scholarly journals New records of Xanthacrona Wulp, 1899 (Diptera, Ulidiidae) from Brazil

Check List ◽  
2018 ◽  
Vol 14 (5) ◽  
pp. 771-778 ◽  
Author(s):  
Matheus M. M. Soares ◽  
Aline S. Santiago ◽  
Rosaly Ale-Rocha

Xanthacrona Wulp, 1899 has been recorded in several countries of South America, but records in Brazil are few. Here, we record Xanthacrona tuberosa Cresson, 1908, Xanthacrona phyllochaeta Hendel, 1909, and Xanthacrona tripustulata Enderlein, 1921 for the first time from Brazil, and provide new records of Xanthacrona bipustulata Wulp, 1899 from the states Acre, Amazonas, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Pará, Roraima, and São Paulo.

Zootaxa ◽  
2019 ◽  
Vol 4646 (2) ◽  
pp. 271-292
Author(s):  
MANOELA SANTANNA ◽  
EVERTON NEI LOPES RODRIGUES ◽  
IGOR CIZAUSKAS ◽  
ANTONIO DOMINGOS BRESCOVIT

In this paper a new species of Cryptachaea Archer, 1946 based on males and females is described from Brazilian caves: Cryptachaea pilar Santanna & Rodrigues, new species from the states of Minas Gerais and São Paulo. The females of Cryptachaea parana (Levi, 1963) and C. schneirlai (Levi, 1959) are described and illustrated for the first time. Cryptachaea uviana (Levi, 1963) is synonymized with C. migrans (Keyserling, 1884). The species Cryptachaea alacris (Keyserling, 1884), C. benivia Rodrigues & Poeta, 2015, C. parana (Levi, 1963) and C. schneirlai (Levi, 1959) are recorded for the first from Brazil; and C. migrans for the first time from Bolivia. Additionally, new records from Brazilian caves are provided for Cryptachaea parana, from the states of Tocantins, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul and São Paulo; C. schneirlai and C. alacris from the state of Pará; C. dea (Buckup & Marques, 2006) and C. rioensis (Levi, 1963) from Pará and Minas Gerais, C. jequirituba (Levi, 1963) from Minas Gerais and C. benivia from São Paulo. 


2018 ◽  
Vol 21 (0) ◽  
Author(s):  
Max Moura de Oliveira ◽  
Maria do Rosário Dias de Oliveira Latorre ◽  
Luana Fiengo Tanaka ◽  
Benedito Mauro Rossi ◽  
Maria Paula Curado

RESUMO: Objetivo: Analisar a tendência da mortalidade por câncer colorretal, ajustado por indicadores selecionados, segundo sexo, para unidades federativas, regiões e Brasil, no período de 1996 a 2012. Métodos: Estudo ecológico de série temporal das taxas de mortalidade por câncer colorretal, feita análise de regressão linear, sendo o ano centralizado a variável independente. Os modelos foram ajustados por indicadores selecionados. Resultados: Houve aumento nas taxas de mortalidade padronizadas por câncer colorretal em todos os estados para o sexo masculino e em 21 estados para o sexo feminino. No modelo ajustado por taxa de mortalidade por causas mal definidas, produto interno bruto e coeficiente de Gini, a tendência de aumento foi significativa (p < 0,05) no Brasil, somente para os homens, com 0,17 óbitos por 100 mil habitantes ao ano (aa). Nos estados do Piauí (0,09 e 0,20 aa), Ceará (0,17 e 0,19 aa) e Rio Grande do Sul (0,61 e 0,42 aa) ocorreu aumento em homens e mulheres, respectivamente; somente em homens nos estados da Paraíba (0,16 aa), no Espírito Santo (0,28 aa), em São Paulo (0,24 aa) e Goiás (0,31 aa); e em mulheres nos estados de Roraima (0,41 aa), do Amapá (0,97 aa), Maranhão (0,10 aa), Sergipe (0,46 aa), Mato Grosso do Sul (0,47 aa) e Distrito Federal (0,69 aa). Conclusão: O aumento da taxa de mortalidade por câncer colorretal manteve-se significativo no Brasil somente entre os homens; em sete estados, entre homens; e em nove estados, entre mulheres, independentemente dos indicadores estudados. Essas diferenças podem estar relacionadas ao possível aumento da incidência e ao acesso tardio ao diagnóstico e tratamento.


2010 ◽  
Vol 100 (4) ◽  
pp. 341-355 ◽  
Author(s):  
Erica Helena Buckup ◽  
Maria Aparecida L. Marques ◽  
Everton Nei Lopes Rodrigues

Três espécies novas de Cryptachaea Archer, 1946 são descritas e ilustradas, com base em ambos os sexos: Cryptachaea brescoviti sp. nov. de Beni, Bolívia e Bahia e Espírito Santo, Brasil; C. bonaldoi sp. nov. de Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Paraná e C. lisei sp. nov. de São Paulo e Rio Grande do Sul, Brasil. Sinonímias novas são propostas: Chrysso ribeirao Levi, 1962 e C. caraca Levi, 1962 com Chrysso arops Levi, 1962; Cryptachaea diamantina (Levi, 1963) com C. hirta (Taczanowski, 1873) e Cryptachaea maxima (Keyserling, 1884) com C. altiventer (Keyserling, 1884). Theridion altum Levi, 1963 é sinônimo júnior de Theridion soaresi Levi, 1963. Theridion melanosternum Mello-Leitão, 1947 é sinonimizada com Oedothorax bisignatus Mello-Leitão, 1944 e esta última espécie é removida da sinonímia de Theridion calcynatum Holmberg, 1876 e transferida para Theridion Walckenaer, 1805. Theridion tungurahua Levi, 1963 é a fêmea de Theridion fungosum Keyserling, 1884 e a espécie é transferida para Exalbidion Wunderlich, 1995. Theridion antron Levi, 1963 é a fêmea de Theridion filum Levi, 1963. Theridion nesticum Levi, 1963 é sinonimizada com Theridion teresae Levi, 1963. Theridion olaup Levi, 1963 é transferida para Kockiura Archer, 1950 e a fêmea é descrita e ilustrada pela primeira vez. Novas combinações são estabelecidas: Cryptachaea dalana (Buckup & Marques, 1991), C. triguttata (Keyserling, 1891), C. dea (Buckup & Marques, 2006), C. digitus (Buckup & Marques, 2006), C. taim (Buckup & Marques, 2006) e Parasteatoda nigrovittata (Keyserling, 1884), todas são transferidas de Achaearanea Strand, 1929. Cryptachaea rafaeli (Buckup & Marques, 1991) é transferida para Henziectypus Archer, 1946.


2005 ◽  
Vol 22 (1) ◽  
pp. 187-189
Author(s):  
Antonio D. Brescovit ◽  
Alexandre B. Bonaldo

The male of Radulphius lane Bonaldo & Buckup, 1995 from São Paulo Atlantic Forest, is described for the first time. Radulphius baiaxaba Bonaldo & Buckup, 1995 from Bahia/Espírito Santo is synonymized with R. laticeps Keyserling, 1891 for southern Brazil. New records of both species are presented.


Laborare ◽  
2021 ◽  
Vol 4 (6) ◽  
Author(s):  
Os Editores

Espectros que nos remetem ao passado assustam nosso cotidiano – uma mortífera pandemia, a destruição dos direitos sociais e trabalhistas conquistados com muita luta, o retorno de milhões à miséria, a ampliação da dependência nacional e um governo irresponsável. Ocorre agora no mundo e, em particular, no Brasil, a radicalização extremada do neoliberalismo da década de 1980. Pior, a direita ultraneoliberal, que atualmente comanda esta pauta, conseguiu destruir a capacidade do Estado de acudir a sociedade – onde há tentativas de enfrentamento da pandemia, fica-se à mercê de multinacionais farmacêuticas que estabelecem preços e prazos ou fixam as regras de aprovação das vacinas. Como diz o sociólogo Boaventura de Sousa Santos, os ultraneoliberais usam a ficção da crise financeira permanente para explicar os cortes nas políticas sociais e a degradação dos salários, mas seus objetivos vão bem mais longe – legitimar a escandalosa concentração de riqueza e espoliar o planeta, pouco importando a catástrofe ecológica grave e iminente. Antes da pandemia, o Brasil já afundava no desemprego e na crise política e econômica, alimentada pelos golpistas das operações de espionagem, lawfare, impeachment e fraude jurídico-eleitoral desenvolvidas entre 2013 e 2018. Ao mesmo tempo, sob o pretexto do avanço tecnológico, promovia-se a economia da precarização e da uberização. Desde o início da pandemia, tal processo foi intencionalmente acelerado. Sabemos que, apesar do governo brasileiro, a pandemia também será vencida aqui, ainda que custe centenas de milhares de vidas que poderiam ter sido poupadas. Mas, nada era ou será normal. A crise continuará e só há solução para a maioria da sociedade se a extrema-direita e a direita ultraneoliberal deixarem o poder. Contudo, para haver futuro é preciso muito mais: redemocratização do país e mudança do projeto de desenvolvimento, com valorização do trabalho, desenvolvimento sustentável, investimento maciço em educação e tecnologia a serviço da sociedade e da redução da jornada laboral, energias renováveis, proteção à agricultura familiar e ecológica, reconstrução das agendas sociais e trabalhistas, renda mínima, redução das desigualdades etc. Como dissemos há um ano, é preciso que continuemos a semear em meio à tempestade. Somos todos semente desse futuro. Nesta edição, a revista Laborare, editada pelo Instituto Trabalho Digno, reúne 12 artigos que muito contribuem para o conhecimento multidisciplinar do mundo do trabalho. Os advogados Diego Villalón e Paulo Yamamoto analisam como o “pandemônio neoliberal” atuou durante a pandemia no Chile e no Brasil, e tratam de caminhos solidários trilhados pelo povo chileno. As professoras Alice Itani e Clarisse Castilhos, por sua vez, indagam como o discurso do desenvolvimento, imposto aos países do Sul, repercutem na vida e no trabalho. A Covid-19 também está presente no artigo do juiz do trabalho Xerxes Gusmão, do Espírito Santo, que questiona as modificações normativas adotadas no Brasil, uma vez que, ao contrário do que era preciso, flexibilizou-se a proteção à saúde e segurança do trabalho. O auditor-fiscal do trabalho Rui Vidal, da Paraíba, aborda a caracterização do risco grave e iminente na realidade sanitária da pandemia, assumindo que muitas irregularidades nos canteiros de obra passaram a significar excesso de risco à saúde dos trabalhadores, justificando-se a paralisação temporária da obra. O professor Nilton Vasconcelos, explora aspectos pouco conhecidos sobre experiências associativas e no surgimento do cooperativismo na Bahia a partir do fim do século XIX. A professora Alessandra Bender, do Instituto Federal do Paraná (IFPR), aborda a relação entre a temática do trabalho e a educação profissional e destaca a formação dos trabalhadores como agentes de transformação social. O pesquisador e sindicalista Remígio Todeschini apresenta sua pesquisa sobre os efeitos do trabalho de turno, demonstrando que no caso da quinta turma nas indústrias químicas de São Paulo, quanto mais dias de folgas e adicionais financeiros de turno, haverá menos problemas de saúde física e mental, e melhoria no convívio social e familiar. As estudiosas de Saúde Mental Amanda Azambuja e Liliana Guimarães avaliaram os fatores psicossociais de risco relacionados ao trabalho em funcionários públicos estaduais em Mato Grosso do Sul, enfatizando a necessidade de medidas de proteção e promoção da sua saúde. A pesquisadora da Fundacentro Maria Engrácia Chaves e a professora da UFBA Estela Aquino abordam a questão da desigualdade de gênero na reinserção no mercado de trabalho após a aposentadoria, quando mulheres que querem ou precisam voltar a trabalhar enfrentam obstáculos bem maiores que os enfrentados pelos homens. Também é sobre desigualdade no mercado de trabalho o estudo das advogadas Anna Beatriz Reis, Daiane Silva, Marcela Andrade e Monique Basso, de São Paulo, tratando das barreiras impostas às pessoas com deficiência e o direito ao trabalho como importante instrumento de emancipação. Mazela de um passado que não passa, o trabalho infantil é estudado em dois artigos. A pesquisadora Elisa Vergara, de São Paulo, busca desvendar as razões pelas quais a regulação da exploração do trabalho infantil doméstico permanece à margem do sistema protetivo legal às crianças e adolescentes. O acadêmico Felipe Caetano da Cunha e as professoras Vanessa Sousa e Camilla Cavalcanti realizaram no Ceará o estudo do caso da explosão de uma fábrica de fogos em Santo Antônio de Jesus, Bahia, que matou 6sessenta pessoas, dentre as quais vinte crianças e adolescentes que exerciam uma das piores formas de trabalho infantil, analisando-o à luz dos Direitos e da Convenção sobre os Direitos das Crianças. Como dissemos há um ano, é preciso que continuemos a semear em meio à tempestade. Somos todos sementes desse futuro. Boa leitura! Os Editores


2006 ◽  
Vol 23 (2) ◽  
pp. 529-536 ◽  
Author(s):  
Gustavo R. S. Ruiz ◽  
Antonio D. Brescovit

The male of Aillutticus rotundus Galiano, 1987 is described for the first time and new records are presented from the states of Acre, Mato Grosso do Sul and São Paulo, Brazil. In addition, five new species of this genus are described from Brazil: A. knysakae sp. nov. from the states of Minas Gerais, Piauí and Tocantins, A. montanus sp. nov. from the state of Minas Gerais, A. raizeri sp. nov. from the state of Mato Grosso do Sul, A. soteropolitano sp. nov. from the state of Bahia, and A. viripotens sp. nov. from the states of Rondônia and Tocantins.


2012 ◽  
Vol 34 (2) ◽  
pp. 515-524 ◽  
Author(s):  
Lucas Mendes Schneider ◽  
Glauco de Souza Rolim ◽  
Graciela da Rocha Sobierajski ◽  
Angélica Prela-Pantano ◽  
Marcos José Perdoná

A noz-de-macadâmia tem grande potencial de mercado, mas ainda é pouco explorada no Brasil. As condições de clima e solo de uma região têm grande influência na fenologia, qualidade, produtividade e sustentabilidade do cultivo. O objetivo deste trabalho foi realizar o zoneamento agroclimático da nogueira-macadâmia para o Brasil. Para tanto, foram utilizadas informações que relacionassem o desenvolvimento da planta e suas necessidades climáticas para estabelecimento de classes de aptidão e posterior mapeamento das regiões aptas, marginais e inaptas para o cultivo. Foram utilizados dados médios de 30 anos de temperatura do ar e precipitação mensal de 1.073 estações climatológicas no Brasil. Como resultado, observou-se que São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, sul de Minas Gerais, leste de Mato Grosso do Sul e oeste do Paraná apresentam condições favoráveis para o cultivo de macadâmia.


2012 ◽  
Vol 26 (2) ◽  
pp. 357-377 ◽  
Author(s):  
Marcos José da Silva ◽  
Ana Maria Goulart de Azevedo Tozzi

É apresentada a revisão das espécies brasileiras de Lonchocarpus s. str., a qual baseou-se em estudos de campo e na análise de aproximadamente 1.200 coleções de herbários. Foram reconhecidas nove espécies: L. cultratus, L. hedyosmus, L. latifolius, L. macrocarpus, L. nitidus, L. pluvialis, L. sericeus, L. spiciflorus e L. violaceus, ocorrendo em formações florestais geralmente associadas às margens de rios. Lonchocarpus sericeus e L. cultratus apresentam distribuição ampla em todo o Brasil, enquanto L. hedyosmus, L. macrocarpus, L. spiciflorus e L. latifolius são restritas ao domínio amazônico. Lonchocarpus pluvialis ocorre nas Regiões Centro-Oeste (Mato Grosso do Sul e Goiás) e Sudeste (São Paulo) e L. violaceus é encontrada nos Estados da Bahia e Espírito Santo, sendo este o seu primeiro registro para o Brasil. São apresentadas chaves de identificação, descrições e ilustrações, informações sobre habitat e distribuição geográfica, além de comentários taxonômicos e nomenclaturais das espécies. São propostas quatro novas sinonimizações e cinco lectotipificações.


Author(s):  
Maria José Santos Mundim ◽  
Dagmar Diniz Cabral ◽  
Valmir Tunala

Em um estudo feito no Frigorífico FAVA S/A Araguari, Minas Gerais, verificou-se que de 14.162 eqüídeos abatidos, procedentes de 9 estados brasileiros, no período compreendido entre 14 de maio de 1987 a 10 de maio de 1988, 31,49% achavam-se positivos para larvas de moscas do gênero Gasterophilus. Durante este período foram encontrados animais positivos procedentes de 7 estados: Mato Grosso do Sul (85,71%); São Paulo (75,95%); Paraná (65,61%); Goiás (44,02%); Mato Grosso (42,03%); Minas Gerais (14,03%) e Pará (8,33%), enquanto animais negativos procederam de 2 estados: Espírito Santo e Rio de Janeiro. Foram estudados 226 municípios nesses estados e 77,43% desses apresentaram eqüídeos positivos para gasterofilose. A espécie identificada foi a G. nasalis.


Author(s):  
Fábio Ricardo Mizuno Lemos

A Motricidades: Revista da SPQMH publica o seu último número de 2018, com 3 artigos de pesquisa e 2 artigos de revisão, de pesquisadores/as do Brasil, Colômbia, Moçambique e Uruguai.No Artigo de Pesquisa “Processos educativos desvelados na roda de capoeira da Associação Pena de Ouro”, Gilmar Araujo de Oliveira (Universidade Federal de São Carlos, UFSCar, São Carlos-SP, Brasil), Luiz Gonçalves Junior (Universidade Federal de São Carlos, UFSCar, São Carlos-SP, Brasil) e Fábio Ricardo Mizuno Lemos (Instituto Federal de São Paulo, IFSP, São Carlos-SP, Brasil) apresentam os processos educativos desencadeados na relação Mestre-Aprendiz no contexto dos treinos de Capoeira de uma associação do interior do estado de São Paulo;As resistências, renegociações e alternativas à hegemonia da heteronormatividade, envolvendo o contexto das danças de salão tango e samba gafieira, são discutidas no Artigo de Pesquisa “Tangos y sambas (in)apropiados: ocio de resistencia”, de Jose Manuel Alvarez Seara (Universidad de la República, UdelaR, Maldonado, Uruguai);Madalena Tirano Bive (Universidade Pedagógica, UP, Tete, Moçambique) e Pedro Antonio Pessula (Universidade Pedagógica, UP, Maputo, Moçambique) analisam as práticas de professores de Educação Física do 6º e 7º anos do Ensino Fundamental da cidade de Tete-Moçambique e identificam as suas concepções de gênero, no Artigo de Pesquisa “Percepções sobre as relações de gênero em escolas de Moçambique: discurso e prática”; Em “Educación física en Colombia: formación y tendencias del ejercicio profesional”, Marlucio de Souza Martins (Pontificia Universidad Javeriana, PUJ, Bogotá, Colômbia) e Sandra Posada Bernal (Universidad Santo Tomás, USTA, Bogotá, Colômbia) realizam a revisão de alguns currículos de Educação Física e apontam uma proposta de formação profissional na área;Adriana Reis dos Santos (Universidade Federal da Bahia, UFBA, Salvador-BA, Brasil), Maria do Espirito Santo da Silva (Faculdade Maria Milza, FAMAM, Governador Mangabeira-BA, Brasil), Lazaro Souza da Silva (Universidade Federal da Bahia, UFBA, Salvador-BA, Brasil), Rosana Maria de Oliveira Silva (Universidade Federal da Bahia, UFBA, Salvador-BA, Brasil), Gilberto Tadeu Reis da Silva (Universidade Federal da Bahia, UFBA, Salvador-BA, Brasil), Albertina Clemente Santana (Universidade Federal da Bahia, UFBA, Salvador-BA, Brasil) e Rochelle Cintia Militão Maciel Carneiro (Universidade Federal da Bahia, UFBA, Salvador-BA, Brasil) caracterizam a produção científica relacionada com o referencial teórico da Educação Popular de programas de pós-graduação stricto sensu em Enfermagem, analisando produções de 2007 a 2016, no Artigo de Revisão “Produção científica da enfermagem fundamentada em educação popular”.No encerramento de mais um número, de mais um ciclo, fica a compreensão de missão cumprida, a qual não seria possível sem o apoio de muitos e muitas.Sinceros agradecimentos da Equipe Editorial da Motricidades a todas as colaboradoras e a todos os colaboradores que acreditaram nesse nascente empreendimento, que já está em processo de caminhada para a sua 5ª edição.Seguimos em frente, em busca de um ano novo promissor, no que diz respeito à expansão da divulgação científica na área de Educação, em suas interfaces com Artes, Educação Física, Lazer, Meio Ambiente e Saúde, mas também, no que tange ao (sempre presente) engajamento – que envolve todas as esferas do bem-viver.Boas leituras, reflexões, debates e, principalmente... ações!São Carlos-SP, dezembro de 2018MOTRICIDADESRev. SPQMHEditorProf. Dr. Fábio Ricardo Mizuno Lemos(Instituto Federal de São Paulo, Brasil)Editores AssociadosProfa. Dra. Denise Aparecida Corrêa(Universidade Estadual Paulista, Brasil)Prof. Dr. Luiz Gonçalves Junior(Universidade Federal de São Carlos, Brasil)Prof. Dr. Paulo César Antonini de Souza(Universidade Federal do Mato Grosso do Sul, Brasil)Prof. Dr. Victor Lage(Universidade de Brasília, Brasil)Conselho EditorialProf. Dr. Cae Rodrigues(Universidade Federal de Sergipe, Brasil)Profa. Dra. Claudia Foganholi(Universidade Federal Fluminense, Brasil)Profa. Dra. Denise Andrade de Freitas Martins(Universidade do Estado de Minas Gerais, Brasil)Prof. Dr. Elenor Kunz(Universidade Federal de Santa Maria, Brasil)Profa. Dra. Fabiana Rodrigues de Sousa(Centro Universitário Salesiano, Brasil)Prof. Dr. Gilberto Tadeu Reis da Silva(Universidade Federal da Bahia, Brasil)Prof. Dr. Glauco Nunes Souto Ramos(Universidade Federal de São Carlos, Brasil)Profa. Dra. Lílian Aparecida Ferreira(Universidade Estadual Paulista, Brasil)Profa. Dra. Luciane Ribeiro Dias Gonçalves(Universidade Federal de Uberlândia, Brasil)Prof. Dr. Manuel Sérgio Vieira e Cunha(Universidade Técnica de Lisboa, Portugal)Prof. Dr. Marcos Garcia Neira(Universidade de São Paulo, Brasil)Profa. Dra. Petronilha Beatriz Gonçalves e Silva(Universidade Federal de São Carlos, Brasil)Profa. Dra. Regina Maria Rovigati Simões(Universidade Federal do Triângulo Mineiro, Brasil)Prof. Dr. Sergio Alejandro Toro Arévalo(Universidad Austral de Chile, Chile)Profa. Dra. Valéria de Oliveira Vasconcelos(Centro Universitário Salesiano, Brasil)Profa. Dra. Vitória Helena Cunha Espósito(Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Brasil)Prof. Dr. Wagner Wey Moreira(Universidade Federal do Triângulo Mineiro, Brasil)


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