scholarly journals The Construct of the Schizophrenia Quality of Life Scale Revision 4 for the Population of Taiwan

2017 ◽  
Vol 2017 ◽  
pp. 1-11 ◽  
Author(s):  
Chia-Ting Su ◽  
Ai-Lun Yang ◽  
Chung-Ying Lin

This study examines the factor structure of the Schizophrenia Quality of Life Scale Revision 4 (SQLS-R4) for inpatients with schizophrenia in a psychiatric hospital in southern Taiwan. All the participants (n=100) filled out the SQLS-R4, Mini Mental Status Examination (MMSE), and Brief Psychiatric Rating Scale (BPRS) under the supervision of one experienced occupational therapist. Using confirmatory factor analysis, we first determined that a 29-item model was more satisfactory than the original 33-item model based on the findings of better fit indices for the 29-item model. We then found that a three-correlated-factor structure was best for the SQLS-R4 after four models (namely, two-correlated-factor, three-correlated-factor, seven-correlated-factor, and second-order models) had been compared. In addition, the three constructs (psychosocial, physical, and vitality) were moderately to highly correlated with the constructs of the World Health Organization Quality of Life- (WHOQOL-) BREF (r=-0.38 to -0.69), except for one low correlation between the vitality construct of the SQLS-R4 and the psychological construct of the WHOQOL-BREF (r=-0.26). We tentatively conclude that the SQLS-R4 with a three-correlated-factor structure is a valid and reliable instrument for examining the quality of life of people with schizophrenia.

CoDAS ◽  
2013 ◽  
Vol 25 (2) ◽  
pp. 128-134 ◽  
Author(s):  
Amanda Brait Zerbeto ◽  
Regina Yu Shon Chun

OBJETIVO: Investigar a qualidade de vida dos cuidadores de crianças ou adolescentes com alterações de fala e linguagem de acordo com a perspectiva deles. MÉTODOS: Participaram dois grupos, totalizando 40 sujeitos. O Grupo 1 foi composto por 20 cuidadores de crianças ou adolescentes com alterações de fala e linguagem entre 4 e 17 anos, pareados por idade com o Grupo Controle ou 2, que incluiu 20 de crianças ou adolescentes sem queixas de fala e linguagem. Para a coleta de dados, foram aplicadas duas questões abertas e um instrumento da Organização Mundial de Saúde, traduzido e adaptado para o português - World Health Organization Quality of Life Scale (WHOQOL) Abreviado. Os resultados de tal instrumento foram submetidos à análise estatística, e as perguntas abertas estavam sendo analisadas qualitativamente. RESULTADOS: Na distribuição das mudanças de fala e linguagem, havia: gagueira (35%), alterações de linguagem oral sem (35%) e com causas neurológicas (30%). Na análise dos escores do WHOQOL-abreviado, encontraram-se diferenças da qualidade de vida nos domínios físico (1,1%), psicológico (0,5%) e relações sociais (1,8%). O Grupo 1 apresentou qualidade de vida mais insatisfatória; e nas abertas, boa e razoável. Já o Grupo 2 mostrou ótima e boa. A rotina clínica e os filhos foram mencionados como fatores que dificultam o autocuidado no Grupo 1. CONCLUSÕES: O menor escore do Grupo 1 no WHOQOL-abreviado foi compatível com achados das questões abertas, mostrando que aspectos como rotina de atendimentos clínicos e dificuldades de compreensão influenciam a qualidade de vida dos cuidadores. Os resultados reafirmam a necessidade de que, além de cuidadores, sejam cuidados, entendendo-os como um grupo digno de ações de saúde direcionadas aos mesmos.


CoDAS ◽  
2021 ◽  
Vol 33 (6) ◽  
Author(s):  
Camila Dias Möller ◽  
Mirtes Bruckmann ◽  
Gabriel Rovadoschi Barros ◽  
Valdete Alves Valentins dos Santos Filha ◽  
Elenir Fedosse

RESUMO Objetivo Analisar a Qualidade de Vida de sujeitos com afasia participantes de um Grupo Interdisciplinar de Convivência. Método estudo transversal e quantitativo. Os participantes foram submetidos a dois questionários: um semiestruturado, desenvolvido para a caracterização dos sujeitos e o outro o World Health Organization Quality of Life Scale – Bref (WHOQOL-Bref) para identificação da Qualidade de Vida (QV) dos mesmos. A análise dos dados foi realizada de modo descritivo. Resultados Foram entrevistados oito sujeitos com idade entre 35 e 78 anos e escolaridade variando entre Ensino Fundamental Incompleto e Superior Incompleto. A ocupação predominante na amostra foi a de balconista e a renda variou entre um e quatro salários mínimos. O tempo de lesão cerebral variou de três a 10 anos, causada predominantemente por Acidentes Vasculares Cerebrais decorrentes de Hipertensão Arterial Sistêmica. Quanto ao WHOQOL houve importante variação entre os sujeitos nos quatro domínios (físico, psicológico, social e ambiental). No entanto, a maioria pontuou acima de 70 pontos. Para todos os sujeitos, o Grupo de Convivência foi identificado como espaço de produção de vida e saúde sendo motivador para a busca de outros atendimentos. Conclusão Os sujeitos eram adultos e idosos pertencentes à classe econômica média baixa; apresentavam condições crônicas de saúde, comprometimento da expressão verbal e longo período de acompanhamento das necessidades de saúde. O WHOQOL-Bref revelou que cinco sujeitos perceberam suas condições de vida/saúde favoráveis, no entanto, destacaram convívio social reduzido. O Grupo de Convivência configurou-se como importante espaço para melhoria de QV.


2018 ◽  
Vol 6 (1) ◽  
pp. 227
Author(s):  
Sandip Pramanik ◽  
Uttam Kumar Paul ◽  
Dilip Kumar Pal

Background: It is needless to mention that, per-urethral or supra-pubic catheter compromises the Quality of Life (QoL) of young male patients. But present study is about the QoL of spouses of those patients and we compared their status of QoL after removal of catheter of patients with catheterized status.Methods: Authors used three tools named World Health Organization Quality of Life scale (WHOQOL BREF), Beck Depression Inventory (BDI) and Beck Anxiety Inventory (BAI) for this purpose.Results: Authors found statistically significant improvements in all domains of QoL as measured by WHOQOL BREF, improvement in depression and anxiety status as well, measured by Beck Depression Inventory (BDI) and Beck Anxiety Inventory (BAI) respectively.Conclusions: Present study concluded with the notion to reiterate the fact that the health of spouse has also to be considered about and to be restored into normal state if found abnormal.


2020 ◽  
Vol 29 ◽  
pp. 1
Author(s):  
Maria Elisa MENEGUETTI ◽  
Alaiana Aparecida SOARES ◽  
Mayara Schulze Cosechen ROSVAILER ◽  
Hudson Prestes dos SANTOS

 ObjetivoEste artigo almejou comparar a frequência de dermatoses psicossomáticas e a qualidade de vida de estudantes universitários da área de saúde.MétodosNeste estudo analítico, transversal e quantitativo, foram aplicados dois questionários on-line para estudantes da saúde: World Health Organization Quality of Life Scale Abbreviated Version, para avaliar a qualidade de vida, e outro elaborado pelos pesquisadores para analisar a frequência de oito psicodermatoses e sua relação com o estresse, o desconforto com as lesões e a busca pela ajuda médica ou psicológica. Para aferir a relação entreas dermatoses psicossomáticas e a qualidade de vida, foi considerado p<0,05 do teste qui-quadrado.Resultados Participaram do estudo 608 estudantes. A dermatose mais frequente foi escoriação (37,99%), seguida de retirada de cutícula, mordida em lábios e bochechas (32,40%) e prurido psicogênico (14,63%), sendo a automutilação a com menor frequência (1,15%). Dos que tiveram alguma dermatose psicossomática, 82,33% acreditam que estão relacionadas ao estresse acadêmico, 66,20% se sentem desconfortáveis, e 43,45% já buscaram ajuda médica ou psicológica. A qualidade de vida foi considerada boa por 92,76% no domínio físico, 95,72% no meio ambiente, 88,81% no psicológico e 88,89% nas relações sociais. Houve associação entre a queda da qualidade de vida no domínio físico e a frequência das dermatoses psicossomáticas retirada de cutícula, mordida em lábios ou bochechas (p=0,001), tricotilomania (p=0,055) e prurido psicogênico (p=0,0009); e, no psicológico, com retirada de cutícula, mordida de lábios ou bochechas (p=0,059), escoriações (p=0,087) e prurido psicogênico (p=0,002).Conclusão Dermatoses psicossomáticas são encontradas em mais de 30% dos estudantes; porém, sua associação com a queda de qualidade de vida não pode ser confirmada.


2016 ◽  
Vol 9 (1) ◽  
pp. 65-65
Author(s):  
V. Rossi ◽  
◽  
E. Viozzi ◽  
F. M. Nimbi ◽  
F. Tripodi ◽  
...  

Objective: Endometriosis is a condition that has a great impact on women’s life. One of the most important consequences of the disease is infertility that may exacerbate the psychological, relational and sexual consequences on patients. The aim of the present study was to examine quality of life, anxiety, sexual functioning and relationship satisfaction of women with endometriosis and infertility. Infertility is supposed to be associated with a worse clinical profile. Design and Method: Data were collected on 71 patients (39 women with endometriosis and 32 with endometriosis and infertility) aged between 20 and 50 (M=34.21, SD=8.38), recruited in the Gynecological and Obstetrics department of Policlinico Umberto I, Rome. Participants completed: a socio-demographic questionnaire, the World Health Organization Quality of Life (WHOQOL)-Bref for quality of life, the McCoy Female Sexuality Questionnaire (MFS-Q) for sexual and relationship satisfaction, the Female Sexual Functioning Index (FSFI) for sexual functioning and the Hamilton Anxiety Rating Scale (HAM-A) for anxiety symptoms. Results: Women without infertility obtained worse scores: sexual functioning (F(1,69)=10.97 p<.01), sexual (F(1,69)=17.44 p<.001) and relationship satisfaction (F(1,69)=10.18 p<.001) and quality of life (F(1,69)=13.56 p<.001). Conclusions: Contrary to our hypothesis, endometriosis, with or without fertility impairment, has an impact on patients’ relationship, sexuality and quality of life. Therefore, infertility is not the main factor that explains a negative clinical profile. The present study suggests the importance of psychosexual counseling during medical treatment of the disease, and the need of involving partners in the assessment and in the health care decision making.


Author(s):  
José Ricardo Auricchio ◽  
Nathalia Bernardes ◽  
Marlene Aparecida Moreno

Introduction: Although a number of aspects related to amputation have a negative impact on quality of life, sports can prevent disease and promote health in this population just as it can among the nondisabled. Objective: The aim of this study was to evaluate the quality of life in amputee soccer players (n=25). Method: We compared scores on the World Health Organization Quality-of-Life Scale (WHOQOL-BREF). Results: observing that the physical (PHY: 71±16), psychological (PSY: 76±18) and social domains (SOC: 72±22) showed higher values (p <0.05) than the environment domain (ENV: 55±17). There was a positive correlation between PHY and PSY (r: 0.8), PHY and SOC (r: 0.7) and PHY and ENV (r: 0.7). Moreover, PHY showed a positive correlation with SOC (r: 0.9) and ENV (r: 0.8). In addition, the adapted sport improved the overall quality of life index (GQOLI= 71.50). Conclusion: These results show that amputee soccer improves the quality of life of its players.


Sign in / Sign up

Export Citation Format

Share Document