scholarly journals Biosynthesis and Accumulation of Ergoline Alkaloids in a Mutualistic Association between Ipomoea asarifolia (Convolvulaceae) and a Clavicipitalean Fungus

2008 ◽  
Vol 147 (1) ◽  
pp. 296-305 ◽  
Author(s):  
Anne Markert ◽  
Nicola Steffan ◽  
Kerstin Ploss ◽  
Sabine Hellwig ◽  
Ulrike Steiner ◽  
...  
Planta ◽  
2004 ◽  
Vol 219 (4) ◽  
Author(s):  
Sabine Kucht ◽  
Julia Gro� ◽  
Yasser Hussein ◽  
Torsten Grothe ◽  
Ullrich Keller ◽  
...  

2004 ◽  
Vol 2004 (Fall) ◽  
Author(s):  
A. Markert ◽  
S. Kucht ◽  
J. Gross ◽  
M. Ahimsa-Mueller ◽  
Y. Hussein ◽  
...  

1977 ◽  
Vol 7 (1) ◽  
pp. 15-22 ◽  
Author(s):  
C. Ronald Carrol
Keyword(s):  

Resumo O besouro Slolas sp. (família Chrysomelidae), herbívoro tanto quando larva como adulto, preda a trepadeira Ipomoea asarifolia. Ao redor de Manaus, em média 86% de seus agrupamentos de ovos foram completamente parasitados pela vespa Emersonella neveipes (Eulophideae). A vespa é forética em besouros fêmeas. Em comparação com besouros do campo que não possuem vespas foréticas, os besouros em associação com vespas apresentam as seguintes características: (1) produziram ovos mais cedo, (2) produziram mais agrupamentos de ovos e (3) tiveram esperança de vida, em laboratório, mais curta. E. neveipes também ataca Chelymorphe cassidea. Como Stolas sp. não se alimenta de folhagem de batata-doce e não ocorre em campo onde há batata-doce, poderia ser um hospedeiro substituto, inofensivo e útil. para o Emersonella neveipes. Como algumas espécies de Convolvulaceae são importantes ervas daninhas para as plantações, os besouros Cassidenae, que comem a sua folhagem, podem ter um papel útil na supressão dessas ervas daninhas. Qualquer programa de controle biológico, para a supressão das pestes que atacam a batata-doce, deve favorecer a proliferação das ervas daninhas nocivas que sejam controladas pela fauna herbívora das batatas-doces.


2008 ◽  
Vol 28 (10) ◽  
pp. 488-494 ◽  
Author(s):  
José A.S. Araújo ◽  
Franklin Riet-Correa ◽  
Rosane M.T. Medeiros ◽  
Mauro P. Soares ◽  
Diego M. Oliveira ◽  
...  
Keyword(s):  

Ipomoea asarifolia causa uma síndrome tremorgênica em ovinos, caprinos, bovinos e búfalos. Este experimento teve como objetivos determinar a toxicidade para caprinos de I. asarifolia verde, colhidas nas épocas de chuva e de estiagem, e da planta seca triturada, determinar a toxicidade da planta para ovinos, e determinar se o princípio ativo da planta é eliminado pelo leite em doses tóxicas para os cordeiros. No primeiro experimento a planta fresca colhida na época de estiagem e na época de chuvas foi administrada a 16 caprinos. A planta colhida na estiagem foi tóxica na dose diária de 5 e 10g por kg de peso animal (g/kg). A planta colhida na época de chuva foi tóxica na dose diária de 20 e 30g/kg, demonstrando que a planta é mais tóxica durante o período seco. A planta seca, colhida na época de estiagem foi administrada a 9 caprinos em doses diárias de 1.7, 2, 3.4 e 5.1g/kg. Doses de 3, 4 e 5.1g/kg causaram sinais clínicos, demonstrando que a planta mantém a toxicidade após a secagem. A planta fresca colhida na época de estiagem e na época de chuvas foi administrada a 10 ovinos. A planta colhida na estiagem foi tóxica na dose diária de 5g/kg e na época de chuva foi tóxica nas doses de 10 e 20g/kg. Estes resultados sugerem a maior susceptibilidade dos ovinos à intoxicação do que os caprinos. Como alguns produtores mencionam que cordeiros lactentes que não estão pastando se intoxicam através do leite, I. asarifolia foi administrada diariamente nas doses de 2.5, 5 e 10g/kg a 5 ovelhas, a partir do dia do parto (2 ovelhas), do último dia de prenhez (1 ovelha) e 60 dias antes da parição (2 ovelhas). As ovelhas, mas não os cordeiros, apresentaram sinais clínicos, sugerindo que o princípio ativo da planta não é eliminado no leite ou colostro em doses tóxicas para os cordeiros. Em um ovino eutanasiado não foram observadas lesões macroscópicas nem histológicas. Os achados ultra-estruturais mais significativos foram encontrados nos dendritos das células de Purkinje e incluíam tumefação, decréscimo ou ausência das espículas dendríticas, diminuição ou ausência de neurotúbulos e neurofilamentos, vacuolizações do dendroplasma, tumefação do retículo endoplasmático liso e inclusões eletro-densas no dendroplasma. Tumefação dos processos astrocitários era bastante evidente. Sugere-se que essas alterações, que provavelmente constituam um mecanismo de defesa neuronal, sejam resultado dos tremores induzidos pela substância ou substâncias tóxicas contidas na planta, com liberação de glutamato no espaço extracelular que causa excitotoxicidade.


2009 ◽  
Vol 29 (11) ◽  
pp. 919-924 ◽  
Author(s):  
Tales S. Assis ◽  
Rosane M.T. Medeiros ◽  
José Allan S. de Araújo ◽  
Antônio F.M. Dantas ◽  
Franklin Riet-Correa

Foi realizado um levantamento das intoxicações por plantas em 20 municípios do Sertão Paraibano, onde foram entrevistados 50 produtores e 11 médicos veterinários. De acordo com o levantamento realizado, Ipomoea asarifolia e Mascagnia rigida são as intoxicações mais importantes. Indigofera suffruticosa, as plantas cianogênicas (Sorghum vulgare, Piptadenia macrocarpa e Manihot spp.), Mimosa tenuiflora, Aspidosperma pyrifolium e Crotalaria retusa são plantas importantes como causa de intoxicações na região. Os entrevistados relataram casos esporádicos de intoxicação por Ricinus communis, Enterolobium contortisiliquum, Prosopis juliflorae Brachiaria decumbens. Ziziphus joazeiro, Passiflora sp., Caesalpina ferrea e Crescentia cujete foram mencionadas como causa de abortos em ruminantes. Frutos de Crescentia cujete foram administrados a duas cabras prenhes causando mortalidade perinatal e abortos. As cascas de feijão (Phaseolus vulgaris e Vigna unguiculata) e as folhas de Licania rigida (oiticica) são associadas à sobrecarga ruminal em bovinos. As frutas de Mangifera indica (manga)e Anacardium occidentale (cajú) são responsabilizadas por causarem intoxicação etílica. Dalechampia sp. e Croton sp. foram citadas pelos entrevistados como possíveis plantas tóxicas, que ainda não tiveram sua toxicidade comprovada.


2018 ◽  
Vol 19 (12) ◽  
pp. 4016 ◽  
Author(s):  
Valéria da Silva ◽  
Aurigena de Araújo ◽  
Daline Araújo ◽  
Maíra Lima ◽  
Roseane Vasconcelos ◽  
...  

Inflammatory bowel disease is triggered by an uncontrolled immune response associated with genetic, environmental, and intestinal microbiota imbalance. Ipomoea asarifolia (IA), popularly known as “salsa” or “brave salsa”, belongs to the Convolvulaceae family. The aim of this approach was to study the preventive effect of IA aqueous extract in 2,4-dinitrobenzene sulfonic acid (DNBS)-induced colitis in rats. Rats pretreated with IA extract or sulfasalazine (SSZ) received intracolonic instillation of DNBS in 50% ethanol (v/v). IA extract presented a protective effect against intestinal inflammation, with improvement in the disease activity index and macroscopic damage. IA or SSZ significantly reduced myeloperoxidase activity, and also down-regulation of the gene expression of JNK1, NF-κβ-p65, STAT3, and decreased levels of TNFα, IL-1β, and increased IL-10, associated with a significant improvement of oxidative stress, in addition to a reduction in MDA and an increase of glutathione in colonic tissue. The protective effect of the extract was also confirmed in histological evaluation, showing preservation of the colonic cytoarchitecture. Immunohistochemical analysis revealed down-regulation of NF-κβ-p65, iNOS, IL-17, and up-regulation of SOCs-1 and MUC-2. IA extract presents antioxidant and anti-inflammatory intestinal properties, and proved to be a potential application for preventing damage induced by DNBS.


2021 ◽  
Vol 288 (1944) ◽  
pp. 20202716
Author(s):  
Steve Kett ◽  
Ayush Pathak ◽  
Stefano Turillazzi ◽  
Duccio Cavalieri ◽  
Massimiliano Marvasi

Arthropods can produce a wide range of antifungal compounds, including specialist proteins, cuticular products, venoms and haemolymphs. In spite of this, many arthropod taxa, particularly eusocial insects, make use of additional antifungal compounds derived from their mutualistic association with microbes. Because multiple taxa have evolved such mutualisms, it must be assumed that, under certain ecological circumstances, natural selection has favoured them over those relying upon endogenous antifungal compound production. Further, such associations have been shown to persist versus specific pathogenic fungal antagonists for more than 50 million years, suggesting that compounds employed have retained efficacy in spite of the pathogens' capacity to develop resistance. We provide a brief overview of antifungal compounds in the arthropods’ armoury, proposing a conceptual model to suggest why their use remains so successful. Fundamental concepts embedded within such a model may suggest strategies by which to reduce the rise of antifungal resistance within the clinical milieu.


Author(s):  
Antonella Gagliardi ◽  
Valentina Totino ◽  
Fatima Cacciotti ◽  
Valerio Iebba ◽  
Bruna Neroni ◽  
...  

A microbial ecosystem in which bacteria no longer live in a mutualistic association is called dysbiotic. Gut microbiota dysbiosis is a condition related with the pathogenesis of intestinal illnesses (irritable bowel syndrome, celiac disease, and inflammatory bowel disease) and extra-intestinal illnesses (obesity, metabolic disorder, cardiovascular syndrome, allergy, and asthma). Dysbiosis status has been related to various important pathologies, and many therapeutic strategies aimed at restoring the balance of the intestinal ecosystem have been implemented. These strategies include the administration of probiotics, prebiotics, and synbiotics; phage therapy; fecal transplantation; bacterial consortium transplantation; and a still poorly investigated approach based on predatory bacteria. This review discusses the various aspects of these strategies to counteract intestinal dysbiosis.


Sign in / Sign up

Export Citation Format

Share Document