Book Review: Handbook of Drug Administration via Enteral Feeding Tubes, 2nd Edition

2011 ◽  
Vol 45 (4) ◽  
pp. 549-549
Author(s):  
Phillip S Owen
2020 ◽  
Vol 32 (1) ◽  
pp. 30-40
Author(s):  
Isadora Dávila Da Silva ◽  
Michelle Silva Nunes ◽  
Almária Mariz Batista

A adaptação de formas farmacêuticas orais para uso via sonda enteral é necessária diante da escassez de formulações, especialmente para pacientes pediátricos, pacientes com transtornos de deglutição e pacientes  críticos internados em UTI. É necessária a avaliação do farmacêutico quando há necessidade de adaptar forma farmacêutica, para constatar se realmente é permitido fazê‑lo, se não há alternativa terapêutica disponível e, em caso de viabilidade de adaptação, realizar o procedimento. O estudo teve como objetivo a avaliação do processo de padronização de medicamentos administrados via oral que podem ser adaptados para administração via sonda enteral. Para isso, foi utilizada como base a lista de padronização de medicamentos da Maternidade Escola Januário Cicco e a consulta foi realizada nas fontes Micromedex, Dynamed, Handbook of Drug Administration via Enteral Feeding Tubes e Drugs.com. Das 68 formas farmacêuticas orais (63 princípios ativos), 76,47% podiam ser adaptadas e administradas por sonda enteral e para 13,23% não foram encontrados dados na literatura acerca da viabilidade da adaptação destas formas farmacêuticas. Além disso, 23,80% dos medicamentos possuíam vias alternativas de administração. Foram encontradas 46 interações medicamento‑alimento, sendo 15,22% da categoria Importante, 63,04% Moderada e 21,74% Menor/Secundária. As informações sobre adaptações de formas farmacêuticas para administração via sonda enteral ainda são escassas na literatura, sendo, portanto, imprescindível a compilação das informações disponíveis acerca do tema, uma vez que a não observância destas pode comprometer a segurança do paciente.


2017 ◽  
Vol 34 (2) ◽  
pp. 257 ◽  
Author(s):  
Milena Pontes Portela Beserra ◽  
Cristiani Lopes Capistrano Gonçalves De Oliveira ◽  
Mileyde Ponte Portela ◽  
Marcos Venícios de Oliveira Lopes ◽  
Marta Maria de França Fonteles

This study aimed to improve knowledge about drug administration through enteral feeding tubes (EFTs) in order to minimize efficacy and safety problems. The study was conducted in a public secondary care hospital accredited with level II accreditation by the National Accreditation Organization (Organização Nacional de Acreditação – ONA), in Fortaleza, Ceará, north-eastern Brazil. 108 oral solid medications that could be administered through EFTs and were not available in liquid forms were evaluated via transformation of their solid dosage forms into liquid forms. Dispersion times and conditions were assessed to determine which medications should be crushed. We compared the use of dispensers and syringes and their connections to enteral feeding tubes and intravenous devices. Medications whose dispersion occurred within 20 minutes and could be visually perceived and whose content could be expelled without occluding the oral syringe were considered “satisfactory”. The dispersion was “satisfactory” in 82 (75.9%) of the medications; they were classified as capable of being dispersed in water in the oral syringe for further administration via EFTs without the need for crushing. Use the dispenser instead of the syringe for drug administration was safer because the dispenser apparatus did not fit into equipment for intravenous drug administration. 


2002 ◽  
pp. 103-114
Author(s):  
David E. Ciccolella

1997 ◽  
Vol 12 (1) ◽  
pp. S60-S60
Author(s):  
Melanie Horbal Shuster ◽  
Keith E. Georgeson ◽  
Matthew S. Johnson ◽  
Howard Levy ◽  
Moshe Shike

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