scholarly journals Uso terapêutico de canabinóides na Esclerose Múltipla

Ensaios USF ◽  
2019 ◽  
Vol 3 (1) ◽  
pp. 12-26
Author(s):  
Andressa Quirino Rabelo
Keyword(s):  

A Esclerose Múltipla (EM) consiste em uma doença neurológica, autoimune, inflamatória e crônica. É causada por reações autoimunes que provocam inflamação e a destruição das células da glia do tipo oligodendrócito e consequente desmielinização da bainha de mielina dos neurônios, causando lesões cerebrais e medulares com perda de substância branca. Existem três classificações de EM e não existe cura para nenhuma delas. Os tratamentos farmacológicos existentes buscam diminuir o avanço da doença, reduzindo a atividade inflamatória e a ocorrência dos surtos que são gerados pelas lesões, assim contribuindo para a redução do acúmulo de incapacidade durante a vida do paciente. Além disso, existem tratamentos paliativos para outros sintomas da doença, como a dor neuropática crônica e aguda, abordadas nesse trabalho. O tratamento é realizado com medicamentos das classes terapêuticas de antiespásticos, relaxantes musculares e benzodiazepínicos, mas nem todos os pacientes tem uma resposta eficaz nesse uso e novas medidas estão sendo utilizadas. Recentemente, os medicamentos a base dos compostos canabinóides tetrahidrocanabinol e canabidiol, obtidos da planta Cannabis sativa (L.) Small & Cronq., estão sendo utilizados para tratamento da dor. O objetivo deste trabalho é a elucidação do tratamento farmacológico da dor na EM com canabinóides, abordando as vantagens desse uso na melhora dos sintomas dos pacientes portadores da doença. Portanto, salienta-se que este novo tratamento foi comprovado cientificamente como sendo uma alternativa promissora e eficaz para aqueles pacientes que não respondem ao tratamento convencional, assim as pesquisas devem continuar contribuindo para o reconhecimento da segurança e eficácia dos canabinóides.

Author(s):  
Jürgen Seifert ◽  
Jann Schlimme ◽  
Felix Wedegärtner ◽  
Hinderk M. Emrich ◽  
Udo Schneider

Überblick: Cannabis sativa ist eine der ältesten medizinischen Heilpflanzen. In den westlichen Kulturen wird Cannabis überwiegend als Freizeitdroge angesehen. Im Harz sowie in den Blüten der weiblichen Pflanze findet sich ein Gemisch aus verschiedenen psychoaktiven Inhaltsstoffen. Am bedeutendsten ist in diesem Zusammenhang das delta-9-Tetrahy-drocannabinol. </P><P> Epidemiologie: Nicht selten werden die Gefahren des Cannabiskonsums, wie z. B. die Möglichkeit der Induktion einer Psychose unterschätzt. Wenn man jedoch berücksichtigt, wie häufig z. B. Jugendliche THC konsumieren, ist die Frage, ob Cannabis eine Psychose aus dem schizophrenen Formenkreis de novo induzieren kann, von besonderem gesundheitspolitischem und volkswirtschaftlichem Interesse. Die Datenlage ist allerdings nach wie vor unklar. Die klinisch-epidemiologischen Studien deuten aber darauf hin, dass Cannabiskonsum bei vulnerablen Personen schizophrenieforme Psychosen auslösen kann und einen ungünstigen Krankheitsverlauf zur Folge hat. </P><P> Das endogene Cannabinoid-System: Die vorliegende Arbeit gibt außerdem einen Überblick der Publikationen, die sich mit dem körpereigenen Cannabinoid- System und seinen endogenen Liganden im Hinblick auf psychotische Störungen beschäftigen.


Planta Medica ◽  
2010 ◽  
Vol 76 (05) ◽  
Author(s):  
S Chandra ◽  
H Lata ◽  
IA Khan ◽  
MA Elsohly
Keyword(s):  

Planta Medica ◽  
2011 ◽  
Vol 77 (05) ◽  
Author(s):  
S Chandra ◽  
H Lata ◽  
N Techen ◽  
IA Khan ◽  
MA ElSohly
Keyword(s):  

Planta Medica ◽  
2012 ◽  
Vol 78 (05) ◽  
Author(s):  
A Husni ◽  
S Ross ◽  
O Dale ◽  
C Gemelli ◽  
G Ma ◽  
...  

Planta Medica ◽  
2012 ◽  
Vol 78 (05) ◽  
Author(s):  
F Zulfiqar ◽  
S Ross ◽  
D Slade ◽  
S Ahmed ◽  
MM Radwan ◽  
...  

Planta Medica ◽  
2014 ◽  
Vol 80 (16) ◽  
Author(s):  
O Kayser ◽  
P Kursari ◽  
S Kusari ◽  
M Lamshoeft ◽  
M Spiteller

2010 ◽  
Vol 01 (05) ◽  
pp. 200-200
Author(s):  
Jutta Hübner
Keyword(s):  

Cannabis oder Hanf wird im Freiland je nach Sorte zwischen ca. 50 cm bis 8 m hoch, in europäischen Breitengraden maximal ca. 4 m, wobei 2 m als realistisch angesehen werden sollten. Zur medizinischen Verwendung kommt meist der Indische Hanf (Cannabis sativa indica).


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