scholarly journals Plantas silvestres útiles y prioritarias identificadas en la Mixteca Poblana, México

2012 ◽  
pp. 73 ◽  
Author(s):  
Aniceto Martínez-Pérez ◽  
Pedro Antonio López ◽  
Abel Gil-Muñoz ◽  
Jesús Axayácatl Cuevas-Sánchez

Uno de los factores de la producción sostenible de los bosques tropicales es la conservación de sus especies vegetales silvestres útiles, cuyo estado puede ser evaluado inicialmente a través del conocimiento tradicional local. El objetivo de este trabajo fue contribuir a la elaboración de un inventario de plantas útiles y, mediante valoración socioeconómica y ecológica, determinar prioridades de conservación en la Mixteca Poblana, México. Se realizaron 14 entrevistas y un taller participativo en dos comunidades del municipio de Chietla, Puebla, México. Se registraron los usos de las especies reconocidas, la importancia socioeconómica y el potencial ecológico de cada planta considerada relevante y se aplicó un análisis de factores principales. En ambas comunidades se reconocieron nueve categorías de uso, destacando las combustibles, las medicinales, las alimenticias y las de construcción. En Huajotitlán se reportaron 139 especies útiles, ubicando a palo dulce (Eysenhardtia polystachya), pitaya (Stenocereus stellatus) y palma (Brahea dulcis) como adecuadas para planes de manejo y aprovechamiento; las especies prioritarias para reforestación fueron cuachalalate (Amphipterygium adstringens), cuatomate (Solanum glaucescens), nanche (Byrsonima crassifolia), quina (Hintonia latiflora) y rabo de iguana (Havardia acatlensis). En Buenavista se reportaron 126 especies útiles, de las cuales pitaya y palma fueron percibidas como importantes para su manejo y aprovechamiento; ciruela (Spondias purpurea), palo dulce y árnica (Colubrina triflora) fueron identificadas como apropiadas para reforestación. El análisis de factores principales confirmó la importancia de las especies en cada comunidad.

Planta Medica ◽  
2013 ◽  
Vol 79 (13) ◽  
Author(s):  
M García ◽  
F Michelangeli ◽  
Á Fernández ◽  
JE Villamizar ◽  
F Salazar ◽  
...  

2008 ◽  
Vol 30 (3) ◽  
pp. 775-781 ◽  
Author(s):  
José Edmar Urano de Carvalho ◽  
Walnice Maria Oliveira do Nascimento

Pirênios (caroços) de murucizeiro (Byrsonima crassifolia (L.) Rich.) do clone Açu, um acesso da Coleção de Germoplasma de Fruteiras Tropicais da Embrapa Amazônia Oriental, foram caracterizados, e avaliados diferentes métodos para superação da dormência das sementes. Na caracterização dos pirênios, foram considerados os seguintes aspectos: cor, forma, peso, comprimento, diâmetro, número de sementes por pirênio e espessura das paredes internas e externas do endocarpo. Os tratamentos para superação da dormência foram: a) testemunha pirênios não-submetidos a tratamento pré-germinativo; b) imersão em água durante 24 horas; c) imersão em solução de ácido giberélico (500 mg.L-1) durante 24 horas; d) imersão em água durante 24 horas seguida de fratura no endocarpo por compressão; e) imersão em solução de ácido giberélico (500 mg.L-1) durante 24 horas seguida de fratura no endocarpo por compressão. Observou-se que os pirênios do clone Açu são ovalados, com superfície reticulada, peso de 0,62±0,09 e comprimento e diâmetro de 1,10±0,07 e 1,02±0,09 cm, respectivamente. Os pirênios geralmente contêm duas sementes (mínimo zero e máximo três), localizadas em lóculos cujas paredes externas são mais espessas que as internas. O endocarpo é permeável à água, e as sementes absorvem prontamente essa substância. As sementes representam 10,12%±2,87% do peso do pirênio. Os melhores tratamentos para sobrepujar a dormência consistiram da imersão dos pirênios em solução de ácido giberélico ou em água, seguida de fratura no endocarpo. Os resultados obtidos indicam que a germinação das sementes de muruci do clone Açu é regulada por dois mecanismos de dormência: o primeiro representado pelo espesso e córneo endocarpo, o qual é permeável à água, mas oferece resistência mecânica ao crescimento do embrião, e o segundo, devido à dormência fisiológica.


2017 ◽  
Vol 39 (5) ◽  
Author(s):  
CAMILA RIBEIRO DE SOUZA GRZYBOWSKI ◽  
WALNICE MARIA OLIVEIRA DO NASCIMENTO ◽  
ROSEMEIRE CARVALHO DA SILVA ◽  
ELISA SERRA NEGRA VIEIRA ◽  
MARISTELA PANOBIANCO

ABSTRACT The goal of the present study is to assess the physiological potential of Byrsonima crassifoliaseeds and analyze the procedures of the germination and tetrazolium tests, as well as the conservation of such seeds by testing different combinations of packaging and environment. The experiment used pyrenes of the clone Açu, collected from mother plants in the germplasm collection of muruci plants of Embrapa Amazonia Oriental, in Belém, Brazil. Different temperatures were tested in the germination test (25, 30, 35 and 20 - 30 ºC). The best methodology and assessment dates were determined for the test, and the seedlings of the species were characterized. Viability was assessed with the tetrazolium test, with combinations of hydration methods (by immersion and between paper towels), staining periods (3 and 4 h) and concentrations of tetrazolium solution (0.5, 0.7 and 1.0%). Storage of muruci pyrenes was evaluated at three, six and twelve months, in polyethylene and Kraft paper bags, under dry chamber and refrigerator conditions. The study used a randomized block design with four replicates. The data underwent analysis of variance. In conclusion, the physiological potential of seeds of B. crassifoliacan be assessed by the germination test conducted in sand, with alternating temperatures of 20-30 ºC, or with the use of the tetrazolium test (with staining for three hours in the tetrazolium solution at 1.0%) as a rapid assessment of viability. Muruci pyrenes can be kept in polythene or paper Kraft bags for up to 12 months, in a dry chamber at 16 ºC and with relative air humidity of 50 to 60%.


2017 ◽  
Vol 16 (1) ◽  
pp. 127-134 ◽  
Author(s):  
Cinthia Muñoz-López ◽  
Galo Rafael Urrea-Garcia ◽  
Maribel Jiménez-Fernandez ◽  
Guadalupe del Carmen Rodríguez-Jiménes ◽  
Guadalupe Luna-Solano

Bragantia ◽  
2008 ◽  
Vol 67 (2) ◽  
pp. 401-411 ◽  
Author(s):  
Ricardo Falcão de Sá ◽  
Maria Aparecida Castellani ◽  
Antonio Souza do Nascimento ◽  
Maria Heloisa da Silva Teixeira Brandão ◽  
Aline Novais da Silva ◽  
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As moscas-das-frutas (Diptera: Tephritidae) são os principais entraves às exportações de manga nos pólos de fruticultura da Região Sudoeste da Bahia. O presente trabalho teve como objetivo estudar índices de infestação e a diversidade de moscas-das-frutas no pólo de fruticultura de Anagé, BA, visando obter subsídios para o manejo integrado dessas pragas na mangueira, na região. Os estudos foram realizados em 2004 e 2005, nos municípios de Anagé, Belo Campo e Caraíbas, BA, procedendo-se à coleta de frutos de 21 espécies vegetais, nativas e exóticas, e identificação das espécies de moscas associadas. Estimaram-se os índices de infestação em pupários/kg de fruto e pupários/fruto. Os maiores índices de infestação, em pupários/kg de fruto, ocorreram em serigüela (Spondias purpurea L.) com 61,3, juá (Ziziphus joazeiro L.), 38,3 e umbu (Spondias tuberosa L.), 33,1, considerados hospedeiros primários de Anastrepha fraterculus (Wiedemann) e A. obliqua (Macquart). As maiores infestações em pupários/fruto ocorreram em serigüela (0,9); umbu (0,7) e cajarana (Spondias sp.) (0,2). Com base no monitoramento larval, registra-se, para as condições do pólo de fruticultura de Anagé, a ocorrência das espécies Anastrepha fraterculus, A. obliqua, A. dissimilis, A. amita, A. distincta, A. sororcula, A. zenildae e Ceratitis capitata. Registram-se, pela primeira vez, as seguintes associações bitróficas: juá com A. fraterculus, A. obliqua, A. dissimilis e A. distincta; e umbu com A. amita e A. sororcula.


2017 ◽  
Vol 47 (2) ◽  
pp. 133-140
Author(s):  
Rodrigo Leonardo Costa de OLIVEIRA ◽  
Veridiana Vizoni SCUDELLER ◽  
Reinaldo Imbrozio BARBOSA

ABSTRACT Byrsonima crassifolia and B. coccolobifolia, popularly known as mirixis, muricis, mantecos or nances, are common fruit species in the Amazonian savannas. Their fruits are used in the preparation of juices and other beverages, while the other parts of the plants are used for different purposes in some indigenous communities. The aim of the present ethnobotanical study was to investigate the knowledge and traditional uses of mirixis in the Darora Indigenous Community, of the Makuxi ethnicity, in the São Marcos Indigenous Land, state of Roraima, northern Brazil. The knowledge on these species among the residents was analyzed considering their gender and age. A survey was carried out by means of semi-structured interviews with 60 respondents (36 men and 24 women), between 18 and 84 years of age. Data from the interviewees was compared between genders and two age groups (< 40 and ≥ 40 years of age). Ethnobotanical indices (Informant diversity value; Informant equability value) were calculated, and no significant differences were found in the diversity of uses between genders (U = 283.0000, p > 0.05) and age groups (U = 359.5000, p > 0.05), indicating that the knowledge on the species is evenly distributed among residents. Results show that both species are used for different purposes in the food, fuelwood and medicinal categories in the Darora Community, and this knowledge is widely shared among adult men and women of all ages.


2020 ◽  
Vol 16 (11) ◽  
Author(s):  
Orquidea Vasconcelos Santos ◽  
Jessica Larissa Santa Brigida Cardoso ◽  
Stephanie Dias Soares ◽  
Mayara Galvão Martins ◽  
Francisco Das Chagas Alves Do Nascimento ◽  
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O muruci (Byrsonima crassifolia) é um fruto comumente consumido na forma de polpas que precisa de aplicação de técnicas de secagem viáveis economicamente para prolongar o consumo nos períodos de entressafra. Nesse sentido, o objetivo desta pesquisa foi analisar a influência da secagem convectiva sobre os compostos bioativos, estruturas morfológicas e perfil espectroscópico da polpa de muruci. As normas metodológicas seguiram os padrões da Association of Official Analytical Chemists e de publicações aceitas internacionalmente. Os dados mostram uma matéria-prima ácida com elevado conteúdo em sólidos solúveis (14,45 ºBrix) e alta estabilidade pós secagem (0,28 de atividade de água). Em relação aos constituintes funcionais apresentou alto conteúdo em vitamina C tanto in natura como em forma de pó (168,5 a 140,3 mg/100g). Os teores em flavonoides tiveram decréscimo de 35% (47,55mg/100g para 35,2mg/100g) do fruto in natura para a polpa seca, semelhante ao comportamento dos compostos fenólicos com redução média de 20% (143,35 para 118,1 mgAGE/100g). Constatou-se altos teores de carotenoides (325,8 μg/100g de β-caroteno), cuja conversão para vitamina A condiz a aproximadamente 12% das recomendações diárias dessa vitamina. Os perfis espectroscópicos mostraram grupos químicos funcionais e não foram observados picos de compostos relacionados a processos de degradação oxidativa. A morfologia dos grânulos mostra-se de forma cilíndrica de aspecto esponjoso tendo em seu interior estruturas arredondadas semelhantes ao amido. Esses dados evidenciam a potencialidade da conversão da polpa deste fruto na forma de pó agregando compostos bioativos com alta estabilidade e potencial fonte de vitamina A.


2018 ◽  
Vol 15 (27) ◽  
pp. 1-12
Author(s):  
Jonis Santos ◽  
Denise Santos ◽  
Ana Rossi ◽  
Guilherme Pena ◽  
Auana Tiago

Author(s):  
Francisco Alessandro Rodrigues ◽  
Priscylla Giffony ◽  
Sarah dos Santos ◽  
Jhonyson Guedes ◽  
Maria Elenir Ribeiro ◽  
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Plant phenolic extracts are widely recognized as an important source of natural antioxidant substances and potential compounds for cosmetic formulations. This study aimed to evaluate the chemical profile, photoprotective and antioxidant activities of stem bark extract of Spondias purpurea L. (ciriguela) and its application in photoprotective formulations. Thirty phenolic constituents were annotated by ultra-performance liquid chromatography coupled with an electrospray ionization quadrupole time-of-flight mass spectrometry in mode negative (UPLC‑QTOF-MS2). The stem bark extract antioxidant and chelation potential, expressed in half maximal inhibitory concentration (IC50), showed 6.25 and 352.22 μg mL−1, respectively. The phenolic extract was used as an active ingredient in six sunscreen formulations, with concentrations ranging from 0.2 to 10%. The ultraviolet (UV) protection properties of the formulations were evaluated by sun protection factor (SPF) values obtained in 0.2 mg mL−1 (0.495 to 2.27) and 2.0 mg mL−1 (2.29 to 15.87). The SPF value for the extract (14.37 and 26.16) was high, but there was a reduction in the base formulation. However, these results suggested that the bioactive extracted of stem bark of Spondias purpurea L. has interesting potential to reduce the damage caused by UV radiation and may be utilized as an active ingredient in a sunscreen formulation.


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