O ensaio confronta a concepção de museu através de pressupostos iconológicos e icnológicos, seguindo um fluxo teórico que passa por Cesare Brandi, Marcel Proust, Paul Valéry, Theodor Adorno, Michael Taussig, Tarsila do Amaral, entre outros, com o intuito de pensar os museus a partir de um novo uso.