scholarly journals The axis-cylinder as a pathway for dyes and salts in solution, with observations on the node of Ranvier in the rabbit. By JR Perdrau (from the National Institute for Medical Research). Brain 1937; 60: 204–10; Ultrastructural changes in the region of the node of Ranvier in the rat caused by diphtheria toxin. By G Allt and JB Cavanagh (from the Medical Research Council Research Group in Applied Neurobiology, Institute of Neurology, Queen Square, London, WC1). Brain 1969; 92: 459–68; and Early changes at the node of Ranvier in segmental demyelination. Histological and electron microscopic observations. By RO Weller and B Nester (from the Department of Pathology, Guy's Hospital Medical School, London SE1 9RT). Brain 1972; 95: 665–74

Brain ◽  
2009 ◽  
Vol 132 (1) ◽  
pp. 3-5
Author(s):  
Alastair Compston
2016 ◽  
Vol 13 (6) ◽  
Author(s):  
Ivete Alonso Bredda Saad ◽  
Mariana De Moraes ◽  
Vinicius Minatel ◽  
Bruna Alonso Saad

A avaliação da dispneia tem sido feita por meio de instrumentos como escala de Borg modificada, a escala de cores e a escala do Medical Research Council modificada (mMRC). O objetivo deste estudo foi correlacionar a frequência respiratória com a sensação de dispneia, através das escalas citadas, correlacioná-las entre si e verificar se o grau de alfabetização influenciou na resposta do paciente sobre a sensação de dispneia. Para avaliar o esforço físico utilizou-se o teste de caminhada de seis minutos. Este foi um estudo prospectivo, transversal e analítico-descritivo composto por 124 voluntários com diagnóstico de doença pulmonar. Para comparar as variáveis categóricas entre os grupos foram utilizados os testes Qui-Quadrado e exato de Fisher. Para comparar as variáveis contínuas foi utilizado o teste Kruskal-Wallis e para análise de correlação foi utilizado o coeficiente de correlação de Spearman. A idade média foi de 55,9 (± 13,08 anos), 14% eram analfabetos. Nos tempos de análise houve correlação positiva entre as escalas mMRC e Borg, r = 0,43, r = 0,61 e r = 0,55. Entre as escalas mMRC e Cores, observou-se correlação negativa. Concluiu-se que a frequência respiratória correlacionou-se com as três escalas. O grau de alfabetização não modificou a resposta do paciente em relação à sensação de dispneia.Palavras-chave: dispneia, fisioterapia, avaliação.


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