The Sane Society Erich Fromm

1956 ◽  
Vol 4 (2) ◽  
pp. 181-182
Author(s):  
Louis Schneider
Keyword(s):  
Ethics ◽  
1956 ◽  
Vol 66 (4) ◽  
pp. 289-292
Author(s):  
Paul W. Kurtz
Keyword(s):  

Sociologias ◽  
2020 ◽  
Vol 22 (55) ◽  
pp. 262-288
Author(s):  
Fabrício Maciel
Keyword(s):  

Resumo Neste artigo, procuro problematizar a crítica de Erich Fromm à cultura do capitalismo contemporâneo. Para tanto, faço uma releitura especialmente, mas não apenas, de uma de suas principais obras maduras, o livro Psicanálise da sociedade contemporânea (The sane society), no qual o autor sedimenta seu projeto analítico de uma “psicanálise humanista”. Na primeira parte o artigo reconstrói, através da ideia de “patologia da normalidade”, a crítica de Fromm aos fundamentos culturais do capitalismo contemporâneo. Na segunda parte, a reconstrução é levada adiante através dos conceitos de “caráter social” e “alienação”, de modo a compreender como o capitalismo tardio do século XX aprofunda, como nunca antes, uma cultura anti-humanista. Na conclusão, procuro argumentar como a obra de Fromm pode ser de grande valia para a compreensão dos problemas tanto individuais quanto coletivos da atualidade.


1956 ◽  
Vol 4 (2) ◽  
pp. 181-182
Author(s):  
Louis Schneider
Keyword(s):  

1956 ◽  
Vol 64 (6) ◽  
pp. 543-544 ◽  
Author(s):  
Walter A. Weisskopf
Keyword(s):  

1993 ◽  
Vol 38 (11) ◽  
pp. 1168-1169
Author(s):  
Clyde Hendrick
Keyword(s):  

Society ◽  
1995 ◽  
Vol 32 (5) ◽  
pp. 72-82 ◽  
Author(s):  
Michael Maccoby
Keyword(s):  

2009 ◽  
pp. 9-46
Author(s):  
Paul E. Stepansky

- The rise and fall of psychoanalytic book publishing in America is one sign of the progressive marginalization of psychoanalysis within American mental health care. The "glory era" of psychoanalytic book publishing, roughly the quarter century following the end of World War II, is described. This was the era when psychoanalyst-authors such as Karl Menninger, Erich Fromm, Erik Erikson, and Karen Horney published books of great commercial success. Cumulative sales data of noteworthy psychoanalytic books published in the United States over the past 70 years are reported, and document the continuous decline in sales since the 1970s. In accounting for the recent acceleration of this decline, Stepansky focuses on the internal fragmentation of a once cohesive profession into rival schools with sectarian features, each committed to a self-limited reading agenda. Stepansky discusses these issues from his vantage point as Managing Director of The Analytic Press from 1984-2006. [KEY WORDS: American psychoanalysis, publishing, books, fractionation, marginalization]


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