scholarly journals Cyborg agency: The technological self-production of the (post-)human and the anti-hermeneutic trajectory

Thesis Eleven ◽  
2019 ◽  
Vol 153 (1) ◽  
pp. 113-133 ◽  
Author(s):  
Andreas Beinsteiner

This paper situates Günther Anders’s diagnosis of a shift in the modes of human self-production from hermeneutic and educational practices to techno-scientific interventions in the broader context of observations concerning posthumanism and biopolitics (e.g. Peter Sloterdijk, Giorgio Agamben). It proposes to reframe the problem of human self-production within the philosophy of media and traces a common anti-hermeneutic trajectory to which both technoscientific transhumanism and certain strands of posthumanism belong, insofar as they are based on an ontology that exclusively considers causally effective agency. With Anders and Martin Heidegger it is argued that such a focus on agency neglects the dimension of meaning that irreducibly guides technoscientific interventions. The paper claims that, with regard to the escalating dynamics both of human enhancement and of the Anthropocene, neither a truly critical theoretical stance nor a practical subversion is possible without taking the horizons of meaning into account that drive these dynamics. The last section sketches an outline of the complex interrelations of humans, technologies and meaning that cannot be mapped in terms of causally effective agency.

Author(s):  
Renan Silva Carletti ◽  
Gilberto Safra

Este artigo pretende apresentar como a noção de “intimidade”, apresentada pelo filósofo alemão Peter Sloterdijk em sua obra “Esferas I – Bolhas”, foi desenvolvida em diálogo com o mesmo tema abordado em “A poética do espaço” de Gaston Bachelard. Desenvolveremos, inicialmente, como a intimidade é compreendida por cada autor e sua articulação com as concepções de “exterioridade” e “espaço”. Posteriormente, pela perspectiva do escritor Juliano Pessanha, assinalaremos a crítica à abordagem de Martin Heidegger que converge ambos autores e mostraremos consonâncias e divergências entre os mesmos. Por último, poderemos compreender como o “pensamento esferológico” do filósofo alemão guarda raízes nas reflexões sobre a imaginação e poesia do pensador francês.


2016 ◽  
Vol 8 (2) ◽  
pp. 337 ◽  
Author(s):  
Carlos Mendoza Álvarez

El presente artículo busca analizar la relación que guarda la filosofía de Martín Heidegger con el cristianismo en un contexto de modernidad tardía; más específicamente entre las nociones de olvido del Ser de Heidegger y de tiempo mesiánico (encuanto tiempo kairológico) de Giorgio Agamben. En otras palabras, el artículo trata de la relación entre la filosofía existencial alemana y la teología postmoderna, sobre la ideade tiempo. Para tal, se ha propuesto tres cuestiones básicas: 1) Que implicaciones históricas puede haber la “superación de la metafísica” de Heidegger a la luz de una historia marcada por la guerra y la violencia? 2) El llamado “fin de la metafísica” implica el abandono de la tradicional idea de Dios? 3) Pueden ponerse en diálogo la teología cristiana y la filosofía de Heidegger? Si la respuesta es si, entonces: que contribuciones este diálogo puede nos aportar, en tiempos de violencia sistemática? Desde estas cuestiones sigue el desarrollo de la reflexión.


2020 ◽  
Vol 10 (2) ◽  
pp. 1300-1312
Author(s):  
Carlos Miguel da Silva Souza ◽  
Jean Mac Cole Tavares Santos

Nesta pesquisa discutimos as consequências da ‘figura do especialista’ para a educação e o ensino na atualidade. Definimos o especialista como fenômeno de época, traçando sua dependência à técnica moderna, numa relação com a essência da técnica em Martin Heidegger e sua disposição no homem. Tal definição nos leva às considerações dialógicas das ciências entre si propostas por Edgar Morin em sua teoria da complexidade. A partir desse panorama, sob o pensamento de Peter Sloterdijk, problematizamos sobre a prejudicialidade do conceito de identidade e a condição de submissão à técnica (pós) moderna: condições estas que vem regendo as práticas educativas em nossos dias. Nossa intenção, portanto, é provocar professores e estudantes a pensar a aceitação não-rigorosa da positividade que hoje se abate sobre o ensino e a educação.


2020 ◽  
Vol 43 (1) ◽  
pp. 189-212
Author(s):  
Maurício Fernando Pitta ◽  
José Fernandes Weber

Resumo: Martin Heidegger desenvolveu uma análise da metafísica e da tecnologia que questionava radicalmente seus pressupostos ontológicos. Contudo, para Peter Sloterdijk, autor de uma revisão do motivo da clareira (Lichtung) heideggeriana intitulada Domesticação do ser: clarificando a clareira, Heidegger padece daquilo mesmo que ele critica: uma pendência para a ontologia clássica que, desde pelo menos Platão e Aristóteles, separa o ser e o nada, basila o princípio de bivalência na lógica, excluindo qualquer terceira possibilidade, e permite os dualismos constitutivos da metafísica. Seguindo o antropólogo Bruno Latour, o qual evidenciara que “modernidade” não é senão uma crença na cisão entre os polos de forma e matéria, sujeito e objeto, natureza e cultura, também Sloterdijk vai atribuir a Heidegger a pendência à ontologia clássica, elevada ao nível da cisão entre o ôntico e o ontológico. Diante disso, o que sugere Sloterdijk? Uma alternativa à ontologia clássica na cibernética de Wiener e Günther, reatando os laços, desfeitos por Heidegger, entre ontologia e antropologia. Este trabalho tem por intenção articular a crítica de Sloterdijk, a investigação de Latour e a revisão ontológicológica de Günther, a fim de assentar bases para compreensão do projeto sloterdijkiano de se pensar a antropologia a partir de pressupostos cibernéticos.


2020 ◽  
Vol 59 (3) ◽  
pp. 384-398
Author(s):  
Henry Dicks

In the Post-War period, cybernetics came to assume the role of unifying ground of science and technology. In doing so, it not only usurped philosophy, but also replaced the basic concepts of philosophy (being, existence, becoming, appearing, etc.) with those of cybernetics (information, communication, control, feedback, etc.). And yet, as both Heidegger and Morin each in their different ways make clear, there lies concealed in the roots of cybernetics the possibility of a renewed thinking of being, and more specifically of being as physis, where physis is understood as self-production. Articulating the parallel thinking of being as physis proposed by Heidegger and Morin, I argue that this articulation makes it possible to overcome the characteristically metaphysical division of being from becoming, appearing, and existing that originated with Parmenides, thus also making possible the emergence of a ‘new beginning’ capable of overcoming the unprecedented danger to being posed by modern technology.


Author(s):  
Lucas Fortunato ◽  
Alex Galeno ◽  
Fagner Torres De França

In this essay, we intend to approach how Peter Sloterdijk relates to the thinking of Martin Heidegger when questioning the humanist definition of man and proposing the notion of Anthropotechnics. To this end, the article begins by exposing Heidegger's conception of Technique and Humanism, and Ernst Jünger's influence on this issue. Then, when dealing with the question of being and ontological difference, the peculiar treatment that Sloterdijk offers to the ontological question is presented by articulating the history of being with a kind of genealogy of the clearing, bringing to the foreground certain intuitions of Friedrich Nietzsche about the beginnings of the human species. To conclude, Sloterdijk's thinking is developed, culminating in what he calls onto-anthropology, a notion presented in the work La Domestication de l’Être, and possible applications to issues related to biotechnology and contemporary media -which allows us to think a machinic history of being under the doubly complex bias of anthropology and ontology.


Author(s):  
Nadine Hartmann

Throughout his oeuvre, Giorgio Agamben makes numerous references to Georges Bataille. Already in the 1977 Stanzas, Bataille’s general economy is afforded one of the scholia of the chapter ‘The Appropriation of Unreality’ and scolded for its alleged simplification of Marcel Mauss’s account of the gift. A brief discussion of the letters that Bataille and Alexandre Kojève exchanged in 1937 is contained in Agamben’s 1982 Language and Death and picked up again in 2002’s The Open: Man and Animal. The only text that exclusively deals with Bataille, however, is Agamben’s 1987 essay ‘Bataille e il paradosso della sovranità’. By the time Agamben begins the Homo Sacer project (1995), and in particular in Means Without End (1996), Bataille has been banished into unambiguously dismissive footnotes or ‘thresholds’ in which Agamben distances himself from Bataille’s definitions of the sacred, sacrifice and sovereignty. Thus, unlike Carl Schmitt, Martin Heidegger, Walter Benjamin or Michel Foucault, Bataille not only cannot be considered one of Agamben’s main informants, but receives all but marginal attention from him – and this despite the fact that Bataille is generally held to be one of the crucial thinkers of the sacred and of sovereignty.


2019 ◽  
Vol 45 (3) ◽  
pp. 305-312
Author(s):  
Brad Bolman

At a Veterans Affairs (VA) Medical Center in West Los Angeles, traumatised parrots and former soldiers participate in an experimental therapy programme aimed at overcoming the wounds of war and abandonment. Drawing on the work of Giorgio Agamben and Peter Sloterdijk, this article uses the VA parrot therapy programme to develop an interspecies account of trauma in and beyond language that emphasises the dangers of isolation and denaturalisation. Looking after parrots, veterans reacclimate themselves to an alternative mode of existence centred around care for the other. This article reflects on the possibilities for therapeutic encounter-value in processes such as this, where humans and non-humans are ‘becoming-well-together’. At stake in these multispecies encounters is a form of care critical for a world filled with too many traumatised beings.


Raído ◽  
2020 ◽  
Vol 14 (35) ◽  
pp. 50-65
Author(s):  
Maíra Soalheiro Grade ◽  
Kelly Luciana Bueno ◽  
Antonio Rediver Guizzo

A Ecopolítica pode ser compreendida como um novo campo de produção de poder/saber relacionado a tecnologias de governo do planeta que incidem nas relações entre capitalismo e ambiente e entre democracia e gestão do planeta. Uma das dimensões que participam da Ecopolítica é a afi rmação, expansão e consolidação dos direitos dos animais como fundamento da coexistência ética das espécies, sobretudo através da problematização da fronteira entre humanidade/animalidade. Paralelamente ao desenvolvimento da Ecopolítica, também se destaca a contínua inserção do Estado de Exceção como forma contemporânea de governo, limiar de indistinção entre direito e violência sob a qual qualquer cidadão pode ser elevado à categoria de homo sacer (Agamben, 2002). Essas são as duas dimensões que constituem a obra distópica Cadáver Exquisito (2018) da escritora argentina contemporânea Agustina Bazterrica. Neste artigo, pretendemos analisar como se fi guram no romance da autora: a) a legitimação do estado de exceção; e b) a fronteira humanidade/animalidade e as dimensões da ecopolítica que estruturam o romance. Para tal fi m, utilizamos como aportes teóricos Giorgio Agamben, Peter Sloterdijk, Michel Foucault, Gabriel Giorgi entre outros. A partir da análise, observamos que a problematização da diferença ontológica entre humano e animal, no romance, aponta à tendência contemporânea de humanização do segundo, elevado à vida qualifi cada, enquanto, na relação entre seres humanos, ainda se destaca a defi nição e normatização dos contornos do humano, relegando à dimensão da vida nua aqueles que excedem tais margens.


2020 ◽  
Vol 65 (1) ◽  
pp. 36679
Author(s):  
Tales Tomaz

Este texto propõe uma crítica da tecnologia conforme abordada na narrativa pós-natureza do antropoceno. Para essa narrativa, também chamada de pós-ambientalismo, o antropoceno é o momento histórico em que fica clara a impossibilidade de uma noção idealizada da natureza, distinta da intervenção humana. Neste texto, argumenta-se que, embora tenha méritos no questionamento de aspectos cruciais do pensamento moderno, essa narrativa tem também problemas teórico-conceituais significativos derivados da centralidade atribuída à mediação técnica, que acaba convertendo-a em uma espécie de metafísica. A exposição das teses da narrativa pós-natureza do antropoceno se dá a partir do diálogo com textos de ativistas do pós-ambientalismo, como Michael Shellenberger e Ted Nordhaus, e de pensadores que fornecem a essa corrente o fundamento teórico-conceitual, como Bruno Latour e Peter Sloterdijk. A crítica se ampara na argumentação dos filósofos contemporâneos Dieter Mersch e Andreas Luckner, que desdobram ideias já sinalizadas por Martin Heidegger e indicam caminhos para compreender os limites de perspectivas metafísicas sobre tecnologia.


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