Factors influencing gene introgression into the allotetraploid Coffea arabica L. from its diploid relatives

Genome ◽  
2004 ◽  
Vol 47 (6) ◽  
pp. 1053-1060 ◽  
Author(s):  
Juan C Herrera ◽  
Marie C Combes ◽  
Hernando Cortina ◽  
Philippe Lashermes

Factors controlling gene introgression into cultivated arabica coffee (Coffea arabica L.) were investigated. Interspecific triploid hybrid plants between the tetraploid species C. arabica (2n = 44) and a diploid species (2n = 22), either Coffea canephora or Coffea eugenioides, were backcrossed to C. arabica (male parent). Flow cytometric analysis of the nuclear DNA content revealed that most of the BC1 individuals derived from triploid hybrids involving C. eugenioides were tetraploid or nearly tetraploid. Among the gametes produced by the interspecific triploid hybrids, those possessing approximately 22 chromosomes appeared strongly favored. The amount of introgression in BC1 individuals (21 and 43 for the BC1 progenies involving C. canephora and C. eugenioides, respectively) was estimated using species-specific microsatellite markers. A large number of introgressed markers was observed in all BC1 individuals. Nevertheless, while the frequency of introgressed markers seemed as expected, assuming random chromosome segregation and diploid gamete formation, in the BC1 derived from triploid hybrids involving C. canephora, this frequency appeared significantly lower in the BC1 derived from triploid hybrids involving C. eugenioides. Furthermore, the comparison of reciprocal progenies between C. arabica and triploid interspecific hybrids (C. arabica × C. canephora) used as male or female parent revealed a very strong effect of the backcross direction.Key words: irregular meiosis, coffee, reciprocal crosses, molecular marker, triploid hybrids.

Plant Science ◽  
2003 ◽  
Vol 164 (2) ◽  
pp. 141-146 ◽  
Author(s):  
Svetlana E Zoriniants ◽  
Alexander V Nosov ◽  
Miriam Monforte-Gonzalez ◽  
Marcela Mendes-Zeel ◽  
Victor M Loyola-Vargas

Bragantia ◽  
1954 ◽  
Vol 13 (unico) ◽  
pp. 247-255 ◽  
Author(s):  
C. A. Krug ◽  
A. Carvalho ◽  
H. Antunes Filho

A variedade laurina, comparada à var. typica de Coffea arabica, se caracteriza por seu menor porte, forma cônica, ramificação mais densa, internódios mais curtos, fôlhas elíticas e menores, flôres de tamanho normal, frutos e sementes menores e afilados na base. Numerosas autofecundações e cruzamentos foram realizados e os resultados obtidos permitiram concluir que os característicos diferenciais da var. laurina são controlados por um par de fatôres genéticos recessivos, sendo as plantas laurina de constituição lrlr. As plantas híbridas (laurina x typica) são perfeitamente normais e no F2 e "backcrosses" com a var. laurina ocorrem plantas normais e laurina, nas proporções esperadas na base de segregação de um par de fatôres genéticos principais. Do cruzamento com a var. murta resultaram plantas murta e normais, indicando que os cafeeiros laurina estudados são portadores dos alelos tt. As hibridações feitas entre os cafeeiros laurina de várias procedências deram apenas plantas laurina, não se tendo, todavia, indicações se as mutações são ou não independentes. Uma única planta resultante do cruzamento com a espécie diplóide Coffea canephora apresenta fõlhas de tamanho intermediário, porém porte normal e brotos de côr bronze, característicos de C. canephora. Embora produza bebida de alta qualidade, o café laurina tem pouco valor comercial, em virtude de sua produção bem menor do que a das linhagens selecionadas da var. bourbon, ora em distribuição pelo Instituto Agronômico.


2003 ◽  
Vol 27 (5) ◽  
pp. 1076-1081 ◽  
Author(s):  
Simone Miranda Fernandes ◽  
Rosemary Gualberto Fonseca Alvarenga Pereira ◽  
Nísia Andrade Villela Dessimoni Pinto ◽  
Marcela Carlota Nery ◽  
Flávia Renata Magalhães de Pádua

Conduziu-se este trabalho com o objetivo de quantificar e caracterizar a composição química de cafés arábica e robusta de safras diferentes e seus efeitos na qualidade do café torrado. Utilizaram-se grãos de café arábica (Coffea arabica L.) da safra 88/89 e safra 2000, proveniente da região sul de Minas gerais, e o café conilon (Coffea canephora Pierre) safra 2000, proveniente do Estado do Espírito Santo. Preparou-se um "blend" na proporção 70% arábica e 30% conilon. Os cafés foram torrados (torração média comercial), moídos e submetidos às análises físico-químicas de umidade, extrato etéreo, proteína bruta, fenólicos totais, acidez titulável total, pH, sólidos solúveis totais, extrato aquoso, açúcares totais e açúcares não-redutores. Pelos resultados, verificou-se que a acidez titulável total e o pH não se apresentaram com diferenças significativas, o que indica homogeneidade entre os cafés avaliados. O café arábica safra 88/89 apresentou maiores teores de extrato etéreo, indicando uma maior degradação desse café, devido provavelmente ao maior período de armazenamento. Os teores de açúcares totais e extrato aquoso não apresentaram diferenças entre os cafés estudados, quanto aos açúcares não-redutores, o café arábica de safra 88/89 mostrou-se com os menores teores e diferiu dos demais cafés.


Bragantia ◽  
1998 ◽  
Vol 57 (2) ◽  
pp. 297-312 ◽  
Author(s):  
JOEL IRINEU FAHL ◽  
MARIA LUIZA CARVALHO CARELLI ◽  
PAULO BOLLER GALLO ◽  
WALDIR MARQUES DA COSTA ◽  
MARIA DO CARMO DE SALVO SOARES NOVO

A enxertia de cultivares de Coffea arabica L. sobre Coffea canephora Pierre vem sendo utilizada como alternativa para o cultivo do café em áreas infestadas por nematóides, em vista da resistência de C. canephora a esse patógeno. O objetivo deste trabalho foi estudar no campo, em áreas isentas de nematóides, o desenvolvimento da parte aérea, a nutrição mineral e a produção de cultivares de C. arabica enxertados sobre C. canephora e C. congensis. Em 1986 , instalaram-se experimentos em três regiões cafeeiras paulistas - Campinas, Garça e Mococa - no espaçamento de 3,5 x 2,0 m, com duas plantas por cova. Como porta-enxerto, utilizaram-se duas progênies de C. canephora (Apoatã IAC 2258 e IAC 2286) e uma de C. congensis (IAC Bangelan coleção 5), tolerantes a nematóides e, como enxerto, dois cultivares de C. arabica (Catuaí Vermelho IAC H 2077-2-5-81 e Mundo Novo IAC 515-20). Também se efetuaram auto-enxertias no Catuaí e no Mundo Novo e, como testemunhas, consideraram-se plantas desses cultivares não enxertadas. Os dados mostraram que, mesmo na ausência de nematóides, a utilização de progênies de C. canephora e de C. congensis como porta-enxerto conferiu maior desenvolvimento e produção (médias de cinco anos) aos cultivares de C. arabica, sendo esse efeito mais acentuado no 'Catuaí'. O crescimento sazonal em altura, em todos os tratamentos, foi maior na primavera e no verão e menor no outono e no inverno. De modo geral, a enxertia aumentou o crescimento em altura em todas as estações do ano, principalmente no outono e no inverno. As plantas enxertadas apresentaram maiores teores foliares de potássio e menores de manganês, em relação às não enxertadas. A enxertia não alterou de modo consistente os teores dos demais nutrientes.


1999 ◽  
Vol 98 (8) ◽  
pp. 1344-1350 ◽  
Author(s):  
M. A. Lysák ◽  
M. Dolez˘elová ◽  
J. P. Horry ◽  
R. Swennen ◽  
J. Dolez˘el

2011 ◽  
Vol 83 (3) ◽  
pp. 993-1006 ◽  
Author(s):  
Patrícia M.O. Pierre ◽  
Saulo M. Sousa ◽  
Lisete C. Davide ◽  
Marco A. Machado ◽  
Lyderson F. Viccini

Cytogenetic analyses, of pollen viability, nuclear DNA content and RAPD markers were employed to study three chemotypes of Lippia alba (Mill.) (Verbenaceae) in order to understand the genetic variation among them. Different ploidy levels and mixoploid individuals were observed. This work comprises the first report of different chromosome numbers (cytotypes) in L. alba. The chromosome numbers of La2-carvone and La3-linalool chemotypes suggested that they are polyploids. Flow cytometric analysis showed an increase of nuclear DNA content that was not directly proportional to ploidy level variation. A cluster analysis based on RAPD markers revealed that La3-linalool shares genetic markers with La1-citral and La2-carvone. The analysis showed that the majority of genetic variation of La3-linalool could be a consequence of ixoploidy. ur data indicates that sexual reproduction aong those three chemotypes is unlikely and suggests the beginning of reproductive isolation. The results demonstrated that chromosome analysis, nuclear DNA content estimation and RAPD markers constitute excellent tools for detecting genetic variation among L. alba chemotypes.


1979 ◽  
Vol 27 (1) ◽  
pp. 520-521 ◽  
Author(s):  
E Sprenger ◽  
S Witte

Flow cytometric analysis of cytologic samples from four different organs shows that nuclear DNA content of malignant cell populations depends to a large extent on organ of origin of the tumor. This fact must be considered in planning screening systems.


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