Saturated hydraulic conductivity of soils in a shallow landslide area in the Serra do Mar, São Paulo, Brazil

2016 ◽  
Vol 60 (1) ◽  
pp. 53-65 ◽  
Author(s):  
Maria Carolina Villaça Gomes ◽  
Bianca Carvalho Vieira
Irriga ◽  
2009 ◽  
Vol 14 (3) ◽  
pp. 413-422
Author(s):  
Rodrigo Trevisan ◽  
Luiz Felipe Salemi ◽  
Jorge Marcus de Moraes ◽  
Julio Cesar Martins de Oliveira

 CONDUTIVIDADE HIDRÁULICA DO SOLO SATURADO NA ZONA VADOSA IN SITU E EM LABORATÓRIO  Rodrigo Trevisan1; Luiz Felippe Salemi1;  Jorge Marcos de Moraes1;  Júlio Cesar Martins de Oliveira(4)(1)Laboratório de Ecologia Isotópica, Centro de Energia Nuclear na Agricultura, Universidade de São Paulo, Piracicaba, SP,  e-mail: [email protected] (4)Laboratório de Física de Solos, Centro de Energia Nuclear na Agricultura, Universidade de São Paulo, Piracicaba, SP  1 RESUMO A condutividade hidráulica do solo é uma propriedade fundamental na determinação da dinâmica da água e de solutos em solos saturados e não - saturados, sendo útil na resolução de problemas relacionados à preservação do meio ambiente, da agricultura e dos recursos hídricos. Muitos métodos são empregados para a sua determinação em solos saturados, tanto em campo como em laboratório, cada um com suas vantagens e desvantagens. Nesse contexto, o objetivo do presente trabalho foi o de comparar um método de campo, o método do permeâmetro de carga constante (“Permeâmetro Guelph”), e um método de laboratório, também de carga constante usando amostras indeformadas de solo, em um solo classificado como Latossolo Vermelho Escuro, da região de Piracicaba - SP. Conclui-se que o método de campo e o método de laboratório não podem ser considerados diferentes. UNITERMOS: permeabilidade; zona não saturada; latossolo; permeâmetro guelph.  TREVISAN, R.; SALEMI, L. F.; MORAES, J. M.; OLIVEIRA, J. C. M. THE SATURATED HYDRAULIC CONDUCTIVITY IN THE VADOSE ZONE IN SITU AND IN LABORATORY  2 ABSTRACT The saturated hydraulic conductivity of the soil is a fundamental parameter to determine  water and solutes dynamics in the soil, and it is useful  to resolve problems related to environmental, agricultural and water resources preservation. Many methods are used for its determination, in field and in the laboratory, each one with its advantages and disadvantages. The main objective of the present work was to compare a field method, using a constant head permeameter (“Guelph Permeameter”), to a laboratory method also employing a constant head in undisturbed samples in a soil classified as dark red Latosol (Oxisol) in the area ofPiracicaba. The results show, through statistical analysis, that the values obtained by the field and laboratory methods cannot be considered different. KEYWORDS: permeability; unsaturated zone; oxisol;guelph permeameter.


2010 ◽  
Vol 10 (9) ◽  
pp. 1829-1837 ◽  
Author(s):  
B. C. Vieira ◽  
N. F. Fernandes ◽  
O. A. Filho

Abstract. Various methods are currently used in order to predict shallow landslides within the catchment scale. Among them, physically based models present advantages associated with the physical description of processes by means of mathematical equations. The main objective of this research is the prediction of shallow landslides using TRIGRS model, in a pilot catchment located at Serra do Mar mountain range, São Paulo State, southeastern Brazil. Susceptibility scenarios have been simulated taking into account different mechanical and hydrological values. These scenarios were analysed based on a landslide scars map from the January 1985 event, upon which two indexes were applied: Scars Concentration (SC – ratio between the number of cells with scars, in each class, and the total number of cells with scars within the catchment) and Landslide Potential (LP – ratio between the number of cells with scars, in each class, and the total number of cells in that same class). The results showed a significant agreement between the simulated scenarios and the scar's map. In unstable areas (SF≤1), the SC values exceeded 50% in all scenarios. Based on the results, the use of this model should be considered an important tool for shallow landslide prediction, especially in areas where mechanical and hydrological properties of the materials are not well known.


Check List ◽  
2010 ◽  
Vol 6 (2) ◽  
pp. 217 ◽  
Author(s):  
Mariana Juventina Magrini ◽  
Paula Beatriz Araujo ◽  
Marcio Uehara-Prado

Terrestrial Isopods were sampled in four protected Atlantic Forest areas located in Serra do Mar, state of São Paulo, southeastern Brazil. A total of 2,217 individuals of six species (Atlantoscia sp., Benthana werneri, Pseudodiploexochus tabularis, Pudeoniscus obscurus, Styloniscus spinosus and Trichorhina sp.) were captured in pitfall traps. The exotic species S. spinosus is recorded for the first time for the Americas. Another introduced species, P. tabularis, previously recorded only from the state of Rio Grande do Sul, had its geographic distribution extended to the state of São Paulo. The most abundant isopods in this study belong to an undescribed species of Atlantoscia.


Zootaxa ◽  
2013 ◽  
Vol 3599 (2) ◽  
pp. 178-188 ◽  
Author(s):  
ITAMAR A. MARTINS ◽  
HUSSAM ZAHER

A new species of the genus Holoaden is described from the Atlantic forest of the state of São Paulo, Brazil, being restricted to primary or slightly disturbed high altitude cloud forests along the northeastern portion of the Serra do Mar. The typelocality is determined as Estação Ecológica de Bananal, in the Municipality of Bananal, State of São Paulo, Brazil. The new species is characterized by its moderate body size (female 42.6–44.2 mm SVL; male 37.2–38.5 mm SVL) with long and slender limbs, a head wider than long, a highly glandular dorsum, covered by well developed macroglands that extend to the internasal region, thigh and tibia, and an intense dark brown dorsal coloration and dark grey ventral surface.


Bragantia ◽  
1956 ◽  
Vol 15 (unico) ◽  
pp. 193-250 ◽  
Author(s):  
Rudolf Schröder

O presente trabalho trata da distribuição local e sazonal das chuvas no Estado de São Paulo. Serviram de base para sua elaboração os valores da precipitação de 249 postos pluviométricos, cuja distribuição exata é dada numa carta (fig. 4). Descrevemos detalhadamente o material utilizado, comparando-o com séries de observações mais longas de alguns postos pluviométricos, dando atenção especial à decomposição do valor médio. A. descrição da precipitação pluviométrica anual é ordenada segundo os grandes grupos de paisagens geográficas do Estado de São Paulo, como seguem: região costeira, com as paisagens do litoral de S. Sebastião, Santos, Iguapé e Alto do Ribeira; região do Planalto Paulista, que se estende da Serra do Mar até o Rio Paraná; região montanhosa, da Serra da Mantiqueira; e, finalmente, região do Vale do Paraíba, que se apresenta com um caráter próprio em relação às chuvas. Tratando-se de um trabalho para fins agrícolas, as isoiêtas entre 1.000 e 1.500 mm estão representadas com intervalos de 100 mm, e aquelas de 1.500 a 1.700 mm, com intervalos de 200 mm; a partir de 1.700 o intervalo é de 300 mm. E como as chuvas anuais, a partir de 2.000 mm são menos importantes para a agricultura do Estado, daí até 3.000 mm estabelecemos o intervalo de 1.000 mm. Os perfis de precipitação, de Iguapé até o Rio Grande e do Estado do Paraná até o de Minas Gerais, dão-nos conhecimento de que a quantidade de chuva e sua distribuição sazonal varia desde a costa até o interior, c do Estado do Paraná até o de Minas Gerais. Em ambos os perfis acha-se delimitada a "pequena estação chuvosa hibernal". Outrossim, consideramos apenas duas estações do ano, seis meses de inverno, seco e fresco, e seis meses de verão, chuvoso e quente. Grande parte do trabalho encerra o estudo das precipitações mensais, segundo a sua decomposição em pluviogramas. O número de dias chuvosos, a densidade pluviométrica e a probabilidade de chuvas, de cerca de 30 postos escolhidos pela qualidade e confiança das séries longas de observações, são analisados, bem como o quociente de oscilação entre a maior e a menor quantidade de precipitações.


2010 ◽  
Vol 10 (1) ◽  
pp. 185-192 ◽  
Author(s):  
Vinícius Lourenço Garcia de Brito ◽  
Mardiore Pinheiro ◽  
Marlies Sazima

O conhecimento das interações entre plantas e seus polinizadores tem-se destacado como ferramenta na biologia da conservação de ambientes degradados, como a Mata Atlântica e no estudo da evolução de características morfológicas que medeiam estas interações. Neste estudo são apresentadas informações sobre a biologia reprodutiva e as interações com os visitantes florais de Sophora tomentosa e Crotalaria vitellina (Fabaceae), espécies comuns em áreas de restinga na Mata Atlântica no Núcleo Picinguaba, Parque Estadual da Serra do Mar, Ubatuba - São Paulo. Estas espécies são sincronopátricas, possuem flores amarelas dispostas em racemos e oferecem néctar como principal recurso. Ambas as espécies são autocompatíveis, mas dependem de polinizadores para formação de frutos e sementes. Xylocopa brasilianorum e Megachile sp.1 foram os polinizadores de S. tomentosa, ao passo que C. vitellina, além destas espécies, também foi polinizada por Bombus morio, Centris labrosa e mais duas espécies de Megachile. Estas espécies de abelhas possuem comprimento da língua compatível com as dimensões das câmaras nectaríferas, acessando o néctar por visitas legítimas. As inflorescências de S. tomentosa foram mais visitadas (0,62 visitas/inflorescência/dia) do que as de C. vitellina (0,37 visitas/inflorescência/dia). Entretanto, em condições naturais, a frutificação em S. tomentosa (33%) é semelhante à de C. vitellina (42%), provavelmente devido às diferenças na eficiência de cada polinizador. Espécies de Trigona e de Augochlora não têm acesso ao néctar em visitas legítimas, pois não possuem comprimento da língua compatível com as dimensões das câmaras nectaríferas. Portanto, as dimensões das câmaras nectaríferas de S. tomentosa e C. vitellina funcionam como barreira seletiva às espécies de abelhas com língua curta, assegurando maior oferta de néctar aos polinizadores. Ainda, os polinizadores destas leguminosas são comuns na restinga e atuam como vetores de pólen de diversas espécies neste ecossistema. Portanto a manutenção destas leguminosas é importante para a diversidade da fauna de abelhas e essencial para a comunidade de plantas.


1997 ◽  
Vol 196 (1-4) ◽  
pp. 26-46 ◽  
Author(s):  
Motohisa Fujieda ◽  
Tetsuya Kudoh ◽  
Valdir de Cicco ◽  
Jose Luis de Calvarcho

Hoehnea ◽  
2017 ◽  
Vol 44 (1) ◽  
pp. 111-122
Author(s):  
Henrique Borges Zamengo de Souza ◽  
Paulo Affonso
Keyword(s):  

RESUMO Este trabalho consiste no levantamento taxonômico e florístico de Ocotea Aubl. no Núcleo Curucutu, Parque Estadual da Serra do Mar, São Paulo, Estado de São Paulo, Brasil. Chaves de identificação, descrições morfológicas, ilustrações, distribuição geográfica e fenologia são apresentados. O gênero está representado na área por oito espécies: Ocotea curucutuensis J.B. Baitello, Ocotea dispersa (Nees & Mart) Mez, Ocotea laxa (Nees) Mez, Ocotea nutans (Nees) Mez, Ocotea pulchella (Nees & Mart) Mez, Ocotea pulchra Vattimo -Gil, Ocotea serrana Coe-Teix, Ocotea venulosa (Nees) Baitello.


2010 ◽  
Vol 33 (1) ◽  
pp. 35-43
Author(s):  
Diego José Chagas ◽  
Chou Sin Chan ◽  
Alessandra Cristina Corsi

In recent years the simple data organization is no longer a differential factor for institutions, since, depending on their volume, the traditional method of analysis and interpretation is extremely slow and costly. The use of data mining techniques is an alternative to allow this process semi-automatic. The objective of this work is to carry out a case study of data mining technique based on the WEKA software applied to hydrometeorological and geomorphological data which were collected in the Serra do Mar region of São Paulo State. Results obtained from the application of the association technique indicate that the presence of rock and boulders at terrains with scars and high declivity are relevant factors for the landslide occurrence.


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