Energy efficiency and renewable energies (EERE) for climate change mitigation

Author(s):  
2021 ◽  
Vol 13 (6) ◽  
pp. 3170
Author(s):  
Avri Eitan

Evidence shows that global climate change is increasing over time, and requires the adoption of a variety of coping methods. As an alternative for conventional electricity systems, renewable energies are considered to be an important policy tool for reducing greenhouse gas emissions, and therefore, they play an important role in climate change mitigation strategies. Renewable energies, however, may also play a crucial role in climate change adaptation strategies because they can reduce the vulnerability of energy systems to extreme events. The paper examines whether policy-makers in Israel tend to focus on mitigation strategies or on adaptation strategies in renewable energy policy discourse. The results indicate that despite Israel’s minor impact on global greenhouse gas emissions, policy-makers focus more on promoting renewable energies as a climate change mitigation strategy rather than an adaptation strategy. These findings shed light on the important role of international influence—which tends to emphasize mitigation over adaptation—in motivating the domestic policy discourse on renewable energy as a coping method with climate change.


2011 ◽  
Author(s):  
Nicholas Bojda ◽  
Jing Ke ◽  
Stephane de la Rue du Can ◽  
Virginie E. Letschert ◽  
James E. McMahon ◽  
...  

2008 ◽  
Vol 2 (2) ◽  
pp. 109-123 ◽  
Author(s):  
Ernst Worrell ◽  
Lenny Bernstein ◽  
Joyashree Roy ◽  
Lynn Price ◽  
Jochen Harnisch

2021 ◽  
Vol 8 (1) ◽  
pp. 46-58
Author(s):  
André Felipe Simões ◽  
Laércio Kutianski José Romeiro ◽  
Rodrigo Massao Kurita

O Brasil, que possui matriz energética tipicamente renovável e como um dos líderes mundiais em produção de biocombustíveis aprovou, em 2017, a implantação de política de fomento aos biocombustíveis correlata à redução das emissões de Gases do Efeito Estufa (GEE), por meio do Programa RenovaBio. O Brasil está inserido em um pequeno grupo de países que possuem matriz energética tipicamente renovável, diferentemente da matriz média mundial que se caracteriza por ser basicamente de origem fóssil. Urge frisar que a despeito da importância crescente que diversos países têm mostrado ao inserir em seus programas econômicos metas de redução das emissões de GEE, os combustíveis de origem fóssil ainda representam um “driver” para maioria dos polos econômicos. Destarte, o objetivo do presente trabalho, de caráter exploratório e com foco em políticas endereçadas ao fomento da oferta e do consumo de biocombustíveis no Brasil e em blocos de países, é analisar, sinergicamente, eventuais discrepâncias tecnológicas, regulatórias e econômicas entre países desenvolvidos e países em desenvolvimento. Concomitantemente, objetiva-se contribuir para a compreensão ampliada sobre o papel da eficiência energética e dos biocombustíveis para o estabelecimento de uma economia de baixo carbono, em nível global. Para tanto, como percursos metodológico, empreendeu-se a uma aprofundada revisão bibliográfica sistêmica com base, centralmente, em periódicos científicos arbitrados e em relatórios de agências públicas e privadas produzidos no Brasil e no exterior atuantes na área de biocombustíveis, eficiência energética e mitigação das mudanças climáticas. Constatou-se que o delineamento e realização de uma economia de baixo carbono que coteje substancial redução da emissão global de GEE ao longo do corrente século XXI e que signifique que a temperatura média da superfície terrestre não ultrapasse os 2 ºC até 2100, tal como preconiza o vigente Acordo de Paris, inexoravelmente, requer medidas de eficiência energética alicerçadas em políticas de fomento à produção e ao consumo de biocombustíveis. Palavras-chave: Mitigação das mudanças climáticas. Eficiência Energética. Biocombustíveis. Programa Brasileiro Renovabio. Acordo de Paris.


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