SENSITIVITY AND CLOSURE

Episteme ◽  
2014 ◽  
Vol 11 (2) ◽  
pp. 181-197 ◽  
Author(s):  
Mark McBride

AbstractJohn Hawthorne has two forceful arguments in favour of:Single-Premise Closure (SPC) Necessarily, if S knows p, competently deduces q from p, and thereby comes to believe q, while retaining knowledge of p throughout, then S knows q.Each of Hawthorne's arguments rests on an intuitively appealing principle which Hawthorne calls the Equivalence Principle. I show, however, that the opponents of SPC with whom he's engaging - namely Fred Dretske and Robert Nozick - have independent reason to reject this principle, and resultantly conclude that Hawthorne's arguments in favour of SPC are not knock-down.

Author(s):  
Gabriel Reis de Oliveira
Keyword(s):  

A tensão entre o princípio de fechamento (PF) e a condição de sensibilidade foi originalmente notada por Fred Dretske (1979) e Robert Nozick (1981). Essa tensão é frequentemente utilizada pelos contextualistas semânticos a fim de oferecerem um caso a favor da ideia de que as atribuições de conhecimento são sensíveis ao contexto, uma vez que, somente se este for o caso, a tensão é solucionada. Meu objetivo neste artigo é apresentar uma explicação não-contextualista a favor da compatibilidade entre diferentes versões da condição de sensibilidade e o PF, de modo a resolver a tensão que leva alguns epistemólogos a adotarem o contextualismo. Farei isso recorrendo à resposta de Stephen Wykstra (2007) a Andrew Graham e Stephen Maitzen (2007) que objetaram afirmando que o Princípio de Condição de Acesso Epistêmico Razoável (CAER), uma versão da condição de sensibilidade, viola o PF. Wykstra apela a uma distinção feita por Rudolph Carnap (1962) na lógica indutiva para demonstrar que PF funciona adequadamente com CAER e, consequentemente, com a condição de sensibilidade. A contribuição de Wykstra a este debate é desconhecida entre os epistemólogos por se situar na sua discussão sobre o problema evidencial do mal na Filosofia da Religião. Por essa razão, contextualizarei o seu argumento para demonstrar a aplicabilidade dele à questão do relacionamento conflituoso entre a condição de sensibilidade e o PF.


2007 ◽  
Vol 177 (4S) ◽  
pp. 91-92
Author(s):  
Satoshi Anai ◽  
Yoshihisa Sakai ◽  
Steve Goodison ◽  
Kathleen Shiverick ◽  
Bob Brown ◽  
...  

2005 ◽  
Vol 62 (11) ◽  
pp. 713-718 ◽  
Author(s):  
Rudin

Erfolgreicher Schutz gegen Stiche von blutsaugenden Insekten und Zecken bedingt die konsequente Anwendung geeigneter Maßnahmen. Eine eventuell notwendige Chemoprophylaxe wird dadurch nie ersetzt. Die Umstände, unter denen der Schutz erreicht werden soll, bestimmen die Kombination der zu treffenden Maßnahmen. Von Wohnräumen kann man Insekten mit Mückengittern oder -gaze an Fenstern und Türen oder mittels Klimaanlagen fernhalten. Beim Schlafen kann man sich mit einem Moskitonetz schützen. Diese Maßnahmen können bei Bedarf durch Insektizide ergänzt oder unterstützt werden. Meistens kommen synthetische Pyrethroide entweder als «knock down»-Sprays oder elektroverdampft für die Behandlung von Räumen oder als Imprägnierungsmittel von Netzen und Gittern zum Einsatz. Wenn ein Kontakt nicht durch die Wahl von Aufenthaltsort und -zeit vermeidbar ist, werden außer Haus zum Schutz vor Stichen geeignete Kleidung sowie Repellentien eingesetzt. Kleider sollen möglichst viel Körperfläche bedecken, aus festem Gewebe, nicht eng anliegend und von heller Farbe sein. Eine zusätzliche Behandlung mit Insektiziden ist vorteilhaft. Repellentien werden direkt auf die Haut appliziert. Diethylmethylbenzamin (DEET) zeigt seit vielen Jahren eine verlässliche Wirkung. Ebenfalls verbreitete synthetische Wirkstoffe sind Bayrepel® und IR3535. Sie weisen ein noch etwas geringeres Nebenwirkungsrisiko auf, nachteilig ist jedoch die schwächere Wirkung. Von den pflanzlichen Produkten sind die mit einem Extrakt aus Eucalyptus citriodora die am besten wirksamen. Schwächere Produkte schützen Personen, die für Mücken speziell attraktiv sind, nur ungenügend. Völlig nutzlos sind auf Arm-, Halsbänder oder Kleber aufgetragene Repellentien, sowie Ultraschallgeräte, UV-Lichtfallen oder die Einnahme von Vitamin B1 oder Knoblauch.


1996 ◽  
Vol 166 (1) ◽  
pp. 81-88 ◽  
Author(s):  
Anatolii A. Logunov ◽  
Mirian A. Mestvirishvili ◽  
Yu.V. Chugreev

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