scholarly journals Seroprevalencia de babesiosis bovina en la hacienda Vegas de la Clara, Gómez Plata (Antioquia), 2008

2011 ◽  
pp. 63-71 ◽  
Author(s):  
Richard Zapata Salas ◽  
Natasha Lara Ramírez ◽  
Armando Baena Zapata ◽  
Julián Reyes Vélez ◽  
Leonardo Alberto Ríos Osorio

La babesiosis es una enfermedad del ganado bovino transmitida por la garrapata Rhipicephalus (Boophilus) microplus y causada por los parásitos protozoarios Babesia bovis y B. bigemina. Una zona se considera epizootiológicamente estable frente a Babesia spp, cuando el 75% de los bovinos entre las edades de 3 a 9 meses son serorreactivos (IgG) frente a Babesia bovis y Babesia bigemina y no hay evidencia de signos clínicos. El objetivo de esta investigación fue determinar la seroprevalencia de Babesia bovis y Babesia bigemina en el ganado bovino de la hacienda Vegas de la Clara (Universidad de Antioquia, Gómez Plata, Antioquia), por medio de inmunofluorescencia indirecta. Se diseñó un estudio descriptivo prospectivo con análisis de corte transversal. Fue evaluada toda la población bovina de la hacienda Vegas de la Clara (n = 118). Las muestras fueron evaluadas por inmunofluorescencia indirecta para la detección de anticuerpos tipo IgG específicos contra Babesia bovis y B. bigemina. La serorreactividad obtenida en los bovinos evaluados, para al menos una especie de Babesia fue del 89,8%, para Babesia bovis del 83,8%, mientras que para B. bigemina del 61%. Se obtuvo una relación estadísticamente significativa entre la serorreactividad para B. bigemina y la frecuencia del tratamiento garrapaticida. La serorreactividad indica estabilidad enzoótica en el hato para B. bovis, mientras que para B. bigemina se encontró que la frecuencia del tratamiento garrapaticida interrumpe su ciclo de transmisión.

2021 ◽  
Vol 4 (4) ◽  
pp. 5782-5791
Author(s):  
Clelio de Souza Machado Neto ◽  
Alice Pratas Glycerio De Freitas ◽  
Dalton Cesar Rigueira Milagres

 As babesioses bovinas tratam-se de doenças parasitárias causadas por Babesia bovis e Babesia bigemina, sendo que o único vetor biológico é o carrapato Rhipicephalus (Boophilus) microplus. O aspecto mais relevante da patogenicidade desse agente reside na anemia grave, ocasionando um alto índice de morbimortalidade nos rebanhos, além de queda da produção de leite e carne, abortos, redução de fertilidade, entre outros prejuízos. A raça holandesa tem origem nos países baixos europeus e tem sido evidenciada como uma das principais raças leiteiras entre as bovinas, sendo expandida a criação da mesma em quase todos os continentes. Todas as raças bovinas são suscetíveis à Babesia spp., mas o Bos indicus apresenta maior resistência do que o Bos taurus. O Brasil é considerado como um país enzoótico para a Babesiose devido à constante transmissão dos agentes. O objetivo geral deste trabalho é determinar a prevalência de infecção por Babesia bovis em bezerras da raça Holandesa no município de Patos de Minas, MG, através da análise de esfregaços de sangue periférico. O estudo foi realizado em 10 (dez) propriedades de rebanho leiteiro da raça Holandesa (HPB), no período de julho de 2016. Foram avaliadas bezerras entre 90 e 270 dias, utilizando-se amostras de sangue periférico de 160 animais destas propriedades. Os resultados obtidos demonstram que (46%) dos animais foram considerados infectados por Babesia spp., confirmando a presença deste hemoparasito no município Patos de Minas, MG.


Author(s):  
I. Smeenk ◽  
P.J. Kelly ◽  
K. Wray ◽  
G. Musuka ◽  
A.J. Trees ◽  
...  

From blood collected from 94 cattle at 12 locations in the eastern and northeastern areas of Zimbabwe, DNA was extracted and analysed by polymerase chain reaction with primers previously reported to be specific for Babesia bigemina and Babesia bovis. Overall, DNA of Babesia bigemina was detected in the blood of 33/94 (35 %) cattle and DNA from B. bovis was detected in 27/58 (47 %) of cattle. The prevalence of DNA of B. bigemina was significantly higher in young animals (<2 years) (23/46) than in animals over 2 years of age (10/48; (chi)2 = 8.77; P < 0.01 %). Although tick sampling was not thorough, Boophilus decoloratus could be collected at 7/9 sites sampled and Boophilus microplus at 4/9 sites. Of the 20 B. decoloratus allowed to oviposit before PCR analysis, 1 (5 %) contained DNA that could be amplified with primers for B. bigemina while 12 (60 %) were positive with primers for B. bovis. Of the B. microplus allowed to oviposit, 11/16 (69 %) were positive for B. bovis DNAby PCR and 2/16 (12 %) were positive for B. bigemina.


2018 ◽  
Vol 38 (4) ◽  
pp. 605-612 ◽  
Author(s):  
Valéria M.M. Costa ◽  
Múcio Flávio B. Ribeiro ◽  
Giuliana A.F.P. Duarte ◽  
João Fábio Soares ◽  
Sergio S. Azevedo ◽  
...  

RESUMO: Este estudo avaliou a incidência de infecções naturais pelos agentes da tristeza parasitária bovina (TPB), Anaplasma marginale, Babesia bovis e Babesia bigemina, em bezerros nascidos em cinco fazendas do semiárido paraibano. Em cada fazenda, foram coletadas amostras de sangue de 6 a 14 bezerros a cada 14 dias durante os primeiros 12 meses de vida de cada animal. As amostras de sangue foram processadas por microhematócrito e testadas por PCR para detecção de DNA de A. marginale, B. bovis e B. bigemina. Em paralelo, foram quantificadas as infestações por carrapatos nos bovinos nas cinco fazendas, assim como as populações de tabanídeos em três fazendas. De 41 bezerros monitorados durante o primeiro ano de vida, 25 (61,0%) apresentaram PCR positivo para A. marginale, 7 (17,1%) para B. bigemina e 3 (7,3%) para B. bovis. Os valores de incidência da infecção por A. marginale variaram de 83,3% a 100% em quatro fazendas. A infecção por B. bigemina ocorreu em bezerros de apenas duas fazendas (incidências de 12,5% e 85,7%) e a por B. bovis em apenas uma (incidência de 42,8%). Em uma fazenda os 14 bezerros permaneceram negativos para A. marginale, B. bigemina e B. bovis durante os 12 meses de acompanhamento. Os resultados de PCR foram confirmados por sequenciamento de DNA de produtos amplificados. A presença de carrapatos Rhipicephalus (Boophilus) microplus foi verificada somente em duas propriedades, nas quais houve infecção por A. marginale, B. bigemina e B. bovis (este último agente em apenas uma delas). Foram capturados 930 tabanídeos no estudo, a maioria durante os períodos de chuvas na região; 70,7% dos tabanídeos corresponderam a Tabanus claripennis. Houve associação significativa entre PCR positivo para A. marginale ou B. bigemina e menores valores de hematócrito. Este estudo demonstra que, mesmo avaliando apenas cinco propriedades rurais, a incidência dos agentes da TPB ocorreu de forma heterogênea na região, corroborando o status de área de instabilidade enzoótica para TPB previamente relatado para o semiárido paraibano.


Pathogens ◽  
2021 ◽  
Vol 10 (12) ◽  
pp. 1593
Author(s):  
María A. Chávez-Larrea ◽  
Cristina Cholota-Iza ◽  
Viviana Medina-Naranjo ◽  
Michelle Yugcha-Díaz ◽  
Jorge Ron-Román ◽  
...  

Background: Babesia species are intraerythrocytic protozoa, distributed in tropical and subtropical areas of the world, causing anemic diseases in many animals, including cattle. This disease, called babesisosis, is transmitted from one animal to another through ticks (Tick Borne-Disease or TBD). On the other hand, Ecuador has a tropical climate that allows the development of the vector Rhipicephalus microplus, and therefore favors the transmission of Babesia spp. in cattle. Methods and principal findings: We determined the presence of Babesia spp. by PCR using 18s ribosomal gene as target (18s PCR) in 20 farms in the area of El Carmen (zone below 300 m above sea level) and 1 farm in Quito (2469 m.a.s.l.). In addition, we analyzed parameters such as age, sex, and packed cell volume (PCV) as explanatory variable associated with the disease. Results: The 18s PCR test showed that 18.94% (14.77% Babesia bovis and 4.17% Babesia bigemina) and 20.28% (14.69% B. bovis and 5.59% B. bigemina) of the cattle were positive for Babesia spp in farms sampled in El Carmen and in Quito, respectively. Age influenced the presence of animals positive for Babesia spp., but sex and PCV did not. The phylogenetic analysis of sequences showed 4 isolates of B. bovis and 3 isolates of B. bigemina in the 2 study zones, with similarities between 99.73 and 100% with other sequences. One B. bovis isolate was similar in the zone of El Carmen and Quito. Conclusion and significance: This work is the first molecular characterization of B. bigemina and B. bovis in Ecuador, and it is also the first evidence of Babesia spp. in cattle in the area of Quito at an altitude of 2469 m.a.s.l., being the highest altitude reported for animals with babesiosis and for the tick R. microplus. Climatic factors as well as mobility of tick-carrying animals without any control allow the presence of Babesiosis outbreaks in new geographical areas.


2018 ◽  
Vol 27 (1) ◽  
pp. 2-6 ◽  
Author(s):  
Francisco de Assis Leite Souza ◽  
Alexandra de Siqueira Cajado Liarte ◽  
Karina Neoob de Carvalho Castro ◽  
Eduardo Esmeraldo Augusto Beserra ◽  
Jéssica Cristianne Mazer Bernardi ◽  
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Abstract This study aimed to determine the dynamics of natural infection in the transmission of Babesia spp. to cattle in an enzootic instability area in Northeastern Brazil. Blood samples were collected from 30 calves located on two dairy farms to determine the packed cell volume (PCV) and the timing of the primo-infection using polymerase chain reaction (PCR) and their association with climatic factors and management practices. On Farm A, the determination of primo-infection was observed on average at 249.4 (±24.42) days of age for B. bigemina and at 252.6 (±17.07) days of age for B. bovis; there was no significant difference between the times of infection (P> 0.05). The infection coincided with a period of high rainfall in the region. On Farm B, primo-infection infection was not observed. There was no infection by Babesia spp. on Farm B due to the intensive use of acaricides that led to an absence of ticks. There was no significant difference between the average PCV of animals from Farms A and B (P> 0.05). The management practices on the properties, in addition to the weather conditions influenced the exposure of the animals to disease vectors and may have contributed to the maintenance of this enzootic area in Northeastern Brazil.


2021 ◽  
Vol 10 (6) ◽  
pp. e58010616148
Author(s):  
Mariah Oliveira Costa ◽  
Monique Resende Carvalho ◽  
Lianna Ghisi Gomes ◽  
Matias Bassinello Stocco ◽  
Paulo Roberto Spiller ◽  
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Este artigo apresenta os principais desafios do complexo da Tristeza Parasitária Bovina (TPB), a partir de revisão literária sobre o tema. A TPB é um complexo de enfermidades causadas pelos protozoários Babesia bovis e Babesia bigemina combinados com a bactéria Anaplasma marginale, os quais são transmitidos pelo vetor Rhipicephalus (Boophilus) microplus (carrapato-do-boi) ao seu hospedeiro bovino, impactando negativamente a saúde do animal e acarretando milhões de prejuízos à economia rural, seja no combate e controle do parasito, ou em gastos com medicamentos, de acordo com dados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), e do IBGE. Os principais métodos de controle e tratamento às doenças causadas por B. bovis, B. bigemina e A. marginale, atualmente, se resumem no combate ao vetor com aplicação de produtos químicos, como os acaricidas, aos animais contaminados. Entretanto, os desafios desse método residem na prática de aplicação em sequência e com frequência desses produtos químicos na população bovina, o que provoca, geralmente, a configuração de carrapatos multirresistentes aos agentes químicos. Diversos estudos têm mostrado pequenos resultados com tratamentos homeopáticos e rotação de pastagem, tratamentos alternativos para o combate ao parasito Rhipicephalus microplus. Em 2020, o MAPA lançou obra orientativa com a metodologia Tratamento Bovino Seletivo (TBS), cujo objetivo é acompanhar caso a caso a população bovina contaminada para se fazer o processo seletivo dos animais, de modo que os animais doentes são tratados. Para garantir êxito, oferece-se o Programa de Controle Seletivo do Carrapato Bovino (PCSCB), criado pela Universidade Federal do Paraná.


2017 ◽  
Vol 66 (253) ◽  
pp. 113-120 ◽  
Author(s):  
I. Bolaños ◽  
D. Hernandez ◽  
L. Álvarez

En 191 individuos de la raza bovina criolla Hartón del Valle, se evaluó la infección por los protozoarios Babesia bovis y Babesia bigemina mediante PCR convencional, los polimorfismos del gen BoLA-DRB3,2* mediante PCR-SBT y la asociación entre ambos (Odds Ratio, OR). Los alelos fueron categorizados según su asociación en resistentes (R), susceptibles (S) o neutrales (N) a la infección y los individuos genotipados según la clasificación de sus alelos como: N/N, N/R, N/S, R/R, R/S y S/S. Ningún animal fue positivo a la infección por B. bovis y por tanto no se realizaron estimaciones de asociación. La infección con B. bigemina fue del 13,1%. Se encontraron 36 alelos BoLA-DRB3,2, los más frecuentes fueron el *1101 (0,196), *20012 (0,097), *2006 (0,053) y *2703 (0,053). Se encontró una asociación positiva (p


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