scholarly journals Advanced Cognitive-Behavioral Treatment Model with Exposure-Response Prevention for Treating Obsessive-Compulsive Disorder

2020 ◽  
Vol 17 (11) ◽  
pp. 1060-1063
Author(s):  
Ju-Wan Kim ◽  
Hee-Ju Kang ◽  
Ju-Yeon Lee ◽  
Sung-Wan Kim ◽  
Il-Seon Shin ◽  
...  
Author(s):  
Andréa Litvin Raffin ◽  
Ygor Arzeno Ferrão ◽  
Fernanda Pasquoto de Souza ◽  
Aristides Volpato Cordioli

INTRODUÇÃO: As terapias comportamental e cognitivo-comportamental reduzem os sintomas do transtorno obsessivo-compulsivo em mais de 70% dos pacientes. Entretanto, cerca de 30% não obtêm nenhuma melhora. Conhecer fatores associados a esses desfechos poderia auxiliar numa melhor indicação do tratamento, incrementando sua eficácia. MÉTODO: Foram revisados trabalhos que investigaram fatores preditivos de resultados nos tratamentos do transtorno obsessivo-compulsivo, nas fontes PubMed, PsycINFO e LILACS. Termos utilizados na busca: predictive factors OR prediction AND obsessive-compulsive disorder AND exposure response prevention OR ritual prevention OR behav* therapy OR cognitive behav* therapy, resultando em 104 artigos. As referências dos artigos foram analisadas, possibilitando maior número de trabalhos revisados. Excluíram-se artigos que utilizaram apenas farmacoterapia e aqueles que não abordavam o tema, resultando em 29 artigos. DISCUSSÃO: As variáveis demográficas parecem exercer papel indireto, destacando-se sexo masculino e ausência de companheiro(a) como fatores de pior prognóstico. Maior gravidade e início precoce dos sintomas indicariam piores resultados. O transtorno esquizotípico comórbido é potencialmente negativo. Sintomas relacionados ao colecionismo e com conteúdo sexual/religioso indicam pior prognóstico. Maior nível de insight, motivação e colaboração com o tratamento são características favoráveis. Maior intensidade da melhora e a remissão completa são preditores para a não-recaída. CONCLUSÃO: A identificação de fatores preditores de resultados está longe de ser esclarecida. É possível que múltiplos fatores, cujas associações são complexas, atuem em conjunto. Os resultados podem depender de fatores não-específicos, ainda não abordados pelos estudos. A heterogeneidade do transtorno obsessivo-compulsivo e das pesquisas e o uso associado de medicamentos dificultam o estabelecimento de conclusões mais definidas.


2008 ◽  
Vol 18 (5) ◽  
pp. 604-614 ◽  
Author(s):  
Nuria Jaurrieta ◽  
Susana Jimenez-Murcia ◽  
José Manuel Menchón ◽  
M. Del Pino Alonso ◽  
Cinto Segalas ◽  
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