Reformas educacionais e avaliação: mecanismos de regulação na escola
<span style="font: 13px/normal verdana, arial; color: #000000; text-transform: none; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; word-spacing: 0px; float: none; display: inline !important; white-space: normal; background-color: #ffffff;">A preocupação central foi investigar as formas e racionalidades implícitas de regulação social/autonomia dos processos de gestão da aprendizagem, historicamente estabelecidas nas reformas educacionais de 1971 até 1982, via diretrizes de avaliação do rendimento escolar, no Estado de São Paulo. Utiliza-se abordagem sócio-histórica, tendo como fonte primária os discursos e documentos oficiais e como fontes secundárias os trabalhos e pesquisas sobre avaliação e trabalho docente. Tomam-se como categorias centrais a continuidade e ruptura nos padrões e mecanismos de regulação social/autonomia do trabalho educativo. Os resultados contribuem para esclarecer como as políticas educacionais, instituídas em contextos de reprodução/transformação social, condicionam a gestão dos processos educativos no interior da escola.</span>