Hannah Arendt/Martin Heidegger

1997 ◽  
Vol 14 (3/4) ◽  
pp. 128
Author(s):  
Robert R. Shandley ◽  
Elzbieta Ettinger
2020 ◽  
Vol 26 (1) ◽  
pp. 6-16
Author(s):  
Glória Maria Ferreira Ribeiro ◽  
Greiciele Andrade Carvalho dos Santos ◽  
Jhonatan Relher ◽  
Lara Maia Mendonça ◽  
Maria Emília Ferreira Machado ◽  
...  

O presente artigo objetiva analisar os desafios impostos pela pandemia instaurada pela COVID-19 e os impactos decorrentes das medidas sanitárias de isolamento social sobre as atividades do Programa de Extensão Centro de Referência da Cultura Popular Max Justo Guedes. Diante do panorama trazido por essa nova realidade, este artigo igualmente aborda as estratégias de trabalho adotadas visando a dar prosseguimento às atividades extensionistas. O programa atua há sete anos na cidade de São João del-Rei, Minas Gerais, por intermédio da Universidade Federal que carrega o nome da cidade. O Centro de Referência tem como forma de atuação oficinas temáticas, principalmente relacionadas à cultura e ao patrimônio afrodescendentes, voltadas para o público infantil e ocorridas no Fortim dos Emboabas, um casarão histórico que foi doado para a Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ) e que se encontra localizado no bairro Alto das Mercês. Para uma análise crítica da atual situação, estaremos utilizando, como aporte teórico, as obras de Sigmund Freud, Hannah Arendt e Martin Heidegger, e seus respectivos estudos acerca do luto, da imprevisibilidade da ação humana e da versatilidade quanto à capacidade do ser humano de recriar-se. 


Author(s):  
Richard P. Nielsen

Hannah Arendt was profoundly influenced by Martin Heidegger both intellectually and personally. Arendt’s process philosophy of organizational ethics and politics remains relevant today. In 1963, she published a book entitled Eichmann in Jerusalem: A Report on the Banality of Evil. She is known for her analysis of authoritarian organizations and the emergent archetype of a middle-level manager based on Adolf Eichmann. This chapter provides a biographical sketch of Arendt and Eichmann and discusses the emergent archetype organizational and Eichmann dimensions considered by Arendt, including administrative harm, organizational requirements to obey orders, and ‘banality’ of organizational evil or at least unethical organizational behaviour. It also looks at the views of Heidegger, Eichmann, and Arendt regarding organizational becoming.


2010 ◽  
Vol 72 (4) ◽  
pp. 697-704
Author(s):  
Kirstie M. McClure

In The Theological Origins of Modernity, Michael Gillespie has given us a big book. At once learned and lively, it enters the lists not simply of “origins of modernity” stories, but more particularly of those stories that engage the proudly secular and rational self-image of the age. Among the latter, its most explicit interlocutors are Hans Blumenberg and Martin Heidegger, but its effective resonances and dissonances extend, if more subtly, to Karl Löwith, Leo Strauss, Hannah Arendt, and Amos Funkenstein—and perhaps to the likes of Adorno, Derrida, Deleuze, and others as well. Indeed, in its insistent probing of connections between modern science and late medieval theology, this book is arguably in dialogue not only with a range of continental thinkers, but also with such Anglophone philosophers as Whitehead, Collingwood, and E. A. Burtt.


2019 ◽  
Vol 68 (171) ◽  
pp. 185-207
Author(s):  
Anabella Di Pego

El artículo muestra que La condición humana de Hannah Arendt puede leerse como una disputa soterrada con Martin Heidegger en torno de la praxis aristotélica. Por una parte, se reconstruyen las huellas de la lectura heideggeriana de Aristóteles en la obra de Arendt, para esclarecer esta presencia invisibilizada en la que se cifra uno de los puntos nodales de discusión con quien fuera su maestro. Por otra, se analiza la reconceptualización de la praxis que Arendt lleva a cabo, lo que supone una crítica a la interpretación de Heidegger y el despliegue de un marco conceptual propio que va más allá de la perspectiva aristotélica.


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