scholarly journals De la Division du Travail Social.

1894 ◽  
Vol 3 (1) ◽  
pp. 124 ◽  
Author(s):  
C. H. Hull ◽  
Emile Durkheim
Author(s):  
Nasser Baccouche

Avec la division du travail intellectuel, on assiste à la montée des spécialisations ainsi qu’à une dissociation de plus en plus marquée entre la pensée et l’action. Le travail social n’échappe pas à cette logique technocratique d’efficacité qui invalide toute démarche analytique en rupture avec les méthodes traditionnelles du savoir. Pourtant, une nouvelle appréhension du réel et, par conséquent, de nouvelles alternatives d’intervention ne peuvent surgir que de la rupture radicale avec des traditions de connaissance et d’action correspondant au renforcement de la « raison d’État ».


2015 ◽  
pp. 143-158 ◽  
Author(s):  
Jean-Marc Larouche

Dans ces derniers travaux, Axel Honneth se réfère abondamment à Émile Durkheim pour actualiser les prétentions d’une théorie critique face aux enjeux du développement contemporain du monde du travail. Dans un premier temps, nous montrons en quoi la normativité chez Durkheim prend appui sur l’analyse sociologique; dans une deuxième temps, nous nous attardons au dernier ouvrage de Honneth, Freedom’s Right. The Social Foundations of Democratic Life, notamment à son analyse des formes d’institutionnalisation de la liberté sociale chez Durkheim; une troisième partie permet de montrer la convergence entre Durkheim et Hegel sur le thème du travail et de la reconnaissance; enfin, la dernière partie se concentre sur la critique immanente des formes contemporaines de l’organisation du travail dans la Division du travail social.


2018 ◽  
Vol 18 (3) ◽  
pp. 654
Author(s):  
Luiz Gustavo Da Cunha De Souza

This paper presents a discussion on how the concept of the division of labour within society appears in the work of Émile Durkheim, of Karl Marx, and of Axel Honneth. Historically, that notion has been related to Durkheim’s De la division du travail social, but it was also a subject to which Marx and, more recently, Honneth directed their attention. In highlighting how those three authors conceptualise the division of labour, this paper intents to show that all of them, with their respective particularities, conceive modern societies as a normative order based on the principle of mutual recognition, which for its part is expressed in the historical process of the division of labour. *** Divisão do trabalho em Durkheim, Marx e Honneth Contribuições para uma economia política de reconhecimento ***Este artigo discute como a ideia de divisão do trabalho social aparece nas obras de Émile Durkheim, Karl Marx e Axel Honneth. Historicamente, este conceito é associado ao sociólogo francês, mas também Marx e Honneth se referem a este tema e às suas implicações para as sociedades modernas. Ao ressaltar o modo como cada um destes três autores trata da questão, o artigo procura demonstrar que, apesar de suas diferenças, tanto em Durkheim quanto em Marx e Honneth é possível encontrar traços de uma concepção das sociedades modernas como uma ordem normativa na qual o princípio de reconhecimento recíproco, expresso no processo histórico de divisão do trabalho social, desempenha um papel central.Palavras-chave: Divisão do trabalho social; Émile Durkheim; Karl Marx; Axel Honneth; Reconhecimento.


2017 ◽  
Vol 5 (2) ◽  
pp. 229
Author(s):  
Orlando Villas Bôas Filho

Este artigo pretende analisar as contribuições e os limites da abordagem sociológica de Émile Durkheim para a compreensão do direito. Assim, em primeiro lugar, sublinha a relevância do pensamento de Durkheim na configuração da sociologia moderna. Para tanto, realiza uma breve incursão pela análise de Danilo Martuccelli acerca das matrizes do pensamento sociológico sobre a modernidade. Em seguida, a partir da reconstrução de alguns aspectos fundamentais que estruturam a tese veiculada no livro De la division du travail social, enfatiza a centralidade que o direito adquire no pensamento de Durkheim. Deste modo, ressalta, sobretudo, que Durkheim concebe o direito como um fato exterior que simboliza as formas de solidariedade social (mecânica e orgânica). Por fim, recupera algumas apreciações críticas que teóricos contemporâneos fazem acerca da análise sociológica de Durkheim sobre o direito.


Ethics ◽  
1894 ◽  
Vol 4 (3) ◽  
pp. 406
Author(s):  
E. Boirac

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