Psychometric evaluation of the Short Form 36 Health Survey (SF-36) and the World Health Organization Quality of Life Scale Brief Version (WHOQOL-BREF) for patients with schizophrenia.

2014 ◽  
Vol 26 (3) ◽  
pp. 980-989 ◽  
Author(s):  
Chia-Ting Su ◽  
Hong-Son Ng ◽  
Ai-Lun Yang ◽  
Chung-Ying Lin
2019 ◽  
Vol 11 (1) ◽  
Author(s):  
Leandro Vieira Lisboa ◽  
Carolina Albernaz Toledo Shiozawa

OBJETIVO: Avaliar o impacto da dor na percepção da qualidade de vida (QV) de intérpretes da língua brasileira de sinais (libras) atuantes em escolas de ensino fundamental da rede pública municipal de Aparecida de Goiânia, Goiás.MÉTODOS: O estudo contou com uma amostra de 22 profissionais intérpretes de libras. Para avaliar a QV foram utilizados os questionários Medical Outcomes Study 36 - Item Short-Form Health Survey (SF-36) e o World Health Organization Quality of Life Scale Brief Version (Whoqol-Bref) e para a mensuração de dor a Escala Visual Analógica (EVA). O software estatístico SPSS versão 20 foi utilizado para descrição e a correlação entre os escores de cada domínio dos questionários de QV e EVA. A significância estatística adotada foi de p<0,05.RESULTADOS: A média geral do questionário SF-36 foi de 63,88, sendo as médias dos domínios: capacidade funcional (77,72), limitação por aspectos físicos (77,27), dor (58,40), estado geral de saúde (54,27), vitalidade (50,90), aspectos sociais (68,18), limitação por aspectos emocionais (62,12), saúde mental (62,18). A média para dor da EVA foi de 4,64. A média geral do questionário Whoqol-Bref foi de 63,73, sendo as médias dos domínios: físico (65,25), psicológico (68,75), relações sociais (64,76) e meio ambiente (56,11). Na correlação entre a EVA e os domínios do SF-36: EVA e capacidade funcional (-0,410); EVA e limitação por aspectos físicos (-0,212); EVA e dor (-0,721); EVA e estado geral de saúde (- 0,606); EVA e vitalidade (-0,548); EVA e aspectos sociais (-0,402); EVA e limitações por aspectos emocionais (-0,223); EVA e saúde mental (-0,456). Na correlação entre a EVA e os domínios do Whoqol-Bref: EVA e físico (-0,593); EVA e psicológico (-0,358); EVA e relações sociais (-0,531); EVA e meio ambiente (-0,434).CONCLUSÕES: Os profissionais intérpretes de libras não apresentam uma ótima percepção de QV. A remuneração, empregos concomitantes ou extensão da carga horária, e o desgaste físico e mental durante o processo interpretativo contribuíram para uma percepção de QV pouco elevada.


2018 ◽  
Vol 11 (1) ◽  
pp. e178
Author(s):  
Anna Xênya Patrício de Araújo ◽  
Willemax dos Santos Gomes ◽  
Priscyla Maria Teixeira Ribeiro

Objetivo: Verificar quais aspectos influenciam a qualidade de vida do indivíduo com lesão medular realizando um levantamento do estado da arte. Método: Foi realizada uma revisão da literatura composta por artigos científicos publicados nos anos de 2012 a 2017 indexados nas seguintes bases de dados: Pubmed/Medline, Science Direct e Scielo. A busca dos artigos foi realizada em idioma português, inglês e espanhol. Resultados e discussão: Dos 252 artigos encontrados, 12 atenderam os critérios de inclusão. Os artigos selecionados foram analisados segundo autor (ano), tipo de estudo, local, instrumento de mensuração, periódico científico, objetivo do estudo, variável de desfecho, amostra, principais achados. Foram encontradas alterações negativas nos domínios: físico, psicológico, social, ambiental incluindo, atividade sexual e dor, enquanto, a atividade física, o estado civil e atividade ocupacional contribuiu positivamente sobre a qualidade de vida de portadores com lesão medular, inserindo, nesse contexto positivo, a colostomia. Os portadores com lesão medular classificam a qualidade de vida de forma moderada. O instrumento mais utilizado nos estudos para avaliação da qualidade vida dessa população foi o Short Form Health Survey (SF-36), acompanhado pelo World Health Organization Quality of Life – Bref (WHOQOL-Bref). Considerações finais: Vários aspectos da qualidade de vida não são considerados satisfatórios para os portadores de lesão medular. Diversos são os domínios que demonstram essa insatisfação (social, ambiental, psicológico, físico). Mudanças nas políticas públicas de saúde são de grande importância para melhora da qualidade de vida e inclusão social desses indivíduos.


CoDAS ◽  
2013 ◽  
Vol 25 (2) ◽  
pp. 128-134 ◽  
Author(s):  
Amanda Brait Zerbeto ◽  
Regina Yu Shon Chun

OBJETIVO: Investigar a qualidade de vida dos cuidadores de crianças ou adolescentes com alterações de fala e linguagem de acordo com a perspectiva deles. MÉTODOS: Participaram dois grupos, totalizando 40 sujeitos. O Grupo 1 foi composto por 20 cuidadores de crianças ou adolescentes com alterações de fala e linguagem entre 4 e 17 anos, pareados por idade com o Grupo Controle ou 2, que incluiu 20 de crianças ou adolescentes sem queixas de fala e linguagem. Para a coleta de dados, foram aplicadas duas questões abertas e um instrumento da Organização Mundial de Saúde, traduzido e adaptado para o português - World Health Organization Quality of Life Scale (WHOQOL) Abreviado. Os resultados de tal instrumento foram submetidos à análise estatística, e as perguntas abertas estavam sendo analisadas qualitativamente. RESULTADOS: Na distribuição das mudanças de fala e linguagem, havia: gagueira (35%), alterações de linguagem oral sem (35%) e com causas neurológicas (30%). Na análise dos escores do WHOQOL-abreviado, encontraram-se diferenças da qualidade de vida nos domínios físico (1,1%), psicológico (0,5%) e relações sociais (1,8%). O Grupo 1 apresentou qualidade de vida mais insatisfatória; e nas abertas, boa e razoável. Já o Grupo 2 mostrou ótima e boa. A rotina clínica e os filhos foram mencionados como fatores que dificultam o autocuidado no Grupo 1. CONCLUSÕES: O menor escore do Grupo 1 no WHOQOL-abreviado foi compatível com achados das questões abertas, mostrando que aspectos como rotina de atendimentos clínicos e dificuldades de compreensão influenciam a qualidade de vida dos cuidadores. Os resultados reafirmam a necessidade de que, além de cuidadores, sejam cuidados, entendendo-os como um grupo digno de ações de saúde direcionadas aos mesmos.


2009 ◽  
Vol 11 (4) ◽  
pp. 402-412 ◽  
Author(s):  
Sumit Thakar ◽  
Solomon Christopher ◽  
Vedantam Rajshekhar

Object In this study, the authors assessed the construct validity and the reliability of the World Health Organization Quality of Life–Bref (WHOQOL-Bref) questionnaire in patients with cervical spondylotic myelopathy (CSM) and compared the performance of the WHOQOL-Bref and the 36-Item Short Form Health Survey (SF-36) in assessing quality of life (QOL) in patients with CSM. Methods In this prospective study, 70 patients with CSM were assessed preoperatively and again 1 year after central corpectomy using the Nurick scale, the SF-36, and the WHOQOL-Bref. Construct validity and reliability of the WHOQOL-Bref, its responsiveness compared with that of the SF-36, and the correlations between the 2 scales were studied. Results The WHOQOL-Bref was found to be valid (p < 0.001, Cuzick test for trend between the physical domain of the WHOQOL-Bref and Nurick grade) and reliable (Cronbach α > 0.7). It had smaller floor and ceiling effects (ranges 1.4–7.1% and 0–7.1%, respectively) than the SF-36 (ranges 2.9–71.4% and 0–14.1%, respectively). There was significant postoperative improvement in patient scores on all the SF-36 scales (p < 0.001) and the physical, psychological, and environment domains of the WHOQOL-Bref (p < 0.001). The SF-36 scales were more responsive to change (relative efficiency range 0.24–1) than the WHOQOL-Bref domains (relative efficiency range 0.002–0.73). Among scales measuring similar concepts, only the physical functioning and bodily pain scales of the SF-36 had a moderate correlation (r = 0.57 and 0.53, respectively; p < 0.001) with the physical domain of WHOQOL-Bref. Many of the scales of these 2 QOL instruments unexpectedly had a fair correlation with one another (r range = 0.2–0.4). Conclusions The WHOQOL-Bref, like the SF-36, is valid and reliable in assessing outcome in patients with CSM. It measures impairment in CSM in a more uniform manner than the SF-36, but its domains are less responsive to postoperative changes. Because the WHOQOL-Bref measures different constructs and has additive value, it should be used along with the SF-36 for QOL assessment in patients with CSM.


CoDAS ◽  
2021 ◽  
Vol 33 (6) ◽  
Author(s):  
Camila Dias Möller ◽  
Mirtes Bruckmann ◽  
Gabriel Rovadoschi Barros ◽  
Valdete Alves Valentins dos Santos Filha ◽  
Elenir Fedosse

RESUMO Objetivo Analisar a Qualidade de Vida de sujeitos com afasia participantes de um Grupo Interdisciplinar de Convivência. Método estudo transversal e quantitativo. Os participantes foram submetidos a dois questionários: um semiestruturado, desenvolvido para a caracterização dos sujeitos e o outro o World Health Organization Quality of Life Scale – Bref (WHOQOL-Bref) para identificação da Qualidade de Vida (QV) dos mesmos. A análise dos dados foi realizada de modo descritivo. Resultados Foram entrevistados oito sujeitos com idade entre 35 e 78 anos e escolaridade variando entre Ensino Fundamental Incompleto e Superior Incompleto. A ocupação predominante na amostra foi a de balconista e a renda variou entre um e quatro salários mínimos. O tempo de lesão cerebral variou de três a 10 anos, causada predominantemente por Acidentes Vasculares Cerebrais decorrentes de Hipertensão Arterial Sistêmica. Quanto ao WHOQOL houve importante variação entre os sujeitos nos quatro domínios (físico, psicológico, social e ambiental). No entanto, a maioria pontuou acima de 70 pontos. Para todos os sujeitos, o Grupo de Convivência foi identificado como espaço de produção de vida e saúde sendo motivador para a busca de outros atendimentos. Conclusão Os sujeitos eram adultos e idosos pertencentes à classe econômica média baixa; apresentavam condições crônicas de saúde, comprometimento da expressão verbal e longo período de acompanhamento das necessidades de saúde. O WHOQOL-Bref revelou que cinco sujeitos perceberam suas condições de vida/saúde favoráveis, no entanto, destacaram convívio social reduzido. O Grupo de Convivência configurou-se como importante espaço para melhoria de QV.


Sign in / Sign up

Export Citation Format

Share Document