Surface EMG Biofeedback

Author(s):  
A. Gallina ◽  
M. Gazzoni ◽  
D. Falla ◽  
R. Merletti
Keyword(s):  
2018 ◽  
Vol 12 ◽  
Author(s):  
Agnes Sturma ◽  
Laura A. Hruby ◽  
Cosima Prahm ◽  
Johannes A. Mayer ◽  
Oskar C. Aszmann

2014 ◽  
Vol 44 (1) ◽  
pp. 83-90 ◽  
Author(s):  
One-bin Lim ◽  
Jeong-ah Kim ◽  
Si-jeong Song ◽  
Heon-seock Cynn ◽  
Chung-hwi Yi

Abstract We investigated the effects of visual electromyography (EMG) biofeedback during side-lying shoulder external rotation exercise on the EMG amplitude for the posterior deltoid, infraspinatus, and infraspinatus/posterior deltoid EMG activity ratio. Thirty-one asymptomatic subjects were included. Subjects performed side-lying shoulder external rotation exercise with and without visual EMG biofeedback. Surface EMG was used to collect data from the posterior deltoid and infraspinatus muscles. The visual EMG biofeedback applied the pre-established threshold to prevent excessive posterior deltoid muscle contraction. A paired t-test was used to determine the significance of the measurements between without vs. with visual EMG biofeedback. Posterior deltoid activity significantly decreased while infraspinatus activity and the infraspinatus/posterior activity ratio significantly increased during side-lying shoulder external rotation exercise with visual EMG biofeedback. This suggests that using visual EMG biofeedback during shoulder external rotation exercise is a clinically effective training method for reducing posterior deltoid activity and increasing infraspinatus activity.


2011 ◽  
Vol 42 (01) ◽  
Author(s):  
Z. Bayraktaroglu ◽  
K. von Carlowitz-Ghori ◽  
F. Losch ◽  
G. Nolte ◽  
G. Curio ◽  
...  

2017 ◽  
Vol 10 (2) ◽  
pp. 78
Author(s):  
Mirian Kracochansky
Keyword(s):  

Vinte crianças portadoras de micção incoordenada foram tratadas por meio de treinamento vesicoesfincteriano, utilizando-se técnicas fisioterapêuticas associadas com equipamento de eletromiografia com eletrodos de superfície – biofeedback (EMG–biofeedback). O grupo foi composto por 16 meninas e quatro meninos (média de idade 10 anos). O diagnóstico de micção incoordenada MINI baseou-se no histórico, exame físico, ultra-som, uretrocistografia miccional e avaliação urodinâmica. Os parâmetros avaliados antes e depois do tratamento foram: troca de roupas íntimas ao dia, resíduo pós-miccional, fluxo urinário máximo, número dos episódios de infecção do trato urinário e alteração no grau de refluxo vesicoureteral. O treinamento envolveu a monitorização da atividade eletromiográfica da musculatura da parede abdominal e Musculatura do Assoalho Pélvico (MAP), por meio de eletrodos de superfície. O tratamento consistiu em ensinar a criança a relaxar a musculatura pélvica durante a micção. Ao final de cada sessão, realizou-se um estudo com urofluxometria + EMG, visando identificar eventuais contrações da musculatura pélvica durante a micção. O protocolo de tratamento incluiu uma sessão semanal de fisioterapia com treinamento do assoalho pélvico, durante um período médio de 25 semanas (variando de 20 a 35 sessões). Os dados do estudo demonstraram que houve diminuição significativa no número de trocas de roupas íntimas diárias, diminuição dos episódios de infecção no trato urinário, melhora do fluxo miccional, diminuição do resíduo pós-miccional e do grau de refluxo vesicoureteral. O treinamento fisioterapêutico com o EMG-biofeedback no tratamento da micção incoordenada em crianças demonstrou-se uma opção terapêutica não invasiva, segura e de resultados satisfatórios no presente estudo.Palavras-chave: biofeedback, disfunção miccional, criança.


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