Joint Commission modifies ORYX requirements for some behavioral healthcare organizations

2002 ◽  
Author(s):  
Mary Cesare-Murphy
2021 ◽  
pp. 53-64
Author(s):  
Melissa Hinds ◽  
Paul Margolies ◽  
Lisa Dixon

The Covid-19 pandemic exposed and amplified many problems in political and healthcare systems around the world, and the United States has been no exception. One such issue is racial injustice, including its impact as a social determinant of health and its manifestation in disparities in healthcare access - including behavioral healthcare. This paper examines this problem in detail and highlights the work of the Center for Practice Innovations. This intermediary organization provides training and implementation support to behavioral healthcare organizations across New York State. This work includes changes and awareness building related to racial injustice within its organization that will drive changes in training and supports provided to behavioral healthcare organizations across New York State.


2015 ◽  
Vol 44 (1) ◽  
pp. 149-157
Author(s):  
Deborah W. Garnick ◽  
Constance M. Horgan ◽  
Elizabeth L. Merrick ◽  
Dominic Hodgkin ◽  
Sharon Reif ◽  
...  

Author(s):  
Rosa Prozil ◽  
Carminda Morais ◽  
Cristina Sales

PERTINÊNCIA DO ESTUDO: A assistência cirúrgica constitui uma componente essencial dos sistemas de saúde. Contudo, apesar de terem ocorrido progressos importantes nas últimas décadas, infelizmente a qualidade e a segurança da assistência cirúrgica tem variado em todas as partes do mundo. Embora as taxas de mortalidade e as complicações após cirurgia sejam difíceis de comparar, devido à diversificação/variabilidade dos casos, nos países desenvolvidos as complicações cirúrgicas major ocorrem em 3-16% dos procedimentos cirúrgicos, provocando invalidez permanente ou morte em 0,4-0,8%. Segundo a mesma fonte, cerca de metade dos eventos adversos nesses estudos foi determinado como evitável (WHO, 2008). Neste contexto, em 2003, a Joint Commission on Accreditation of Healthcare Organizations propunha a criação de protocolo universal para o doente cirúrgico. No seguimento, 4 anos depois, a OMS, iniciou um programa denominado “Cirurgias seguras salvam vidas”. Em 2010, a DGS emitiu uma Circular Normativa determinando a implementação do referido programa em todos os blocos operatórios do Sistema Nacional de Saúde, sendo desconhecidos os resultados concretos da sua aplicação. OBJETIVOS: O presente trabalho, procurando contribuir para a consolidação de uma cultura de segurança e promover adesão a esta prática, propôs-se estudar a sua aplicação em todas as intervenções cirúrgicas do bloco operatório central, realizadas na Instituição de Saúde em Estudo, entre 19 de julho e 19 de setembro de 2011. Seguindo, a metodologia que lhe está subjacente aos programas de melhoria contínua da qualidade, o ciclo de Deming (PDCA), procedeu-se ao diagnóstico, implementaram-se ações para resolver problemas detetados. Preconiza-se, ainda, a avaliação dos efeitos dessa intervenção e da possibilidade da implementação de medidas corretivas. RESULTADOS: Os principais problemas encontrados dizem respeito à adesão à LVSC, cuja taxa de realização se situa nos 24% (242) e sua utilização nos diferentes momentos preconizados de forma incorreta em 43,4% (86). A marcação do local cirúrgico, quando aplicável, apenas está presente em 22,7% (55) sendo o percentual da não marcação superior em cerca de 8%. A administração de profilaxia antibiótica e tromboembólica e a visibilidade de exames durante o ato operatório são também questões de relevo na análise dos resultados. Destaca-se ainda um aspeto relativo à comunicação escrita, enquanto necessidade de obter resposta a todos os itens bem como transmitir informação pertinente acerca do utente/procedimento cirúrgico. Procurando manter o envolvimento da equipa, negociaram-se as medidas corretivas, que se encontram em implementação.


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