desde então os desafios passaram a ser outros. Nas praias, a expansão urbana e o turismo desordenado ameaçam os habitats essenciais de nidificação. No mar, o esforço e o poder de pesca aumentaram drasticamente nos últimos anos e causam a morte de milhares de tartarugas por captura incidental nos anzóis e redes de pesca, como documentado nos artigos a seguir, tornando-se tema de pesquisa e monitoramento essencial para entender os danos e apoiar a elaboração de políticas públicas e propostas de ordenamento pesqueiro. Uma vez que as tartarugas podem levar 30 anos para atingir a maturidade sexual e chegar até as praias para desovar, não há como saber ainda qual é o impacto da pesca sobre cada espécie. Só saberemos isso daqui a muito tempo, e desde que se mantenha a obtenção de informação qualificada tanto nas praias como nas pescarias, e claro, par e passo com as ações de conservação e manejo. As tartarugas dessas espécies vivem muitos anos, provavelmente mais de cem! Isso faz com que a capacidade de reposição populacional seja muito, muito lenta. Perguntamo-nos se nossos filhos teriam tido a chance de conhecer tartarugas marinhas na costa brasileira se não fosse pelo trabalho de conservação e pesquisa capitaneado pelo TAMAR. Também é o caso de nos questionarmos se nossos bisnetos e tataranetos conhecerão esses seres que sobreviveram a tantas transformações da Terra, tantas oscilações climáticas naturais e antrópicas e suas consequências nos mares e terras, se não conseguirmos controlar e ordenar o desenvolvimento costeiro e o da pesca no país. Por isso tudo, essa síntese é tão importante. E por isso, o trabalho de avaliação é tão empolgante. Agradecemos a todos o trabalho realizado, que deve se seguir da avaliação de diversos outros grupos da biota brasileira. Trabalho este que só fará sentido se vier a apoiar o debate, a definição de políticas públicas, a tomada de decisão pela sociedade que, torcemos, opte, sempre que houver discernimento, pela coexistência do ser humano com as demais espécies do planeta. E por estas razões optamos pela publicação integral das informações que levaram à proposição das categorias de estado de conservação, de modo a permitir a construção continuada do conhecimento e o debate, essencial à ciência, à conservação e à cidadania. Agradecimentos Por se tratar do primeiro número de Biodiversidade Brasileira, além dos agradecimentos acima, consideramos fundamental reconhecer o belo trabalho de Denys Márcio de Sousa, na diagramação e arte da capa da revista e dos artigos do número temático.


1986 ◽  
Vol 34 (2) ◽  
pp. 241 ◽  
Author(s):  
D Blair

A revision of the subfamily Microscaphidiinae Looss, 1900 is presented and characters of taxonomic significance discussed. The genus Microscaphidium Looss, 1900, contains M. reticulare (van Beneden, 1859) Looss, 1901 (synonyms M. japonicum Oguro, 1941; M. caballeroi Groschaft, 1977); M. aberrans Looss, 1902 (synonym M. reticulare in part); and M, warui, sp. nov. Confusion in the literature over the identities of M. reticulare and M. aberrans is discussed. A neotype is selected for the former species and a lectotype for the latter. Polyangium linguatula (Looss, 1899) Looss, 1902 (synonyms P. miyajimai Kobayashi, 1921; P. colymbi Poche, 1925; P. longiseminale Chattopadhyaya, 1972) is the sole species in Polyangium Looss, 1902. The genus Angiodictyum Looss, 1902 contains A. parallelum (Looss, 1901) Looss, 1902; A. posterovitellatum Chattopadhyaya, 1972; A. longum, sp, nov.; A. glossoides, sp. nov. Polygorgyra, gen. nov., is proposed for P. cholados, sp. nov. Microscaphidium chelonei Chattopadhyaya, 1972 nec Mehrotra, 1973 and Angiodictyum anteroporum Chattopadhyaya, 1972 are regarded as species inquirendae. Microscaphidium chelonei Mehrotra, 1973 nec Chattopadhyaya, 1972 is a nomen nudum. The following species are recorded for the first time from the green turtle, Chelonia mydas (L.) in Australian waters: Microscaphidium reticulare; M. aberrans; M. warui; Angiodictyum posterovitellatum; A. longum; Polygorgyra cholados.


Phytotaxa ◽  
2015 ◽  
Vol 233 (3) ◽  
pp. 236 ◽  
Author(s):  
Roksana Majewska ◽  
J. P. Kociolek ◽  
Evan W. Thomas ◽  
Mario De Stefano ◽  
Mario Santoro ◽  
...  

Marine mammals such as whales and dolphins have been known for a long time to host a very specific epizoic community on their skin. Less known however is the presence of a similar community on the carapaces of sea turtles. The present study is the first describing new taxa inhabiting sea turtle carapaces. Samples, collected from nesting olive ridley sea turtles (Lepidochelys olivacea) on Ostional Beach (Costa Rica), were studied using light and scanning electron microscopy. Two unknown small-celled gomphonemoid taxa were analysed in more detail and are described as two new genera, closely related to other gomphonemoid genera with septate girdle bands, such as Tripterion, Cuneolus and Gomphoseptatum. Chelonicola Majewska, De Stefano & Van de Vijver gen. nov. has a flat valve face, uniseriate striae composed of more than three areolae, simple external raphe endings, internally a siliceous flap over the proximal raphe endings and lives on mucilaginous stalks. Poulinea Majewska, De Stefano & Van de Vijver gen. nov. has at least one concave valve, uniseriate striae composed of only two elongated areolae, external distal raphe endings covered by thickened siliceous flaps and lives attached to the substrate by a mucilaginous pad. Chelonicola costaricensis Majewska, De Stefano & Van de Vijver sp. nov. and Poulinea lepidochelicola Majewska, De Stefano & Van de Vijver sp. nov. can be separated based on stria structure, girdle structure composed of more than 10 copulae, raphe structure and general valve outline. A cladistics analysis of putative members of the Rhoicospheniaceae indicates that the family is polyphyletic. Chelonicola and Poulinea are sister taxa, and form a monophyletic group with Cuneolus and Tripterion, but are not closely related to Rhoicosphenia, or other genera previously assigned to this family. Features used to help diagnose the family such as symmetry and presence of septa and pseudosepta are homoplastic across the raphid diatom tree of life.


2004 ◽  
Vol 118 (1) ◽  
pp. 72 ◽  
Author(s):  
Donald F. McAlpine ◽  
Stan A. Orchard ◽  
Kelly A. Sendall ◽  
Rod Palm

Marine turtles in British Columbia have previously been considered off course stragglers. Here we document 20 new reports for Green Turtles, Chelonia mydas, and Leatherback Turtles, Dermochelys coriacea, for the province. Until recently there had been no concerted effort to acquire data on marine turtle abundance or frequency off British Columbia. Observations presented here allow a reassessment of marine turtle status in British Columbia waters. We suggest Green Turtles and Leatherbacks should be considered rare vagrants and uncommon seasonal residents, respectively, off British Columbia and that they are a natural part of the British Columbia marine environment.


Animals ◽  
2021 ◽  
Vol 11 (11) ◽  
pp. 3168
Author(s):  
Alejandra Morales Mérida ◽  
Aude Helier ◽  
Adriana A. Cortés-Gómez ◽  
Marc Girondot

In marine turtles, sex is determined during a precise period during incubation: males are produced at lower temperatures and females at higher temperatures, a phenomenon called temperature-dependent sex determination. Nest temperature depends on many factors, including solar radiation. Albedo is the measure of the proportion of reflected solar radiation, and in terms of sand color, black sand absorbs the most energy, while white sand reflects more solar radiation. Based on this observation, darker sand beaches with higher temperatures should produce more females. As marine turtles show a high degree of philopatry, including natal homing, dark beaches should also produce more female hatchlings that return to nest when mature. When sand color is heterogeneous in a region, we hypothesize that darker beaches would have the most nests. Nevertheless, the high incubation temperature on beaches with a low albedo may result in low hatching success. Using Google Earth images and the SWOT database of nesting olive ridleys (Lepidochelys olivacea) in the Pacific coast of Mexico and Central America, we modeled sand color and nesting activity to test the hypothesis that darker beaches host larger concentrations of females because of feminization on darker beaches and female philopatry. We found the opposite result: the lower hatching success at beaches with a lower albedo could be the main driver of nesting activity heterogeneity for olive ridleys in Central America.


2021 ◽  
Author(s):  
Ana Lívia de Castro Severo de Oliveira ◽  
Arthur José Cavalcante Gois ◽  
Alice Frota Feitosa ◽  
Ícaro Ben Hur Moreira Pinto Menezes ◽  
Yuri Lima Campos

Introdução. O Instituto Verdeluz, uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), possui quatro projetos pautados na conservação ambiental. Um destes projetos, o GTAR-VERDELUZ, atua sobretudo em prol da conservação de tartarugas marinhas na orla de Fortaleza e na região metropolitana. Dentre as atividades desenvolvidas pela equipe, estão o monitoramento de praias, necropsias e atuação em encalhes vivos e mortos. Objetivos. Desta forma, neste trabalho tivemos o propósito de analisar os dados obtidos a partir dos encalhes de tartarugas marinhas durante o período do vazamento de óleo no Nordeste do Brasil em 2019. Material e métodos. Durante o período de fevereiro de 2019 e agosto de 2020, as tartarugas marinhas que encalharam mortas no litoral do Ceará e apresentavam bom estado de conservação foram coletadas e transportadas para o laboratório, onde avaliamos as interações antropogênicas externas e internas, através de necropsia. Nestas necropsias coletamos dados morfométricos, como tamanhos do casco, peso, sexo, maturidade e outras informações pertinentes. Resultados. Entre os meses considerados, um total de 25 tartarugas marinhas encalharam no litoral do Ceará. Ao examinar estes indivíduos, averiguamos que cinco sofreram interação com pesca, tendo um deles morrido por consequência de um enroscamento em uma rede de pesca, e seis possuíam fibropapilomas. Os indivíduos pertencem a três espécies de tartarugas marinhas, sendo 20 indivíduos da espécie Chelonia mydas, três da espécie Eretmochelys imbricata e dois da espécie Lepidochelys olivacea. Além disso, identificamos que 17 indivíduos eram juvenis e oito eram adultos. Durante a necrópsia, encontramos lixo em 15 dos indivíduos, sintomas de inflamação em 17 e parasitas em outros seis. Também constatamos que parada cardiorrespiratória (10), edema pulmonar (2) e síndrome de caquexia (2) foram as principais causas de morte. Ademais, apenas oito tartarugas não apresentaram presença de petróleo ou óleo, internamente ou externamente. Conclusão. A presença de lixo no trato gastrointestinal das tartarugas é um fator alarmante, uma vez que é sabido das consequências danosas que esse material causa em seus organismos. As interações antrópicas variadas ainda nos alarmam, uma vez que são animais em extinção e sua proteção deveria estar sendo garantida.


Oryx ◽  
2001 ◽  
Vol 35 (2) ◽  
pp. 145-151 ◽  
Author(s):  
Jonathan J. Aiken ◽  
Brendan J. Godley ◽  
Annette C. Broderick ◽  
Timothy Austin ◽  
Gina Ebanks-Petrie ◽  
...  

AbstractLarge populations of marine turtles breeding in the Cayman Islands were drastically reduced in the early 1800s. However, marine turtle nesting still occurs in the islands. The present-day status of this nesting population provides insight into the conservation of marine turtles, a long-lived species. In 1998 and 1999, the first systematic survey of marine turtle nesting in the Cayman Islands found 38 nests on 22 beaches scattered through the three islands. Three species were found: the green Chelonia mydas, hawksbill Eretmochelys imbricata and loggerhead Caretta caretta turtles. Comparison with other rookeries suggests that the small number of sexually mature adults surviving Cayman's huge perturbations may be impeding population recovery. This shows the need to implement conservation measures prior to massive reductions in population size.


Author(s):  
Leticia Koproski ◽  
Órion Pedro da Silva ◽  
Caio Alexandre Maciel Santos ◽  
Andrei Manoel Brum Febrônio ◽  
Fábio Teles de Santana ◽  
...  

Em um intervalo de quatro anos, a prevalência da fibropapilomatose em tartarugas encalhadas em uma região do nordeste do Brasil compreendida entre o sul de Alagoas e o norte da Bahia foi de 16% em Chelonia mydas, 2% em Caretta caretta e 0,6% em Lepidochelys olivacea. C. mydas acometidas apresentaram biometria média de 0,49m de Comprimento Curvilíneo da Carapaça - CCC. Machos e fêmeas foram igualmente acometidos, numa média de 22%. Pela análise de 1231 registros fotográficos, a média foi de 13 tumores por C. mydas. Nessa espécie 76,77% dos tumores foram registrados na parte anterior do corpo, 17,97% na região posterior, 4,12% na carapaça e plastrão e 1,0% nos globos oculares. Não foram registrados tumores na cavidade oral. C. mydas foram em sua maioria moderadamente afetadas pela doença. L. olivacea acometida apresentou biometria média de 0,69m de CCC. Machos e fêmeas foram atingidas numa média de 1,0%. Os tumores em L. olivacea foram observados na porção anterior e posterior do corpo. Somente um indivíduo do sexo masculino de C. caretta, com biometria de 1,03m de CCC apresentou sinal da doença. A C. caretta apresentava um tumor externo pedunculado na região cervical, de tamanho entre 1,1cm e 4,0cm de diâmetro. As prevalências da fibropapilomatose em Eretmochelys imbricata e Dermochelys coriacea foram de 0,0%. A prevalência da fibropapilomatose em C. mydas segue padrões encontrados para a costa brasileira. No entanto, a doença se manifesta com severidade levemente superior a encontrada no litoral da região sudeste do país.


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