Unraveling the mechanisms controlling Cd accumulation and Cd‐tolerance in Brachiaria decumbens and Panicum maximum under summer and winter weather conditions

2020 ◽  
Author(s):  
Flávio Henrique Silveira Rabêlo ◽  
Salete Aparecida Gaziola ◽  
Monica Lanzoni Rossi ◽  
Neidiquele Maria Silveira ◽  
Małgorzata Wójcik ◽  
...  
1984 ◽  
Vol 24 (126) ◽  
pp. 360 ◽  
Author(s):  
SJ Cook

In two experiments, seed of Gayndah and Biloela buffel grass (Cenchrus ciliaris), green panic (Panicum maximum var. trichoglume), signal grass (Brachiaria decumbens) and Siratro (Macroptilium atropurpureum) was broadcast into a range of seedbeds imposed on native speargrass (Heteropogon contortus) pastures that had either been cleared of trees 4-5 years before sowing (C) or had the trees killed at sowing (K). The seedbeds were: untreated control (NP); mown to 3 cm before and at sowing (M); M followed by regular clipping (MD); burnt (B); B followed by regular clipping (BD); and herbicide (H). Seed was also sown into a cultivated seedbed (P) in C. The number of plants established 15-16 months after sowing was highest in the cultivated seedbed and lowest in seedbeds where competition from the native grasses was greatest. Competition was greater in C than in K, the native pastures in C having about three times more dry matter than those in K. Burning reduced competition but also reduced seedling emergence. It increased establishment slightly in K but not in C. The M and MD treatments failed to increase establishment over that of the NP control. Herbicides reduced competition and increased establishment in C and K, but only for signal grass and Siratro in C when drier conditions occurred in the second experiment. Siratro established better than the grasses in the presence of competition when weather conditions were favourable, but there was little Siratro or grass establishment when water deficits occurred soon after emergence, especially in C


2021 ◽  
pp. 108119
Author(s):  
Bence Németh ◽  
Aurél Ujhidy ◽  
Judit Tóth ◽  
János Gyenis ◽  
Tivadar Feczkó

2010 ◽  
Vol 28 (3) ◽  
pp. 585-590 ◽  
Author(s):  
F.T. Carvalho ◽  
R.M. Castro ◽  
R.I. Otsubo ◽  
F.A.R. Pereira

Existem muitas opções de herbicidas para aplicações em pré-emergência em cana-de-açúcar, mas o grande desafio atual para a cultura é o controle pós-emergente. O objetivo deste trabalho foi avaliar a eficácia do herbicida mesotrione em mistura com ametryn e metribuzin no controle em pós-emergência de 10 espécies daninhas semeadas em cana-de-açúcar, variedade RB 86-7515. As espécies daninhas selecionadas para o experimento foram: Brachiaria decumbens, Brachiaria plantaginea, Cenchrus echinatus, Digitaria horizontalis, Panicum maximum, Amaranthus deflexus, Bidens pilosa, Euphorbia heterophylla, Ipomoea nil e Sida glaziovii, semeadas nas entrelinhas após a emergência da cultura. Os herbicidas foram aplicados aos 45 dias após o plantio da cana-de-açúcar, com as plantas daninhas monocotiledôneas na fase de terceiro perfilho e as dicotiledôneas com três a quatro pares de folhas, e constaram dos seguintes tratamentos: mesotrione (120 g ha-1); ametryn (2.000 g ha-1); metribuzin (1.920 g ha-1); mesotrione + ametryn (120 g + 2.000 g ha-1); mesotrione + metribuzin (120 g + 1920 g ha-1) e testemunhas no mato e no limpo. Concluiu-se que os herbicidas isolados ou em mistura foram seletivos à cana-de-açúcar. Com relação à eficácia, observou-se que o herbicida mesotrione foi eficiente no controle de A. deflexus; ametryn, no controle de A. deflexus, B. pilosa e I. nil; metribuzin, no controle de A. deflexus, B. pilosa e S. glaziovii; mesotrione + ametryn, no controle de B. decumbens, B. plantaginea, D. horizontalis, P. maximum, A. deflexus, B. pilosa, I. nil e S. glaziovii; e mesotrione + metribuzin, no controle de B. plantaginea, D. horizontalis, P. maximum, A. deflexus, B. pilosa e S. glaziovii. Foi constatado elevado efeito sinergístico do mesotrione com os herbicidas testados, sendo o efeito mais pronunciado na mistura com o ametryn.


1991 ◽  
Vol 19 (1) ◽  
pp. 20-25 ◽  
Author(s):  
Carl-Göran Ohlson ◽  
Lennart Bodin ◽  
Ing-Liss Bryngelsson ◽  
Marie Helsing ◽  
Lars Malmberg

2012 ◽  
Vol 42 (7) ◽  
pp. 1257-1263 ◽  
Author(s):  
Sandro Vargas Schons ◽  
Tiago Vaz Lopes ◽  
Taciane Leticia de Melo ◽  
João Padovani Lima ◽  
Franklin Riet-Correa ◽  
...  

Foi realizado um levantamento em 12 municípios da região central de Rondônia sobre a presença de plantas tóxicas e ocorrência de surtos de intoxicação em ruminantes e equídeos. O trabalho foi desenvolvido mediante a utilização de um questionário aplicado a médicos veterinários, agrônomos, zootecnistas e produtores rurais, com o objetivo de identificar as principais plantas tóxicas que ocorrem na região. Trinta e quatro entrevistados relataram casos de intoxicação por uma ou mais plantas comprovadamente tóxicas como: Palicourea marcgravii (12 surtos), Palicourea grandiflora e Enterolobium contortisiliquum (sete surtos cada) e Palicourea juruana, Brachiaria radicans, Brachiaria brizantha e Manihot esculenta (dois surtos cada). Em ovinos, foram relatados dois surtos de fotossensiblização por Brachiaria decumbens e um surto de mortalidade por Palicourea grandiflora. Dos 34 surtos relatados em bovinos pelos entrevistados, 374 (8,9%) animais foram afetados e 311 (7,4%) morreram, de um total de 4.192 de ambos os sexos sob risco. De um total de 250 ovinos sob risco, três surtos de intoxicação por plantas foram relatados e afetaram 28 animais, dos quais 20 morreram. Amorimia sp., previamente desconhecida como tóxica, foi identificada como causa de morte súbita em 32% das propriedades. Quinze surtos de cólica em equídeos que pastavam cultivares de Panicum maximum ('Massai', 'Tanzânia' e 'Mombaça') durante o período das chuvas foram, também, observados. Os resultados do presente trabalho demonstram a importância significativa das intoxicações por plantas como causa de perdas econômicas para a pecuária da região central do Estado de Rondônia. Com a realização deste trabalho, o número de plantas tóxicas para ruminantes com a confirmação de ocorrência de surtos com mortalidade na região passou de um para nove, o que confirma que um trabalho sistemático de investigação é necessário para o conhecimento da importância das intoxicações por plantas na região Norte do Brasil.


2012 ◽  
Vol 21 (4) ◽  
pp. 372-378 ◽  
Author(s):  
Raquel Abdallah da Rocha ◽  
Patrizia Ana Bricarello ◽  
Gilberto Pedroso da Rocha ◽  
Alessandro Francisco Talamini do Amarante

This experiment aimed to assess the recovery of infective larvae (L3) of Trichostrongylus colubriformis from Brachiaria decumbens cv. Australiana, Cynodon dactylon cv. Coast-cross and Panicum maximum cv. Aruana. The experimental module comprised six plots, with two plots per herbage species. Larval survival was assessed from autumn to winter, under the effect of two herbage-paring heights (5 and 30 cm). TThe paring was carried out immediately before contamination with faces containing T. colubriformis eggs. The feces and herbage were collected at one, two, four, eight, 12 and 16 weeks after feces had been deposited in the experimental plots. In general, larvae were recovered from both herbage and feces until the 16th week. The longer persistence of these larvae in the environment was probably due to warmer temperatures. The number of L3 recovered from the pasture was not influenced by the height of plants, except for Brachiaria and Aruana herbage in the fourth week. Regarding the concentrations of larvae per kg of dry matter (L3/kg DM), recovery was higher from low pasture in all three herbage species. During the autumn, the development and survival of the T. colubriformis free-living stages were not affected by the different herbage species.


2012 ◽  
Vol 30 (4) ◽  
pp. 861-870 ◽  
Author(s):  
N.M. Correia ◽  
F.J. Perussi ◽  
L.J.P. Gomes

The aim of this study was to assess the efficacy of S-metolachlor applied in pre-emergence conditions for the control of Brachiaria decumbens, Digitaria horizontalis, and Panicum maximum in sugar cane mechanically harvested without previous burning of the crop (green harvest) with the crop residue either left or not on the soil surface. The experiments were established in the field according to a randomized complete block design with four repetitions in a 7 x 2 split-plot scheme. In the plots, five herbicide treatments were studied (S-metolachlor at 1.44, 1.92, and 2.40 kg ha-1, clomazone at 1.20 kg ha-1, and isoxaflutole at 0.188 kg ha-1), and two control treatments with no herbicide application. In the subplots, the presence or absence of sugar cane crop residue on the soil surface was evaluated. S-metolachlor efficacy was not hampered by either 14 or 20 t ha-1 of sugar cane crop residue on the soil surface. When sugar cane crop residue was covering the soil surface, S-metolachlor at a rate of 1.44 kg ha-1 resulted in weed control similar at their larger rates, where as without the presence of crop residue, S-metolachlor controlled B. decumbens, D. horizontalis, and P. maximum at the rates of 1.92, 1.44, and 1.92 kg ha-1, respectively. The herbicides clomazone and isoxaflutole were effective for the studied species, independently of the crop residue covering the soil surface. S-metolachlor caused no visible injury symptoms to the sugar cane plant. Clomazone and isoxaflutole caused visible injuries to the sugar cane plant. None of the herbicides negatively affected the number of viable culms m² or the culm height and diameter.


2006 ◽  
Vol 35 (1) ◽  
pp. 186-192 ◽  
Author(s):  
Antonio Vieira ◽  
José Fernando Piva Lobato ◽  
Eduardo Simões Corrêa ◽  
Roberto Augusto de Almeida Torres Júnior ◽  
Fernando Paim Costa

Foi simulado e validado um modelo de cria e recria a pasto de fêmeas Nelore nos cerrados do Centro-Oeste brasileiro. Foram determinados os ganhos de peso médios diários (GMD) durante três anos: na primeira seca após a desmama, em pastagem de Brachiaria brizantha (Hochst) Stapf., no período das águas e na segunda seca, em pastagem de Panicum maximum cv. Tanzânia. Os GMD foram: 0,020; 0,550 e 0,172 kg, respectivamente. No segundo período das águas, fase de cria, as novilhas pastejaram em Brachiaria decumbens Stapf. Aos 24,33 meses de idade, as novilhas apresentaram peso vivo (PV) médio de 299 kg e no início do acasalamento, 25,51 ± 0,99 meses de idade (CV = 3,50%) e PV de 309,33 ± 19,19 kg (CV = 6,20%). A parição ocorreu aos 326,71 ± 19,98 dias (CV = 6,11%) após o início da estação de acasalamento, aos 36,26 meses de idade. A taxa média de prenhez foi de 88,4%. As novilhas prenhes foram 25,58 ± 9,97 dias mais velhas e 9,8 ± 7,04 kg mais pesadas que as não-gestantes. Os pesos vivos e as condições corporais no meio do período de acasalamento foram de 360 ± 31,00 kg e 2,94 ± 0,60; antes da parição, de 436 ± 30,86 kg e 4,57 ± 0,40; e na desmama dos bezerros, de 369 ± 33,89 kg e 3,11 ± 0,64. Verificaram-se taxa média de desmama de 75,6%, PV de 158 ± 20,1 kg e idade dos bezerros à desmama de 202 ± 16,6 dias. Novilhas Nelore recriadas em pastagens, com serviço aos 24/26 meses de idade em pastagem de Brachiaria decumbens, tiveram alta produtividade.


2009 ◽  
Vol 27 (1) ◽  
pp. 85-95 ◽  
Author(s):  
P.A. Monquero ◽  
L.R. Amaral ◽  
E.M. Inácio ◽  
J.P. Brunhara ◽  
D.P. Binha ◽  
...  

Este trabalho teve como objetivo avaliar o efeito de adubos verdes na supressão de plantas daninhas. O experimento foi instalado no Centro de Ciências Agrárias/UFSCar, localizado no município de Araras, São Paulo. O delineamento experimental foi de blocos ao acaso, em esquema fatorial (3 x 4 x 2), com quatro repetições, avaliando-se os efeitos de três quantidades de massa verde (40, 50 e 80 t ha-1) das espécies Crotalaria juncea, Canavalia ensiformis, Mucuna aterrima e Pennisetum glaucum, sob dois tipos de manejo (dispostas na superfície e incorporadas ao solo), na emergência e biomassa seca de duas espécies de plantas daninhas (Ipomoea grandifolia e Brachiaria decumbens).Adicionalmente, foram avaliadas testemunhas sem cobertura vegetal e amostras de solo coletadas de área com alta infestação de Panicum maximum. As avaliações foram feitas até os 30 dias após semeadura, determinando-se as plantas daninhas emergidas e a biomassa seca. M. aterrima foi a espécie mais eficiente na redução da germinação de I. grandifolia em todos os manejos utilizados. Para a espécie E. heterophylla, destacaram-se os tratamentos com P. glaucum e M. aterrima, principalmente quando se utilizaram 80 t ha-1 de biomassa, independentemente da forma de manejo. Para B. decumbens e P. maximum, as espécies P. glaucum e C. juncea foram as mais eficientes na redução da germinação.


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