scholarly journals Fiandar com escritas de futuras pedagogas: alguns rastros das incendiadoras de caminhos (Weaving with writings by pedagogues to be: some trails from path burners)

2019 ◽  
Vol 13 (2) ◽  
pp. 702
Author(s):  
Alice Copetti Dalmaso ◽  
Marilda Oliveira de Oliveira

This article reports a reading and writing experience developed in a current academic formative process, in the spaces and times where we capture signs, affects and thoughts. The essay ‘O incendiador de caminhos’ (2011), by Mozambican writer Mia Couto, was manipulated during one of the moments of a science and education course, whose program involves epistemologies, methodologies and pedagogical practices in the field of natural sciences to children, in a Pedagogy Licensure course. However, the text would not discuss pedagogical practices but it would mobilize a ‘what if’ discourse: ‘what if’ I could think teaching, pedagogical practices or sciences – along with life – departing from the author’s essay. A text could projects a potency, activating ways of thinking, producing a language and world experience. The pedagogues to be showed us the gaps that reading can produce upon teaching ‘in myself’, ‘in the other’ and ‘openly’. ‘O incendiador de caminhos’ relates to the possibility of fabricating ourselves in the trajectory of occupying rigid spaces, courses and thoughts at the university. They burn some certainties and claim, as teachers and teachers to be, the experience of reading, thinking and writing sparks of present and future in Education.ResumoEste artigo relata uma experiência de leitura e escrita realizada em atual percurso formativo acadêmico, nos espaços e tempos em que capturamos signos, afetos e pensamentos. O ensaio ‘O incendiador de caminhos’ (2011), do escritor moçambicano Mia Couto, foi manipulado num dos momentos de uma disciplina de ciências e educação, cuja ementa engloba epistemologias, metodologias e práticas pedagógicas na área das ciências naturais para crianças, num curso de Licenciatura em Pedagogia. Entretanto, o texto não viria falar sobre práticas pedagógicas e sim fazer pulsar um ‘quiçá’: quiçá se pudesse pensar em docência, em práticas pedagógicas ou em ciências - conjugadas com a vida - a partir do ensaio do autor. Um texto pode projetar uma potência, ativando modos de pensar-se, produzindo uma experiência de linguagem e de mundo. As futuras pedagogas nos mostraram as brechas que uma leitura pode fazer sobre uma docência em mim, no outro e em aberto. ‘O incendiador de caminhos’ se relaciona com a possibilidade de nos fabricarmos na trajetória de ocupar espaços, disciplinas e pensamentos enrijecidos da universidade. Queimam algumas certezas e fazem reivindicar, enquanto formadoras/es e formandos/as, a experiência de ler, pensar e escrever fagulhas de presente e futuro em educação.ResumenEste artículo relata una experiencia de lectura y escritura realizada en actual percurso formativo académico, en espacios y tiempos donde capturamos signos, afectos y pensamientos. El ensayo ‘O incendiador de caminhos’ (2011), del escritor mozambicano Mia Couto, fue manipulado en uno de los momentos de la asignatura Ciencias y Educación, cuyo ementario incluye epistemologías, metodologías y prácticas pedagógicas en el área de las Ciencias Naturales para niños, en un curso de Profesorado. Sin embargo, el texto no hablaría sobre prácticas pedagógicas, sino de hacer pulsar un ‘quizá’: quizá se pueda pensar en enseñanza, en prácticas pedagógicas o en ciencias - conjugadas con la vida - desde el ensayo del autor. Un texto puede proyectar una potencia, activando modos de pensarse, produciendo una experiencia de lenguaje y de mundo. Las futuras pedagogas nos mostraron los vacíos que una lectura puede hacer sobre la enseñanza de uno mismo, del otro y en abierto. ‘O incendiador de caminhos’ se relaciona con la posibilidad de nos fabricarmos en la trayectoria de ocupar espacios, asignaturas y pensamientos rígidos de la universidad. Queman algunas certezas y hacen reclamar, como formadoras/es y formandos/as, la experiencia de leer, pensar y escribir chispas de presente y futuro en educación.Keywords: Writing, Reading, Teacher’s education, Mia Couto.Palavras-chave: Escrita, Leitura, Formação de professores, Mia Couto.Palabras-clave: Escritura, Lectura, Formación de profesores, Mia Couto.ReferencesBARTHES, R. Crítica e verdade. 1a ed. São Paulo: Editora perspectiva, 1970, 234p.CHRÉTIEN, C. A ciência em ação: mitos e limites. 1a ed. Campinas: Papirus, 1994, 268p.CORAZZA, S. M. O que se transcria em educação? Porto Alegre: UFRGS, 2013, 228p.COUTO, M. O fio das missangas: contos. 1a ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2009, 147p.COUTO, M. E se Obama fosse africano? Ensaios. 1a ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2011, 202p.DALMASO, A. C. Fiandografia: experimentações entre leitura e escrita numa pesquisa em educação. 2016. 99p. Tese (Doutorado em Educação). 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Belo Horizonte: Autêntica, 2014, 175p.

Trama ◽  
2019 ◽  
Vol 15 (35) ◽  
pp. 109-120
Author(s):  
Fernanda Beatriz Caricari De MORAIS ◽  
Osilene Maria Sá CRUZ

A Educação à Distância (EaD), baseada numa prática pedagógica mediada pela tecnologia e interatividade, vem passando por constantes evoluções no Brasil no que se refere ao campo tecnológico, educacional e político. O Programa Viver sem Limites/MEC, constituído como parte do Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, consiste em uma das formas de possibilitar a plena cidadania das pessoas com deficiência no Brasil, oportunizando direitos, cidadania para todas as pessoas e seu acesso e permanência no ensino superior, na modalidade a distância. Este artigo apresenta uma reflexão sobre os desafios e as possibilidades de elaboração de material didático de Língua Portuguesa escrita para alunos surdos de um curso a distância de Licenciatura em Pedagogia, dentro de um contexto bilíngue de ensino – LIBRAS (L1) e Língua Portuguesa (L2) do Instituto Nacional de Educação de Surdos - INES. Resultados mostram a importância da conscientização do professor conteudista no sentido de preparar material bilíngue, dialógico e interativo que valorize, primeiramente, a L1 do aprendiz, estimulando-o a ler e produzir textos escritos de forma autônoma e autêntica, respeitando-se as estruturas gramaticais da LIBRAS e da LP.Referências:ALMEIDA-FILHO, J. C. P. Identidades e caminhos no ensino de Português para estrangeiros. Campinas: Ed. UNICAMP, 1992.BAKHTIN, M. Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes, 1992.BRASIL.Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002. Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS e dá outras providências. Disponível em:http:www.planalto.gov.br Acesso em: 07.01.2015.BRASIL.Congresso Nacional. Lei de Diretrizes e Bases da Educação (Lei 9.394/96). Brasília, Centro Gráfico, 1996.BRASIL. Decreto Nº 5.626. Regulamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS, e o art. 18 da Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Publicada no Diário Oficial da União em 22/12/2005.FELIPE, T. A. Introdução à gramática de LIBRAS. Rio de Janeiro: FENEIS, 1997.FERNANDES, S. Educação bilíngue para surdos: identidades, diferenças, contradições e mistérios. Curitiba, 2003. Tese (Doutorado em Letras), Universidade Federal do Paraná.FERNANDES, S. Práticas de letramento na educação bilíngue para surdos. Curitiba: SEED/SUED/DEE, 2006.FERREIRA-BRITO, L. Por uma gramática da língua de sinais. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1995.LACERDA, C. B.F.;LODI, A. C. B. A difícil tarefa de promover uma inclusão escolar bilíngue para alunos surdos. GTEducação Especialn.15 Anped, 2008.LIMA, M S. C. Surdez, bilinguismo e inclusão: Entre o dito, o pretendido e o feito. Tese de doutorado - Unicamp, Campinas. 2004LODI, A.C.B. HARRISON, K.M.P.; CAMPOS, S.R.L. Leitura e escrita no contexto da diversidade. Porto Alegre: Editora Mediação, 2002.LODI, A.C.B.; LACERDA, C.B.F. Uma escola, duas línguas: letramento em língua portuguesa e língua de sinais nas etapas iniciais de escolarização. Porto Alegre: Editora Mediação, 2008.KLEIMAN, A. B. (org.) Os significados do letramento: uma nova perspectiva sobre a prática social da escrita. Campinas : Mercado de Letras, 1995.INSTITUTO NACIONAL DE EDUCAÇÃO DE SURDOS. Manual do Professor-autor. Rio de Janeiro: INES, 2016.MULLER, C. R. Professor surdo no Ensino Superior: Representações da prática docente. Dissertação de Mestrado – UFSM, Santa Maria, RS. 2009.PEREIRA,M.C.C. Papel da língua de sinais na aquisição da escrita por estudantes surdos. In: LODI, A.C.B.; HARRISON, K.M.P.; CAMPOS, S.R.L.; TESKE, O Letramento e minorias. Porto Alegre: Editora Mediação, 2002.PEREIRA,M.C.C. Leitura, escrita e surdez. São Paulo: Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, 2003.QUADROS, R. M. Educação de surdos: a aquisição da linguagem. Porto Alegre: Artmed,1997.QUADROS, R. M. de; KARNOP, L. Língua de sinais brasileira: Estudos linguísticos. ArtMed. Porto Alegre. 2004.QUADROS, R. M., SCHMIEDT, M. L. P. Ideias para ensinar português para alunos surdos. Brasília: MEC, SEESP, 2006.SALAMANCA, Declaração. Sobre Princípios, Políticas e Práticas na Área das Necessidades Educativas Especiais. Disponível em: http: portal.mec.gov.br seesparqiuivospdfsalamancapdf  Acesso em 07.01.2015.SKLIAR, C. Bilinguismo e biculturalismo: Uma Análise sobre as narrativas tradicionais na educação dos surdos. Revista Brasileira de Educação N°8, Mai/Jun/Jul/Ago 1999.SOARES, M. B.  Letramento: um tema em três gêneros.  Belo Horizonte: Autêntica, 1988. Recebido em 08-10-2018.Aceito em 14-02-2019. 


Roteiro ◽  
2018 ◽  
Vol 43 ◽  
pp. 131
Author(s):  
Ocimar Munhoz Alavarse ◽  
Paulo Henrique Arcas ◽  
Cristiane Machado

Resumo: Neste artigo recuperam-se e analisam-se propostas e iniciativas de organização do ensino fundamental em ciclos das redes municipais de Belo Horizonte, Porto Alegre e São Paulo implantadas na primeira metade dos anos 1990 e que serviram de referência para outras redes de ensino, principalmente após a promulgação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB). No contexto de políticas de educação que têm preconizado sua qualidade como expressas nos resultados de avaliações externas em larga escala, considera-se necessário recuperar iniciativas que, sem necessariamente recusar a utilização desses resultados, buscaram alterar a organização curricular do ensino fundamental com vistas à ampliação da qualidade na perspectiva de sua democratização.Palavras-chave: Democratização do ensino. Organização curricular. Ciclos. Ensino fundamental.Revisiting proposals and initiatives for the organization of teaching in cycles: a current and necessary debateAbstract: This article retrieves and analyzes proposals and initiatives for the organization of elementary education in cycles of the municipal networks of Belo Horizonte, Porto Alegre and São Paulo implemented in the first half of the 1990s and which served as a reference for other education networks, especially after the promulgation of LDB. In the context of education policies that have advocated their quality as expressed in the results of large-scale external evaluations, it is considered necessary to recover initiatives that, without necessarily rejecting the use of these results, sought to change the curricular organization of elementary education with a view to expanding quality in the perspective of its democratization.Keyworks: Democratization of education. Curriculum organization. Cycles. Elementary school. Revisando propuestas e iniciativas de organización de la enseñanza en ciclos: un debate actual y necesarioResumen: Este artículo recupera y analiza propuestas e iniciativas de organización de la enseñanza fundamental en ciclos de las redes municipales de Belo Horizonte, Porto Alegre y São Paulo implantadas en la primera mitad de los años 1990 y que sirvieron de referencia para otras redes de enseñanza, principalmente luego de la publicación de la Ley Nacional de Educación. En el contexto de políticas de educación que han preconizado su calidad como expresadas en los resultados de evaluaciones externas a gran escala, se considera necesario recuperar iniciativas que, sin necesariamente rechazar la utilización de esos resultados, buscaron alterar la organización curricular de la enseñanza fundamental con el propósito de mejorar la calidad y democratizar el acceso a la educación básica.Palabras clave: Democratización de la enseñanza. Organización curricular. Ciclos. Educación básica.


Roteiro ◽  
2018 ◽  
Vol 43 ◽  
pp. 131
Author(s):  
Ocimar Munhoz Alavarse ◽  
Paulo Henrique Arcas ◽  
Cristiane Machado

Resumo: Neste artigo recuperam-se e analisam-se propostas e iniciativas de organização do ensino fundamental em ciclos das redes municipais de Belo Horizonte, Porto Alegre e São Paulo implantadas na primeira metade dos anos 1990 e que serviram de referência para outras redes de ensino, principalmente após a promulgação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB). No contexto de políticas de educação que têm preconizado sua qualidade como expressas nos resultados de avaliações externas em larga escala, considera-se necessário recuperar iniciativas que, sem necessariamente recusar a utilização desses resultados, buscaram alterar a organização curricular do ensino fundamental com vistas à ampliação da qualidade na perspectiva de sua democratização.Palavras-chave: Democratização do ensino. Organização curricular. Ciclos. Ensino fundamental. Revisiting proposals and initiatives for the organization of teaching in cycles: a current and necessary debateAbstract: This article retrieves and analyzes proposals and initiatives for the organization of elementary education in cycles of the municipal networks of Belo Horizonte, Porto Alegre and São Paulo implemented in the first half of the 1990s and which served as a reference for other education networks, especially after the promulgation of LDB. In the context of education policies that have advocated their quality as expressed in the results of large-scale external evaluations, it is considered necessary to recover initiatives that, without necessarily rejecting the use of these results, sought to change the curricular organization of elementary education with a view to expanding quality in the perspective of its democratization.Keyworks: Democratization of education. Curriculum organization. Cycles. Elementary school. Revisando propuestas e iniciativas de organización de la enseñanza en ciclos: un debate actual y necesarioResumen: Este artículo recupera y analiza propuestas e iniciativas de organización de la enseñanza fundamental en ciclos de las redes municipales de Belo Horizonte, Porto Alegre y São Paulo implantadas en la primera mitad de los años 1990 y que sirvieron de referencia para otras redes de enseñanza, principalmente luego de la publicación de la Ley Nacional de Educación. En el contexto de políticas de educación que han preconizado su calidad como expresadas en los resultados de evaluaciones externas a gran escala, se considera necesario recuperar iniciativas que, sin necesariamente rechazar la utilización de esos resultados, buscaron alterar la organización curricular de la enseñanza fundamental con el propósito de mejorar la calidad y democratizar el acceso a la educación básica.Palabras clave: Democratización de la enseñanza. Organización curricular. Ciclos. Educación básica.


2019 ◽  
Vol 8 (4) ◽  
pp. e3184901
Author(s):  
Anarin Cassol Machado ◽  
Janaína Pereira Pretto Carlesso

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2020 ◽  
Vol 13 (2) ◽  
pp. 57
Author(s):  
Maria Suzane Lavareda Oliveira ◽  
Luís Mauro santos Silva

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2019 ◽  
Vol 11 (2) ◽  
pp. 23-38
Author(s):  
Cristian Marques

Resumo: O objetivo deste artigo é explicitar aspectos da interpretação de Gadamer à Carta Sétima de Platão que lancem luz sobre quais traços fundamentais são imprescindíveis a uma epistemologia que se ancore na hermenêutica filosófica. Merold Westphal propôs em um artigo que a hermenêutica filosófica poderia fornecer elementos para uma renovação da epistemologia analítica. O presente trabalho inscreve-se no interesse amplo de tratar sobre que implicações teriam para noção de conhecimento se a epistemologia seguisse o caminho apontado por Westphal. Para tanto, escolhemos um trabalho onde Hans Georg Gadamer, principal defensor da hermenêutica filosófica, explora uma interpretação fenomenológica de Platão em que identificamos elementos relevantes para pensar a noção de conhecimento dentro dessa chave de leitura. Hans-Georg Gadamer explora, sob a luz de sua concepção ontológico-hermenêutica, o texto da Carta Sétima, dando um entendimento renovado a alguns aspectos da obra platônica, bem como indicações a uma compreensão fenomenológica do conhecimento.  Palavras-chave: Teoria do Conhecimento. Gadamer. Platão. Carta Sétima. Hermenêutica.   Abstract: The aim of this article is to make explicit aspects of Gadamer 's interpretation of Plato's Seventh Letter that shed light on what fundamental traits are indispensable to an epistemology that is anchored in philosophical hermeneutics. Merold Westphal proposed in an article that philosophical hermeneutics could provide elements for a renewal of analytic epistemology. This paper is part of the broader interest of discussing what implications would have for the notion of knowledge if epistemology followed the path Westphal pointed out. For this, we chose a work where Hans Georg Gadamer, the main defender of philosophical hermeneutics, explores a phenomenological interpretation of Plato in which we identify relevant elements to think the notion of knowledge within this key of reading. Hans-Georg Gadamer explores, in the light of his ontological-hermeneutic conception, the text of the Seventh Letter, giving a renewed understanding to some aspects of the Platonic work, as well as indications to a phenomenological understanding of knowledge.  Keywords: Theory of Knowledge. Gadamer. Plato. Seventh Letter. Hermeneutics. REFERÊNCIASBONJOUR, L. The structure of empirical knowledge. Cambridge: Harvard University Press, 1985.GADAMER, H.-G. Dialektik ist nicht Sophistik. Theätet lernt das im Sophistes. In: Griechische Philosophie. t.3. Gesammelte Werke, Bd. 7. Tubingen: Mohr, 1985c [1990], pp.338-370._______. Dialektik und Sophistik im siebenten Platonischen Brief. In: Griechische Philosophie. t.2. Gesammelte Werke, Bd. 6. Tubingen: Mohr, 1985b [1964], pp.90-115._______. Die phänomenologische Bewegung. In: Neuere Philosophie, t. 1; Hegel, Husserl, Heidegger. Gesammelte Werke, Bd. 3. Tubingen: Mohr, 1987 [1963], pp.105-146._______. Hegel und Heidegger. In: Neuere Philosophie, t. 1; Hegel, Husserl, Heidegger. Gesammelte Werke, Bd. 3. Tubingen: Mohr, 1987 [1971], pp.87-101._______. Platos dialektische Ethik. In: Griechische Philosophie. t.1. Gesammelte Werke, Bd. 5. Tubingen: Mohr, 1985a [1931], pp.3-163._______. Platos dialektische Ethik - beim Wort genommen. In: Griechische Philosophie. t.3.  Gesammelte Werke, Bd. 7. Tubingen: Mohr, 1985c [1989], pp.121-127._______. Praktisches Wissen. In: Griechische Philosophie. t.1. Gesammelte Werke, Bd. 5. Tubingen: Mohr, 1985a [1930], pp.230-248._______. Wahrheit und Methode: Grundzüge einer philosophischen Hermeneutik. In: Hermeneutik I. Gesammelte Werke, Bd. 1. Tubingen: Mohr Siebeck, 1990 [1960].GRONDIN, J. Einführung zu Gadamer. Tübingen: Mohr Siebeck, 2000._______. Von Heidegger zu Gadamer: Unterwegs zur Hermeneutik. Darmstadt: Wissenschaftliche Buchgesellschaft – WBG, 2001.HEIDEGGER, M. Sein und Zeit. 19. Faksimile-Ausgabe der 1. Ausgabe. Tübingen: Verlag, 2006 [1927].PLATÃO. Opera Platonis. Recognovit brevique adnotatione critica instruxit Ioannes Burnet. Scriptorum Classicorum. Bibliotheca Oxoniensis, v.1-6. Oxford: Clarendoniano Typographeo, 1900.///RORTY, R. A filosofia e o espelho da natureza. Rio de Janeiro: Relume-Dumará, 1994.ROHDEN, L. Filosofa enquanto Fenomenologia e Hermenêutica à luz da Carta VII de Platão. In: BOMBASSARO, L. C.; DALBOSCO, C. A.; KUIAVA, E. A., (org.). Pensar Sensível. Festscrift ao prof. Jayme Paviani. Caxias do Sul, RS: Educs, 2011, pp. 87-104._______. Filosofando com Gadamer e Platão: movimentos, momentos e método[s] da dialética. Dissertatio, 36 (2012), pp. 105-130. Disponível em: <http://dx.doi.org/10.15210/dissertatio.v36i0.8660> (acessado em 09.08.2018)._______. Hermenêutica e[m] resposta ao elogio da verdadeira filosofia da Carta Sétima de Platão. In: Kriterion, Belo Horizonte, v. 54, 127 (2013), p. 25-42. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-512X2013000100002&lng=en&nrm=iso > (acessado em 17.09.2018)._______. Filosofar com Gadamer e Platão: hermenêutica filosófica a partir da Carta Sétima. 1. ed. São Paulo: Annablume, 2018.SMITH, P. C. H.-G. Gadamer’s Heideggerian Interpretation of Plato. In: Journal of the British Society for Phenomenology, Stockport, England, v. 12, 3 (1981), pp. 211–230. Disponível em: <https://doi.org/10.1080/00071773.1981.11007544> (acessado em 06.07.2018).VALENTIM, I. A Carta VII, o manifesto e a autobiografia política de Platão. In: Revista Opinião Filosófica, Porto Alegre, v. 3, 1 (2012), pp-60-72. Disponível em: <http://periodico.abavaresco.com.br/index.php/opiniaofilosofica/article/view/435> (acessado em 17.09.2018).WESTPHAL, M. A hermenêutica enquanto epistemologia. In: GRECO, J.; SOSA, E. (orgs.). Compêndio de Epistemologia. São Paulo: Loyola, 2008. pp. 645-676. 


2007 ◽  
Vol 56 (2) ◽  
pp. 94-101 ◽  
Author(s):  
Marcelo Gomes ◽  
André Palmini ◽  
Fabio Barbirato ◽  
Luis Augusto Rohde ◽  
Paulo Mattos

OBJETIVO: Verificar o conhecimento da população sobre o transtorno do déficit de atenção/hiperatividade (TDAH) e de médicos, psicólogos e educadores sobre aspectos clínicos do transtorno. MÉTODOS: 2.117 indivíduos com idade > 16 anos, 500 educadores, 405 médicos (128 clínicos gerais, 45 neurologistas, 30 neuropediatras, 72 pediatras, 130 psiquiatras) e 100 psicólogos foram entrevistados pelo Instituto Datafolha. A amostra da população foi estratificada por região geográfica, com controle de cotas de sexo e idade. A abordagem foi pessoal. Para os profissionais (amostra aleatória simples), os dados foram coletados por telefone em Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba e Porto Alegre. resultados: Na população, > 50% acreditavam que medicação para TDAH causa dependência, que TDAH resulta de pais ausentes, que esporte é melhor do que drogas como tratamento e que é viável o tratamento psicoterápico sem medicamentos. Dos educadores, > 50% acreditavam que TDAH resulta de pais ausentes, que tratamento psicoterápico basta e que os esportes substituem os medicamentos. Entre psicólogos, > 50% acreditavam que o tratamento pode ser somente psicoterápico. Dos médicos, > 50% de pediatras e neurologistas acreditavam que TDAH resulta de pais ausentes. CONCLUSÕES: Todos os grupos relataram crenças não respaldadas cientificamente, que podem contribuir para diagnóstico e tratamento inadequados. É urgente capacitar profissionais e estabelecer um programa de informação sobre TDAH para pais e escolas.


2020 ◽  
Vol 12 (1) ◽  
Author(s):  
Dulcinéa Silva Jerônimo ◽  
Nádia Dolores Fernandes Biavati

A partir das teorias que envolvem o processo avaliativo da aprendizagem, torna-se possível conceber a avaliação como ferramenta indispensável na tomada de decisões do professor. Na verdade, a avaliação, no presente texto, será considerada para além disso, pois destacamos preceitos analisando-os, indicando-a parte constitutiva do discurso escolar e do discurso pedagógico. Nessa direção, pelo aporte da vertente francesa de Análise de Discurso, voltamos nosso olhar para práticas que indicam a ideia de avaliação ideal (e por vezes idealizada) pautada no bom planejamento e condizente com a realidade dos discentes e descrevemos o modo como os discursos funcionam, analisando a tendência de a formação  classificatória perpassar o processo avaliativo.  Percebemos que o discurso legitimador da avaliação prevalece, superestimando sua face regulatória,  na medida em que ela deve  fornecer (e muitas vezes não fornece) bons indicadores para os processos de didatização. Ao considerar a escola a partir de uma perspectiva discursiva, destacamos o que acreditamos ser dois fundamentos efetivos diretamente relacionadas à avaliação, a saber: o discurso pedagógico e o discurso escolar – a partir das concepções de Orlandi (1996). Nessa perspectiva, no presente texto, traçamos, pela ótica francesa de Análise de Discurso, uma reflexão acerca das estratégias avaliativas, a fim de buscar compreender melhor o processo de acompanhamento da aprendizagem, sua função e a forma como os discursos perpassam o contexto escolar, especificamente na avaliação escolar de aprendizagem. ALTHUSSER, Louis. Aparelhos ideológicos de Estado. Rio de janeiro: Graal, v. 2, 1985.AMORIM, Vanessa; MAGALHÃES, Vivian. Cem aulas sem tédio. Porto Alegre: Padre Reus, 1998.BARRETTO, Elba Siqueira de Sá. A avaliação na educação básica entre dois modelos. Educação & Sociedade, ano XXII, no 75, Agosto/2001.BIAVATI, Nadia Dolores Fernandes. Entre o fato e a regra: unidade e fragmentação na constituição da identidade e representação de valores e práticas do professor-mosaico. 2009. Tese (Doutorado em Estudos Linguísticos) –Faculdade de Letras, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2009.ESTEBAN, M. Teresa. Avaliação: uma prática em busca de novos sentidos. Rio de Janeiro: DP&A, 2003._______. Microfísica do poder. 21 ed. Rio de Janeiro. Graal, 2005._______. Vigiar e Punir: Nascimento da Prisão. 30. ed., Petrópolis, RJ, Vozes.  1987.HOFFMANN, Jussara. Avaliação mediadora: Uma prática em construção da pré-escola à universidade: Editora Medição, Porto Alegre, 2006.LIBÂNEO, José Carlos. Didática. São Paulo: Cortez, 1994.LUCKESI, Cipriano C., Avaliação da aprendizagem escolar. São Paulo, Ed. Cortez, 1996._______. Carlos. Verificação ou avaliação: o que se pratica a escola? São Paulo: FDE, Série Ideias n. 8, 1998.MACEDO, Lino de. Avaliação na educação. Marcos Muniz Melo (Organizador). 2007.MORETTO, Vasco Pedro. Prova – um momento privilegiado de estudo: não um acerto de contas. Rio de Janeiro: DP&A, 2001.ORLANDI, Eni Puccinelli. A linguagem e seu funcionamento: as formas do discurso. Campinas: Pontes, 4. ed. 1996._______. Paráfrase e polissemia: a fluidez nos limites do simbólico. Rua, v. 4, n. 1, p. 9-20, 1998._______. A linguagem e seu funcionamento: as formas do discurso. 4. ed. rev. e aum. Campinas: Pontes, 2003.PÊCHEUX, Michel et al. Análise automática do discurso. Por uma análise automática do discurso: uma introdução à obra de Michel Pêcheux. v. 3, 1990.


1997 ◽  
Vol 31 (4 suppl) ◽  
pp. 05-25 ◽  
Author(s):  
Maria Helena Prado de Mello Jorge ◽  
Vilma Pinheiro Gawryszewski ◽  
Maria do Rosário D. de O. Latorre

As mortes por causas externas correspondem a grande parcela de óbitos em, praticamente, todos os países do mundo, ocupando, sempre, a segunda ou terceira colocação. Porém a sua distribuição quanto ao tipo de causa é diversa. Com o objetivo de estudar a mortalidade por causas externas, segundo o tipo de causa, sexo e idade, foi descrita a situação dessas mortes no Brasil e capitais, no período 1977 a 1994. Foram calculados os coeficientes de mortalidade por causas externas e a mortalidade proporcional, utilizando os dados de mortalidade fornecidos pelo Sistema de Informação de Mortalidade do Ministério da Saúde, e a população foi estimada baseada nos dados censitários de 1970, 1980 e 1991. Os resultados mostraram que, em números absolutos, os óbitos por causas externas quase dobraram no período de 1977 a 1994, passando a ser a segunda causa de morte no País. O coeficiente de mortalidade, em 1994, foi de 69,8/100.000 habitantes e o maior crescimento se deu nos óbitos do sexo masculino. Os coeficientes de mortalidade masculinos são, aproximadamente, 4,5 vezes o valor dos femininos. As causas externas representaram a primeira causa de morte dos 5 aos 39 anos, sendo a maior ocorrência na faixa etária dos 15 a 19 anos (65% dos óbitos por causas externas). Além do aumento, parece estar ocorrendo um deslocamento das mortes para faixas etárias mais jovens. A mortalidade por causas externas, segundo tipo, mostra que durante o período analisado houve aumento tanto nos óbitos por acidentes de trânsito, quanto por homicídios, tendo os suicídios permanecido, praticamente, constantes. No grupo de acidentes classificados como "demais acidentes" houve leve aumento, devido, principalmente, às quedas e afogamentos. Nas capitais dos Estados a mortalidade por causas externas apresentam valores mais altos que a média brasileira, com exceção de algumas áreas do Nordeste. As capitais da região Norte apresentaram algumas das maiores taxas para o País. Já na região Nordeste apenas Recife, Maceió e Salvador apresentaram níveis muito elevados em relação ao País. Vitória, Rio de Janeiro e São Paulo, na região Sudeste, apresentaram os maiores coeficientes do País e Belo Horizonte apresentou declínio no período de estudo. Na região Sul houve aumento nas taxas, bem como na região Centro-Oeste, que teve aumento homogêneo em suas capitais. Esse aumento observado nas diferentes capitais apresentou diferenciais quanto ao tipo de causa externa. Os suicídios não representaram problema de Saúde Pública em nenhuma delas. Os acidentes de trânsito em Vitória, Goiânia, Macapá, Distrito Federal e Curitiba tiveram sua situação agravada. Os homicídios tiveram aumento expressivo em Porto Velho, Rio Branco, Recife, São Luís, Vitória, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre, Cuiabá e Distrito Federal. No período estudado houve o crescimento da importância das causas externas para a população brasileira, chamando atenção, principalmente, o aumento dos homicídios. A qualidade das estatísticas de mortalidade por causas externas depende da colaboração do médico legista, e essa qualidade não é a mesma para todas as capitais estudadas.


Trama ◽  
2019 ◽  
Vol 15 (34) ◽  
pp. 68-81
Author(s):  
Almir Anacleto De Araújo GOMES ◽  
Rubens Marques de LUCENA ◽  
Mikaylson Rocha da SILVA

Este estudo descreve e analisa o processo variável da vogal epentética em palavras na língua inglesa iniciadas por clusters por aprendizes brasileiros de inglês como segunda língua (L2). O objetivo dessa pesquisa é, então, identificar a frequência de inserção da vogal de apoio na posição inicial das palavras em língua inglesa que se iniciam com um dos seguintes clusters: /sp/, /st/, /sk/, /sl/, /sm/, e /sn/. O corpus deste estudo é constituído por 18 informantes paraibanos, aprendizes de inglês como L2, estratificados nos níveis básico, intermediário e avançado de proficiência. Os dados mostram que as variáveis sonoridade do encontro consonantal, nível de proficiência, instrução explícita na L2 e contexto precedente foram as mais relevantes à realização do fenômeno. REFERÊNCIASALLAN, D. Oxford placement test 1. Oxford: Oxford University Press, 2004.ALVES, U. K. O que é consciência fonológica. IN: LAMPRECHT et. al. Consciência dos sons da língua: subsídios teóricos e práticos para alfabetizadores, fonoaudiólogos e professores de língua inglesa. 2 ed. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2012, p. 29-41.BOUDAOUD, M.; CARDOSO, W. Vocalic [e] epenthesis and variation in Farsi-English interlanguage speech. Concordia Working Papers in Applied Linguistics, 2, 2009.CARDOSO, W. The variable development of English word-final stops by Brazilian Portuguese speakers:A stochastic optimality theoretic account. Language variation and change, v.19, 2007, p. 1-30.______, W. The Development of sC Onset Clusters in interlanguage: markedness vs. frequency effects. Proceedings of the 9th Generative Approaches to Second Language Acquisition Conference, (GASLA 2007), ed. Roumyana Slabakova et al., 15-29. Somerville, MA: Cascadilla Proceedings Project, 2008.CARLISLE, R. The effects of markedness on epenthesis in Spanish/English interlanguage phonology. Issues and Developments in English and Applied Linguistics, 3, 1988, 15-23._______, R.S. The Influence of Environment on Vowel Epenthesis in Spanish/English Interphonology. Applied linguistics, v.12, n.1, 1991, p. 76-95._______, R. Environment and markedness as interacting constraints on vowel epenthesis. In:_______ J. Leather; JAMES, A (Eds.), New sounds 92 (p. 64–75). Amsterdam: University of Amsterdam Press, 1992._______, R. S. Markedness and environment as internal constraints in the variability of interlanguage phonology. In:_____. M. Yavas (ed.) First and Second Language Phonology. San Diego: Singular Publishing Company, 1994 p. 223-249.______, R. The modification of onsets in a markedness relationship: Testing the interlanguage structural conformity hypothesis. Language learning, v.47, 1997, p. 327-361.______, R. The acquisition of onsets in a markedness relationship. A longitudinal study. Studies in second language acquisition. 20, 1998, 245–260.COLLISCHONN, G. Um estudo da epêntese à luz da teoria da sílaba de Junko Ito (1986). Letras de hoje, Porto Alegre: v. 31, n.2, 1996, p. 149-158.CORNELIAN JR, D. Brazilian learners’ production of initial /s/ clusters: Phonological structure and environment. New Sounds 2007: Proceedings of the Fifth International Symposium on the Acquisition of Second Language Speech, 2007.DUBOIS, J. et al. Dicionário de lingüística. São Paulo: Cultrix, 2006.ESCARTÍN, C. I. The development of sC onset clusters in Spanish English. Tese – Concordia University, Canadá, 2005.GASS, S.; SELINKER, L. (eds). Language transfer in language vs learning. Newbury House, Rowley, Massachusetts, 2008.LABOV, W. Padrões sociolinguísticos. Tradução de Marcos Bagno; Mª Marta Pereira Scherre e Caroline Rodrigues Cardoso. São Paulo: Parábola Editorial, (1972) 2008.LUCENA, R. M; ALVES, F. C. Análise Variacionista da Aquisição do /p/ em Coda Silábica por Aprendizes de Inglês Como LE. Revista Intertexto. v. 5, n. 2, 2012.PEREYRON, L. Epêntese vocálica em encontros consonantais mediais por falantes porto-alegrenses de inglês como língua estrangeira. Dissertação (Mestrado) – Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Porto Alegre: 2008.RAUBER, A. S. The production of English initial /s/ clusters by Portuguese and Spanish EFL speakers. Unpublished Master's thesis, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, SC: Brazil, 2002.RAUBER S.; BAPTISTA. The production of English initial /s/ clusters by Portuguese and Spanish EFL speakers. Rev. Est. Ling. Belo Horizonte: v. 12, n. 2, 2004, p. 459-473.REBELLO, J. T. The acquisition of English initial /s/ clusters by Brazilian EFL learners. Florianópolis: UFSC, 1997.SANKOFF, D.; TAGLIAMONTE, S.; SMITH, E. GoldVarb X: a variable rule application for Macintosh and Windows. Department of Linguistics. University of Toronto, 2005.SELINKER, L. Rediscovering interlanguage. New York: Longman, 1972.SILVA. T. C. Dicionário de fonética e fonologia. São Paulo: Contexto, 2011. Recebido em 30-10-2018.Aceito em 22-02-2019. 


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